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UM NOME DE CONSENSO

Boteco da Alameda preocupado: quem será o próximo presidente da ALMT?

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Independentemente do nome que substituirá Zé Edu Botelho do União Brasil (UB) na presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (A/MT), a maior certeza desse processo, ainda em fase embrionária, é que desta vez Mauro Mendes Ferreira (UB), influirá muito na decisão, de modo a emplacar um nome de confiança no comando da Casa de Leis.

Agora sem Zé Edu Botelho na disputa, a presidência da Mesa Diretora da Casa de Leis, necessariamente será renovada e, com o capital político turbinado após a reeleição no último dia 30, Mauro Mendes está com a faca e o queijo na mão para fazer o próximo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (A/MT).

E aí caros leitores e amigos do Blog do Valdemir, entra a preocupação do Boteco da Alameda de quem receberá as bênçãos de Mauro Mendes e Zé Edu Botelho.

Para alguns frequentadores do Boteco da Alameda, independentemente de qualquer questão partidária ou ideologia, o deputado estadual Max Joel Russi (PSB), seria o presidente dos sonhos do Palácio Paiaguas, em matéria de estabilidade, confiabilidade e de previsibilidade.

No meio político, o ex-prefeito da cidade de Jaciara é conhecido como um “cumpridor de acordos”: o que ele combina, ele entrega.

Para o Legislativo que almeja, uma Assembleia Legislativa independente, o deputado estadual Max Russi será um presidente cuja palavra é sólida como uma rocha pode ser, para os parlamentares, como a calmaria que um navegante almeja após navegar por mares tormentosos.

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Questão partidária e ideológica

Quando se olha o novo mapa do plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (A/MT), ditado pelas urnas, verifica-se uma mudança parecida com a do próximo Congresso Nacional: guinada para centro direita.

A partir de 2023, haverá um predomínio ainda maior de deputados estaduais de “direita”, com a “esquerda” compondo a minoria. Cumpre lembrar que os “mauristas” formarão a maior bancada com 18 dos 24 deputados dentro daquela Casa de Leis.

Isso não significa que Max Russi entra numa disputa “grande” com muitos eleitores. Articulando por si só, sem ajuda de Zé Edu Botelho e do Palácio Paiaguas, dificilmente conseguirá articular muitos votos para si, ficando por conta de Edu e Paiaguas garantir-lhe o resto.

Edu vai com quem?

Aviso aos navegantes: Max Russi é com certeza o pré-candidato preferido do atual presidente daquela Casa de Leis, que ainda exerce fortíssima influência sobre os atuais deputados reeleitos.

Essa influência, como se sabe, é exercida em grande medida via cargos comissionados. Ora, se Max Russi for eleito sucessor de Zé Edu Botelho, é provável que os atuais indicados pelos reeleitos sejam mantidos nos cargos. Não será surpresa se as articulações passarem por isso.

Catorze fora, é possível que na hora certa, lá por meados de janeiro, Zé Edu Botelho consiga levar para Max Russi muito mais votos, previamente garantidos nas articulações conduzidas por conta própria, sem a participação direta do Palácio Paiaguas.

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Nesse caso, o custo para o Governo do Estado de Mato Grosso em eleger Max Russi é muito baixo: o ex-prefeito de Jaciara, chega com 10 votos garantidos. Edu Botelho só terá que lhe dar a bênção; se elege chegando com quase todos, o governo só precisará abençoa-lo.

Portanto, os prós para Max Russi, está bem encaminhado: a articulação para ele é muito mais fácil, e ele chega a inspirar confiança total do Palácio Paiaguas.

Parêntese: a vaga no TCE

Ainda no caso do deputado estadual Zé Edu Botelho, é preciso ter em mente outro cargo político supercobiçado: uma vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

A indicação compete ao Governo do Estado. No meio político, comenta-se que só uma aspiração faz os olhos de Zé Edu Botelho brilharem ainda mais que a de presidir a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (A/MT): a de tornar-se Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

Senhores navegantes: já existe consenso para o primeiro e o segundo Biênio na disputa pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (A/MT).

