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132 DIAS DECISIVOS

2026 em aberto: Wellton vê rivais crescerem e disputa pelo segundo turno, fica indefinida

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Gostaríamos de fazer um comunicado. Sextouuu! Sextouuu! Sextouuu! E se as eleições fossem hoje, em quem os internautas do Blog do Valdemir votariam para o Governo do Estado da nossa “QUERIDA”, “LINDA” e “HOSPITALEIRA” Terra de Rondon?

A disputa pela cadeira número 1 do Palácio Paiaguás em 2026 tem como principais nomes o atual governador Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, os senadores Capitão Jaymão, do União Brasil (UB), Wellton Fagundes, do Partido Liberal (PL), e a médica Natasha Slhessarenko do PSD.

Qual pré-candidato representa melhor Mato Grosso que você quer ver?

NOTA DE RODAPÉ!

Um aviso que vai mexer com os navegantes do Blog do Valdemir: Flávio Bolsonaro vai puxar para baixo a candidatura de Wellton Fagundes, derretendo a candidatura do representante da família de Bolsonaro, se liga!

Deixe o seu comentário, porque os frequentadores do Boteco da Alameda, precisam caminhar, afinal, os próximos 132 dias serão decisivos para consolidação ou mudança dos cenários.

O que parecia definido em favor do bolsonarista Wellton Fagundes, está mais aberta do que nunca.

No embalo da melhora do desempenho eleitoral a candidatura do Republicanos, Otaviano Pivetta, registra curva ascendência das intenções de voto, provocado em embate técnico e deixando no ar uma real possibilidade de virada. Ou seja, Otaviano Pivetta recupera terreno e equilibra disputa com Wellton Fagundes.

A divulgação de uma nova rodada da pesquisa nesta quinta-feira (21) recoloca no centro do debate o estado atual da corrida ao Palácio Paiaguás: Wellton, Pivetta e o Capitão Jaymão.

Embora Wellton Fagundes siga liderando a maioria dos cenários de primeiro turno, os confrontos diretos de segundo turno mostram empate técnico persistente.

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Os dados também indicam que a disputa continua aberta, especialmente diante do elevado número de indecisos ou dispostos a mudar de voto ao longo da campanha.

O que mostraram as pesquisas mais recentes?

Os levantamentos divulgados pelo Instituto MT Dados, apontam estabilidade no quadro geral de luta a cadeira 01 do Palácio Paiaguás.

O principal dado observado pelos analistas políticos do Boteco da Alameda, é a dificuldade de qualquer candidato atingir os 50% mais um dos votos válidos necessários para vencer ainda no primeiro turno.

A pesquisa mostra Wellton Fagundes na liderança das intenções de voto, seguido pelo governador Otaviano Pivetta e pelo Capitão Jaymão. A medica Natasha Slhessarenko aparece em um segundo bloco, distante dos principais concorrentes.

Vejamos os números na estimulada:

– Wellton 27%
– Pivetta 20%
– Jayme 14%
– Natasha 7%

Outro fator considerado decisivo é o elevado número de indecisos: 25% não sabem em quem votar ou disseram indecisos: 7% declararam intenção de votar branco ou nulo.

Aqui é sem filtro

– Nos bastidores, lideranças políticas já avaliam que o momento de recuo e fusão de candidaturas pode ter ficado para trás.

– A fase de recuar e compor já passou;
– Prestem atenção no número de rejeição;
– O cenário segue extremamente aberto e sujeito as mudanças naturais de processo eleitoral, principalmente diante de elevado índice de indecisos e intensidade das articulações políticas que devem ocorrer até outubro;
– O canário está longe de repetir as disputas eleitorais do passado, quando o favorito nas pesquisas foi eleito no primeiro turno.

E Mato Grosso caminha a passos largos, pela primeira vez, desde a promulgação da Construção Federal de 1988, para escolher o próximo governador em dois turnos.

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O Boteco vai falar

O Estado só realizou dois turnos para presidente da República e para Prefeito de Cuiabá, já que a Constituição estabelece que nas capitais, independentemente do número de votantes, as eleições devem acontecer em dois turnos, caso os postulantes não atinjam 50% mais um voto.

Já nas demais cidades, com cerca de 200 mil eleitores, o que mais se aproximou foi a cidade vizinha da Capital de todos os mato-grossenses, Várzea Grande.

