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PTB VEM COM FORÇA TOTAL

Sem alianças, PTB lança chapa completa para vereadores este ano

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Com o fim das coligações proporcionais, os partidos pretendem lançar as chapas completas para vereadores, e com 27 nomes no PTB, que se trata do limite para cada agremiação nesta eleição.

Na Capital, o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) fechou a sua chapa de vereadores para a disputa eleitoral deste ano. O ato ocorreu durante convenção partidária realizada na tarde deste sábado (12) na sede da Câmara Municipal de Cuiabá. Ao todo, 27 petebistas irão concorrer a uma vaga no Parlamento Municipal em novembro deste ano.

O PTB vem de um trabalho de fortalecer o partido na baixada cuiabana. Então, com certeza o partido saíra muito fortalecido dessa eleição. Vamos fazer de três a quatro vereadores, e uma de nossas metas e trazer uma mulher para o legislativo no ano que vem”, disse o vereador Misael Galvão, presidente da legenda na Capital.

O PTB que perdeu espaço nos últimos anos, pretende ampliar sua representação na Câmara de Cuiabá, com um grupo considerado “eclético” pela direção municipal.

Vamos ter 27 candidatos, com representante de diversos segmentos, para falar com diferentes setores”. Disse umas das lideranças da sigla em Cuiabá, e querem ampliar os números que hoje apenas tem 2 vereador, a intenção é eleger de 3 a 4 na Capital.

Durante o evento, todos os pré-candidatos se apresentaram e expuseram as suas propostas em prol de Cuiabá. Na oportunidade, a agremiação ainda bateu o martelo quanto ao apoio a reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e pontuou a indicação de Milton Corrêa como vice na chapa.

O PTB vai estar na coligação em prol da reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro, fomos o primeiro partido que tomou essa decisão, e nós estaremos juntos nessa empreitada assim que ele se decidir, estamos na briga para indicar o vice que é o médico ex adjunto da Saúde Milton Correa que trabalhou muito nas ações da pandemia, enfatizou Misael.

Participaram da convenção o vereador de mandato Adevair Cabral (PTB), o presidente do PSDB Municipal, vereador Ricardo Saad, a secretária da Mulher Luciana Zamproni e demais autoridades.

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Política

Engrenagens “Proporcionais” e “Majoritárias” definem a ocupação de 1.626 cadeiras Legislativas em 2026

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O sistema eleitoral brasileiro se prepara para movimentar a estrutura política do país no pleito de 2026, quando os eleitores escolherão os ocupantes de 1.626 vagas legislativas nas esferas federal, estadual e distrital. A renovação engloba representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Esse processo complexo reorganiza as forças partidárias e redefine as bancadas que atuarão na formulação de leis e na fiscalização do Poder Executivo ao longo dos próximos anos.

A disputa abrange a totalidade das vagas para a Câmara dos Deputados e para as casas legislativas regionais, além da renovação de dois terços do Senado Federal. No plano federal, 513 parlamentares buscarão um mandato de quatro anos, enquanto nas instâncias estaduais e distrital estarão em jogo 1.035 vagas para deputados estaduais e 24 para deputados distritais, perfazendo 1.059 cadeiras regionais. Concomitantemente, a eleição senatorial definirá 54 novos representantes, garantindo a renovação de duas das três vagas pertencentes a cada unidade da Federação.

O processo de votação e apuração ocorrerá em todo o território nacional durante o pleito geral agendado para o ano de 2026. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal participarão simultaneamente da escolha de seus representantes federais e locais. Os eleitores comparecerão às urnas para depositar seus votos em uma única jornada eleitoral, definindo as lideranças que assumirão seus respectivos cargos no início da legislatura subsequente.

A motivação central dessa mobilização institucional cumpre a determinação constitucional de alternância periódica do “PODER” e de renovação representativa. A eleição legislativa permite que a sociedade atualize a composição das Casas de Leis de acordo com as correntes de pensamento e os anseios políticos contemporâneos. A distribuição de mandatos reflete diretamente as mudanças na preferência do eleitorado, moldando as maiorias e minorias parlamentares necessárias para a governabilidade.

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O preenchimento dessas vagas não obedece a um critério único de votação, visto que a legislação eleitoral brasileira adota simultaneamente dois modelos distintos: o proporcional e o majoritário.

Enquanto os senadores são eleitos por votação majoritária simples na qual vencem os candidatos mais votados em cada estado, os deputados federais, estaduais e distritais dependem do sistema proporcional. Essa dualidade exige estratégias partidárias bem estruturadas para a captação de votos em diferentes frentes.

No sistema proporcional aplicável aos deputados, não é possível prever uma quantidade exata de votos necessários para assegurar uma cadeira antes da apuração final. O cálculo depende primordialmente do quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na circunscrição. Em seguida, estabelece-se o quociente partidário, que distribui as vagas entre os partidos e as federações com base no somatório das votações nominais de seus candidatos e dos votos de legenda.

Pouca renovação em MT

Os impactos das regras eleitorais refletem-se intensamente nas articulações locais, como se observa nas projeções para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). O presidente da Casa de Leis mato-grossense e dirigente regional do Podemos, deputado estadual pelo Podemos, Max Russi, projeta uma taxa de renovação parlamentar entre 5 e 10 cadeiras na próxima Legislatura. A estimativa cautelosa busca equilibrar as expectativas dos atuais mandatários que tentarão a reeleição e dos novos postulantes ao cargo.

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O dinamismo das campanhas antecipadas demonstra que as lideranças políticas já atuam nos bastidores para consolidar bases de apoio com vistas ao pleito. Nos bastidores políticos estaduais, observadores apontam que as articulações conduzidas por dirigentes como Max Russi visam não apenas à manutenção da vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense, mas também à construção de governabilidade futura e à permanência no comando do Poder Legislativo regional após a consolidação das urnas.

A indefinição sobre o número exato de votos necessários para a eleição proporcional impõe às legendas a necessidade de formar chapas competitivas e coesas. Como a soma dos votos de todos os candidatos do partido determina o número total de cadeiras obtidas pela agremiação, o desempenho individual de cada concorrente contribui diretamente para o sucesso coletivo da legenda ou da Federação Partidária, impedindo garantias prévias de vitória.

Diante desse cenário complexo, as eleições de 2026 reafirmam o papel central das regras matemáticas e regimentais na consolidação da democracia brasileira. A combinação entre a escolha direta de senadores e o cálculo proporcional para deputados garante uma representação heterogênea nas Casas Legislativas, refletindo as dinâmicas locais e nacionais que conduzirão os rumos políticos, econômicos e sociais do país pelos anos seguintes.

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