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OS "ETES" DA POLÍTICA ESTÃO CHEGANDO

2026 começa com cenário político indefinido em Mato Grosso

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É um ano bem atípico para aquelas pessoas que vivem a política, tem muita gente que bate no peito e afirma.

Eu não gosto e nem preciso da política para viver“.

O dó…, aquele vereador, prefeito, deputado estadual, federal, senador, governador e presidente, que regem o município, estado e país que vive, não são “ETES”, são políticos, desta forma, fazem parte da política, seja do modo ativo ou passivo, aí vai de cada um, e para quem é do seguimento, a digestão das festividades do final de ano, será realizada na correria, enquanto em outros anos é comum falar que no Brasil, só depois do Carnaval que as coisas acontecem“.

Nota de rodapé: o Boteco da Alameda avisa para os navegantes do Blog do Valdemir…calma, muita calma!

Daqui a exatos 35 dias já é Carnaval; depois mais 40 dias já é Páscoa, depois de 60 dias Copa do Mundo, depois de 76 dias Eleições Gerais (1° turno).

Pegou aí?

Então vamos ao que começamos…

2026, já está sendo diferente, quem conseguiu ficar uma semana com a família, parabéns, porque agora, reunião é com políticos e o povo, regresso aos familiares só dia 6 de outubro, para os vencedores, que estarão comemorando no dia 05, já os derrotados…, bom…, alguém vai perder, e no dia 04 mesmo retornam para chorar dentro de casa, e pensar nas contas de campanha que ficaram para serem pagas.

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Ano eleitoral segue o mesmo fluxo da natureza, apenas os mais preparados sobrevivem.

Segue o fluxo!

O governador Mauro Mendes…

Abriu o ano eleitoral nas redes sociais no qual projeta a continuidade da atual administração. Ao projetar 2026, o HOMEM DE FERRO, o cacique número do União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira, afirmou que o trabalho continuará e fez um alerta contra retrocesso.

Em 2026, o trabalho continua. E não podemos retroagir para os tempos da corrupção e da incompetência“, postou o chefe do Executivo Estadual Mato-grossense.

Cotado para disputar o Senado Federal, Mauro Mendes fez um apelo político ao defender a continuidade do seu projeto político para 2026, em referência ao vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, do partido Repúblicanos, como o “POSSÍVEL” sucessor para comandar o Palácio Paiaguas.

Que Deus e o povo de Mato Grosso façam com que esses 8 anos de prosperidade se transformem em 12, 16 e assim por diante“.

Nota de rodapé: ao mencionar os 12 anos, o governador Mauro Mendes se referiu aos 8 que está à frente da gestão somados a mais quatro de um eventual governo comandado pelo Republicanos, Otaviano Pivetta.

Entretanto, contudo, todavia, o caminho até o “PODER” não será bloqueado por falta de voto ou de estrutura, mas pelo risco de organização interna, com aliados grupos e interesses criando ruído num momento em que toda candidatura majoritária passa a ser testada por dentro e por fora. Ou seja, controlar sua base.

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E tem mais, o vice-governador é o nome consolidado do núcleo duro do Palácio Paiaguás e já manifestou a intenção de buscar a cadeira 01 nesta eleição.

A estratégia de Otaviano Pivetta envolve a construção de palanque forte para sustentar sua campanha.

E Jayme Campos?

Bom…, com duas vagas em disputa ao Senado, com seis candidatos competitivos: Mauro Mendes, “Mulher Maravilha”, Carlos Fávaro, José Medeiros, Zé Pedro Taques e Antônio Galvan, o deputado estadual Júlio Campos cravou com quem ficarão as duas vagas: o primeiro para Mauro Mendes e, a segunda, para a “Mulher Maravilha”.

Segundo o deputado unista, o caminho mais viável seria Jayme Campos sair candidato ao Palácio Paiaguás, porque são menos concorrentes, com três no páreo: Pivetta, Wellton e Natasha.

Para o parlamentar a eleição seria de dois turnos, com chances reais de Jayme Campos estar na disputa final.

E por falar em Jayme Campos, o Senador unista mantém as portas abertas para possíveis alianças em torno de seu nome.

Nos próximos dias, o várzea-grandense Jayme Campos vai se reunir com o ex-governador Zé Pedro Taques, que assume o PSB para discutir uma composição eleitoral.

Além de Zé Pedro Taques, Jayme Campos mantém canais abertos com o PSD do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Fávaro, e também com a Mulher Maravilha, pré-candidata ao Senado pelo MDB e considerada a principal adversária política do núcleo duro do Palácio Paiaguás.