Se liguem! Entenderam ou quer que desenhe.

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Política

A insurgência de Jayme Campos contra o núcleo governista redesenha os tabuleiros e as estratégias sucessórias para 2026

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Em veto categórico a composições com a ala do Republicanos, Otaviano Pivetta, e críticas ácidas à centralização de Mauro Mendes, líder histórico do União Brasil (UB) em Mato Grosso, precipita a corrida pelo Palácio Paiaguás e exige a convocação imediata de pré-convenção partidária.

O rompimento definitivo com as estruturas governistas vigentes em Mato Grosso consolidou-se mediante a recusa categórica do senador Jayme Campos (UB) em aceitar qualquer modalidade de composição com o grupo político do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), inviabilizando arranjos tradicionais de bastidores que visavam à manutenção da atual arquitetura de poder estadual.

O veterano parlamentar e ex-governador e hoje ainda Senador da Republica, desponta como o protagonista central desse rearranjo de forças, contrapondo-se frontalmente às pretensões de Otaviano Pivetta (Republicanos), que lidera os movimentos pela unificação governista e externando uma dissidência pública irreconciliável em relação à condução política exercida pelo ex-governador Mauro Mendes (UB).

Esta deflagração antecipada do processo sucessório ocorre em um momento de acentuada ebulição institucional, cujos desdobramentos práticos deverão culminar nas eleições majoritárias de 2026, embora a exigência de uma definição interna imediata tenha sido estipulada pelo próprio Senador mato-grossense para o mês de junho do ano em curso, acelerando o cronograma tradicional das legendas.

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O Palácio Paiaguás, sede oficial do Poder Executivo mato-grossense, converteu-se no epicentro geográfico e simbólico dessa disputa de alta intensidade, projetando os impactos desse tensionamento partidário desde os redutos eleitorais tradicionais do interior do Estado até as principais instâncias deliberativas sediadas na capital, Cuiabá.

A operacionalização dessa ofensiva política processa-se por meio de articulações diretas e capilarizadas promovidas pelo senador junto à ampla maioria dos delegados partidários do União Brasil. A estratégia desenhada para esvaziar decisões de cúpula e viabilizar, de forma democrática e soberana, sua candidatura ao comando do Executivo mato-grossense.

As razões determinantes dessa cisão repousam na crítica severa ao isolamento decisório praticado pelo núcleo que atualmente comanda o governo, acusado pelo parlamentar de ter promovido um distanciamento deliberado das lideranças históricas do Estado e de ter negligenciado o devido respeito e a consideração institucional devidos aos aliados que sustentaram a base governista.

O propósito manifesto dessa dissidência reside na imposição de uma candidatura própria e legítima do União Brasil, iniciativa que visa a extirpar a prática de deliberações impositivas, comumente designadas como decisões empurradas goela abaixo, e assegurar que a vontade das bases partidárias prevaleça sobre os interesses oligárquicos centralizadores.

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A sustentação prática desse projeto político ancora-se no engajamento ativo de milhares de cidadãos e eleitores já mobilizados, além do respaldo majoritário obtido entre os quadros técnicos e políticos que compõem o colégio de delegados da sigla, estruturando uma sólida base de apoio popular e partidária para o enfrentamento que se avizinha.

O embate desenvolve-se sob condições de absoluta intransigência estratégica, visto que o senador descartou de maneira irrevogável a hipótese de concorrer à reeleição ao Senado ou de pleitear qualquer outro cargo subalterno, asseverando que a manutenção de sua pré-candidatura ao governo estadual será levada às últimas consequências legais e estatutárias.

Diante desse cenário de conflagração iminente, os desdobramentos imediatos desafiam a Casa Civil de Mato Grosso, cujo secretário-chefe, Mauro Carvalho, buscou tardiamente intensificar os diálogos institucionais para tentar salvar a aliança vitoriosa dos pleitos de 2018 e 2022, esbarrando, contudo, na inflexibilidade de um projeto que já transcendeu as possibilidades de recuo.

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