Eventualmente terá que escolher nas eleições municipais de 2028 seu prefeito (a) em dois turnos.

Em 2024, somou 190.862 eleitores, estando, portanto, a 9.138 eleitores de ter que realizar a escolha em dois turnos ou exigir que o mais votado supere os 50% mais um voto.

PEGA a VISÃO: As pesquisas eleitorais não deixam dúvidas de que os atuais postulantes ainda precisam deslanchar suas campanhas eleitorais, se desejam estar mais próximos do eleitorado.

Segue o fluxo!

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Política

Câmara de Várzea Grande articula CPI para investigar sucateamento e irregularidades no Transporte Coletivo

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O sistema de transporte coletivo de Várzea Grande enfrenta uma iminente investigação legislativa após a consolidação do número necessário de assinaturas para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal da Cidade Industrial. A iniciativa parlamentar visa apurar denúncias formais de descumprimento contratual e precarização dos serviços oferecidos à população.

A União Transporte, principal concessionária operadora do serviço no município, figura como o alvo central das investigações. A empresa, de propriedade do empresário Rômulo Botelho, irmão do deputado estadual José Eduardo Botelho (MDB), atua sob a gestão da Associação dos Transportadores Urbanos (MTU), entidade que congrega as cinco concessionárias do setor na Região Metropolitana.

A instauração do procedimento fiscalizatório ocorrerá formalmente na próxima terça-feira, dia 27 de maio, durante a Sessão Ordinária no Plenário da Casa de Leis. Nesta data, o requerimento será lido publicamente, ato que precede o sorteio técnico para a definição dos vereadores que assumirão as funções estratégicas de presidente e relator do bloco de inquérito.

O estopim para a mobilização do Poder Legislativo fundamenta-se em um robusto histórico de falhas operacionais graves, caracterizado pela circulação de uma frota visivelmente inferior à meta estipulada no contrato de concessão vigente.

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Somam-se a isso relatórios técnicos que apontam para a obsolescência dos veículos, severas deficiências nos mecanismos de acessibilidade universal e descumprimento crônico dos itinerários estabelecidos.

A decisão de criar a comissão parlamentar foi chancelada por um grupo suprapartidário composto por dez vereadores: Adilsinho, Bruno Rios, Caio Cordeiro, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A convergência desses parlamentares reflete o desgaste político e social gerado pela insatisfação generalizada da comunidade com a infraestrutura urbana local.

Os parlamentares recorreram à prerrogativa constitucional da CPI devido à insuficiência das medidas administrativas anteriores e à necessidade de detalhar o fluxo financeiro e operacional da concessão. A suspeita de favorecimento e a falta de transparência na fiscalização dos contratos anteriores motivaram os representantes a buscar instrumentos jurídicos de maior poder coercitivo e de auditoria profunda.

O cenário de degradação atinge de forma direta e severa a Cidade Industrial, o maior polo socioeconômico de Várzea Grande, e espalha-se pelas periferias conectadas à capital. Os usuários do sistema enfrentam rotineiramente veículos obsoletos desprovidos de climatização sob temperaturas extremas, infiltrações estruturais durante o período chuvoso e abrigos públicos depredados e desprotegidos contra as intempéries climáticas.

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O agravamento da crise estrutural decorre, segundo analistas e lideranças comunitárias, do distanciamento geográfico e gerencial de parte dos grupos empresariais que controlam o setor, uma vez que diversas dessas organizações possuem matrizes fora do Estado de Mato Grosso.

Essa configuração societária dificulta o alinhamento das metas operacionais com as demandas reais e cotidianas da população várzea-grandense.

Os desdobramentos atuais conectam-se a fiscalizações prévias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) e pelo Ministério Público Estadual (MPE). O órgão ministerial, inclusive, interveio recentemente por meio de uma mesa técnica, estabelecendo um cronograma emergencial de obrigações estruturais para permitir a continuidade temporária e condicionada da prestação dos serviços pela empresa concessionária.

A expectativa da sociedade civil e dos movimentos sociais concentra-se na democratização das decisões regulatórias, com a exigência de audiências públicas frequentes e auditoria cidadã nos custos tarifários. Até que os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) produzam efeitos práticos na gestão municipal, a rotina dos trabalhadores locais permanecerá sob o estigma dos atrasos crônicos, do desconforto térmico e do improviso logístico.

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