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Política

Mudança de vice expõe fissuras no PL e reabre controvérsias sobre passado político de Alencar Farina

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O Senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, alterou a composição de sua chapa majoritária para a disputa pelo Palácio Paiaguás. Marcelo Maluf (Novo), anteriormente anunciado como candidato a vice-governador, foi retirado da composição e substituído pelo médico Alencar Farina, também filiado ao Partido Liberal (PL). A mudança ocorreu na reta final das articulações políticas e foi formalizada perante a Justiça Eleitoral por meio de ata, sem que, segundo as informações apresentadas, tivesse havido uma negociação prévia com o Novo.

De acordo com o Partido Liberal, os convencionais aprovaram, por unanimidade, o nome de Alencar Farina para ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada por Fagundes. A decisão modificou uma composição que vinha sendo construída com a participação de diferentes forças políticas e retirou do Novo o espaço que havia sido destinado ao partido na formação da chapa majoritária. Com a alteração, o PL passou a concentrar as duas principais posições da candidatura ao Governo de Mato Grosso.

O empresario Marcelo Maluf havia sido apresentado anteriormente como indicação do Novo para a vice de Fagundes, em uma composição que buscava ampliar a sustentação partidária do projeto eleitoral. A substituição ocorreu depois de semanas de negociações destinadas a consolidar o palanque do senador. A mudança, contudo, acrescentou uma nova variável ao cenário político, justamente em um momento no qual os partidos envolvidos precisavam harmonizar interesses e definir os espaços que cada legenda ocuparia na campanha.

Além da alteração formal na chapa, a escolha de Farina provocou reações dentro do próprio PL. Setores da militância identificados com a direita e com o bolsonarismo passaram a questionar a indicação em razão da trajetória política anterior do médico. O episódio reacendeu, entre esses grupos, a acusação de que Fagundes teria adotado uma postura considerada incompatível com a orientação ideológica defendida por parte da legenda.

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A principal controvérsia está relacionada ao histórico político de Alencar Farina e às alianças que marcaram sua trajetória antes da filiação ao PL. O médico acumulou participações em disputas eleitorais ao lado de integrantes de partidos de esquerda em Mato Grosso. Esse passado passou a ser utilizado por críticos da escolha para questionar a coerência política da composição anunciada por Fagundes.

Em 2004, Farina concorreu ao cargo de vice-prefeito de Cuiabá na chapa encabeçada por Alexandre César, do Partido dos Trabalhadores (PT). Naquele pleito, a aliança reunia PT, PL e PCdoB, evidenciando uma configuração partidária diferente da polarização que posteriormente passou a marcar o ambiente político nacional. A participação na chapa petista tornou-se, anos depois, um dos principais elementos utilizados para relembrar a trajetória política do atual indicado à vice.

A relação de Farina com o PT também se estendeu às eleições seguintes. Em 2008, o médico disputou uma vaga na Câmara Municipal de Cuiabá pelo Partido dos Trabalhadores. Quatro anos depois, em 2012, seu nome chegou a ser lançado por integrantes da legenda para uma eventual candidatura à Prefeitura de Várzea Grande. O histórico reforçou as críticas dos setores que defendem uma identidade ideológica mais rígida para o PL.

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A trajetória política de Farina, entretanto, também se cruza diretamente com a de Wellington Fagundes. Segundo o relato apresentado, a aproximação entre os dois remonta a 2003, quando o médico deixou o PMDB e ingressou no PT com o aval de José Alencar. Naquele período, Fagundes teria participado do processo que aproximou Farina da nova legenda, estabelecendo uma relação política que, mais de duas décadas depois, volta ao centro das discussões eleitorais.

O reencontro político entre Fagundes e Farina ocorre, portanto, em um contexto completamente diferente daquele em que ambos iniciaram suas trajetórias de aproximação. A escolha do médico para a vice-governadoria resgatou episódios do passado e expôs divergências entre setores do PL, sobretudo entre aqueles que rejeitam qualquer aproximação política com o PT. O movimento também pode exigir do candidato ao Governo uma estratégia capaz de preservar a unidade interna e, simultaneamente, manter coeso o conjunto de partidos reunidos em seu palanque.

A alteração da chapa, por fim, coloca Wellington Fagundes diante de um dos primeiros grandes desafios de sua campanha: administrar as consequências políticas da escolha de seu companheiro de disputa.

Ao substituir um nome indicado pelo Novo por um integrante do próprio PL, o senador modificou o equilíbrio inicialmente projetado para a aliança e abriu uma nova frente de debate dentro de sua própria legenda.

A partir de agora, a capacidade de conciliar diferentes grupos políticos, explicar os critérios da decisão e preservar a unidade do palanque será determinante para a consolidação da candidatura ao Palácio Paiaguás.

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