ECONOMIA
“Louly Chocolate”, a paixão que virou um grande negócio
A empresária Fabiane Louly cresceu encantada com o chocolate. Desde pequena brincava de fazer chocolate em forminhas de brinquedo. E ao longo da adolescência foi fazendo alguns cursos e fazia para vender e ter seu próprio dinheiro.
E quanto mais a empresária estudava sobre o chocolate, mais se apaixonava. Até optar em transformar sua paixão em negócio, Fabiane cursou a faculdade de Odontologia e em 2014, juntamente com seu marido Christiano Cesar da Silva decidiram investir em ter uma marca própria e abriram a primeira loja da Louly Chocolate em uma das avenidas mais importantes de Cuiabá, a Avenida Getúlio Vargas.
Os empresários então fizeram pesquisas de mercado para saber as tendências e o gosto do público e optaram pela Linha Personnaliser que é voltada para o lado empresarial de eventos com chocolates com logomarcas de empresas, para aniversário e casamento, totalmente personalizado para o cliente.
A linha da Louly ainda tem chocolate ao leite, meio amargo, cacau e diet, linha exclusiva sem lactose e a Funcional que é a base de chocolate 70% cacau com produtos como chia, Goji Berry, linhaça, pimenta e gengibre que fazem bem ao corpo e a quem quer cuidar dele.
FRANQUIA
Hoje a Louly Chocolates além de inaugurar um quiosque no Shopping Três Américas em Cuiabá, também é uma marca franqueadora.
“Fizemos pesquisa de mercado e achamos que tem tudo a ver com a nossa proposta por ser o shopping mais cuiabano de Cuiabá“, explica Fabiane.
Já tem uma loja na cidade de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso que é uma das cidades promissoras do estado e está em expansão como uma das franquias que não exige um custo tão alto, mas tem um produto de qualidade a preços competitivos de uma marca cuiabana de fabricação cuiabana.
Um dos produtos que é exclusividade da Louly é o café na casquinha que é servido na casquinha com chocolate, e não tem quem não se encante com esse produto da franqueadora.
“Outra delícia é o fondue de frutas, o Cream Cone feito para agradar os vários paladares“, comenta Fabiane.
FRANQUIA LOULY CHOCOLATE
A empresa oferece aos franqueados três modelos de negócio: quiosque ideal para shoppings, loja indicada tanto para shoppings e aeroportos, quanto para pontos de rua e microfranquia que são para pontos em faculdades, clubes, centros empresariais e hospitais.
“Estamos abertos a propostas para franqueados de qualquer parte do Brasil e daremos todo o suporte para que nosso franqueado possa expandir ainda mais seu negócio“, diz ela.
ECONOMIA
Europa supera China e paga até 40% mais pela carne bovina produzida em MT
Embora a China continue como principal compradora da carne bovina produzida em Mato Grosso, são os mercados europeus que oferecem a maior remuneração pelo produto do Estado. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que, no primeiro semestre de 2026, a União Europeia pagou, em média, US$ 6.390 por tonelada de carne bovina mato-grossense, enquanto os demais países europeus desembolsaram US$ 6.667 por tonelada. Os valores superam em até 40% o preço médio pago pela China, de US$ 4.745 por tonelada.
A diferença evidencia uma estratégia cada vez mais importante para a pecuária de Mato Grosso: além de ampliar mercados, conquistar destinos que remuneram melhor a carne produzida. Embora a China tenha absorvido 55,2% dos embarques mato-grossenses no primeiro semestre, os mercados europeus se destacam pelo maior valor agregado dos produtos exportados e pelas exigências relacionadas à qualidade e rastreabilidade.
Esse cenário também é refletido no Índice de Atratividade das Exportações, indicador elaborado pelo Imea que compara quanto cada mercado remunera a carne bovina em relação ao valor da arroba do boi gordo em Mato Grosso. Na prática, o índice mede a capacidade de cada destino gerar retorno econômico para a cadeia produtiva: quanto maior o índice, maior é o valor agregado obtido na exportação.

Nesse ranking, a União Europeia lidera com índice de 108,49, seguida pelos demais países da Europa (98,59). Em comparação, a China registra índice de 74,37, atrás ainda do Oriente Médio (76,58) e da América do Norte (75,47). Os números mostram que, embora compre menor volume, o mercado europeu proporciona uma remuneração significativamente superior pela carne mato-grossense.
“A China continuará sendo um parceiro estratégico pela capacidade de absorção de grandes volumes, mas o avanço da carne mato-grossense em mercados como a União Europeia demonstra que nossos produtores também estão preparados para atender consumidores que valorizam qualidade, rastreabilidade e regularidade no fornecimento. Isso aumenta a competitividade da cadeia e agrega valor à produção”, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.
Segundo Andrade, ampliar a presença em mercados mais exigente fortalece toda a cadeia produtiva e reduz a dependência de poucos compradores.
“Diversificar mercados significa aumentar a segurança comercial da pecuária mato-grossense. Quanto maior a participação em destinos que pagam mais pelo produto, maior é o estímulo para investimentos em tecnologia, genética, eficiência produtiva e programas de conformidade socioambiental”, enfatiza.
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