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ECONOMIA

CDL Cuiabá divulga horário especial de funcionamento do comércio em dezembro

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) informa que a partir do dia 1 de dezembro, o comércio local passará a atender em horário especial. Até o dia 31 deste mês as lojas estarão abertas em horário diferenciado tanto no comércio de rua, quanto nas lojas dos Shoppings Centers. Os horários são definidos através da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para Cuiabá e Várzea Grande.

Dos dias 01 a 07, 10 a 14, 26 a 28 e dia 31, as lojas do comércio de rua de Cuiabá funcionarão até às 20h. Nos dias 08 e 09, 15 e 16, 23 e 24, 29 e 30 até às 18h. Na segunda-feira, dia 17 à sexta-feira, 22, os consumidores poderão ir às compras até às 22h.

Já nas lojas localizadas nos Shoppings Centers, terão seu funcionamento nos seguintes horários: No dia 01, dos dias 03 a 08, 10 a 14, 16 a 18 e dos dias 26 a 29 as lojas estarão abertas das 10h às 22h.

No dia 09, das 14h às 20h. No dia 15 e dos dias 19 a 23, funcionarão das 10h às 23h. No dia 24, das 10h às 19h00 e nos dias 30 e 31 das 12h às 18h.

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No dia de Natal, comemorado em 25 de dezembro, o comércio não poderá abrir as portas. Segundo a Convenção Coletiva, “Não haverá expediente normal nos feriados civis e religiosos não autorizados por Lei Municipal (1º de janeiro; Sexta-feira Santa; 1º de Maio (dia do trabalho); 02 de novembro (dia de finados) e 25 de dezembro (Natal)“, sob pena de violação da presente CCT.

A proposta é que todos possam garantir os presentes de Natal para amigos e familiares. Com certeza é uma grande oportunidade para os consumidores e também para os lojistas de alavancar nas vendas“, disse o superintendente da CDL Cuiabá, Fábio Granja.

O superintendente orienta a população para que não deixe para ir às compras em última hora.

Se você se antecipa, consegue se planejar melhor, comprar apenas o necessário e evitar filas e aglomeração de gente“, finalizou.

 

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ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

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Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

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O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

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Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

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