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NOVAS LÂMPADAS EM LED INSTALADAS

20 mil lâmpadas em LED serão trocadas nas principais regiões de Várzea Grande

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Em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, através do Programa MT Iluminado, 20 mil lâmpadas em LED serão trocadas neste mês de outubro para as principais regiões, ruas e avenidas da segunda maior cidade de Mato Grosso, Várzea Grande, que contempla todas as 141 cidades de Mato Grosso.

Essas 20 mil lâmpadas se somam a outras 10 mil lâmpadas em LED que a própria Prefeitura de Várzea Grande através da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, com recursos da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), cobrada nas contas de energia elétrica pagas por consumidores privados e pelo próprio Poder Público, seja ele federal, estadual ou municipal, utiliza para manter a iluminação em ruas, avenidas e logradouros públicos em Várzea Grande, que segundo dados do último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), superou os 300 mil habitantes.

“Além de apoio do governo do Estado que está permitindo um investimento desta envergadura em Várzea Grande e nas demais cidades de Mato Grosso, a Administração Municipal tem utilizado seus recursos para ampliar ainda mais o número de ruas e avenidas atendidas com lâmpadas em LED, visando uma melhor qualidade de vida para as pessoas”, frisou o prefeito Kalil Baracat, sinalizando como fundamental para atrair novas empresas ter disponível energia elétrica, pavimentação asfáltica e segurança.

Kalil Baracat lembrou que a decisão de implementar o MT Iluminado demonstra a preocupação do governador Mauro Mendes com as cidades e a segurança de sua população.

Um sistema de Gestão de Iluminação Pública eficiente traz uma série de benefícios para a população. Afinal, ele amplia a sensação de segurança na cidade, proporciona mais conforto para todos, melhora o trânsito à noite, reduz gastos e assim por diante.

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Com a substituição das lâmpadas tradicionais de vapor de sódio pelos modelos de LED, a iluminação pública tornou-se a porta de entrada para sistemas inteligentes nas cidades. Isso porque é possível utilizar sua infraestrutura para conectar diferentes serviços na localidade.

Além de emitirem menos poluentes e serem mais econômicas e eficientes, as lâmpadas de LED permitem a implementação de projetos de internet das coisas (Internet of Things – IoT) para a criação de cidades inteligentes.

As lâmpadas substituídas não serão reaproveitadas por causa do seu alto consumo de energia elétrica, acima dos 50% de uma lâmpada em LED, que além de mais econômica é ambientalmente correta, mais sustentável.

Além do benefício de uma energia mais duradoura e eficiente, já que as lâmpadas em LED, consomem 50% menos energia e duram mais que as normais, essas trocas permitem economia aos cofres públicos, pois ao contrário do que muitos pensam, a iluminação pública em ruas e logradouros também é paga pelo poder público municipal.

Segundo o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande, Breno Gomes, a iluminação em LED valoriza a cidade, seus imóveis, garante mais tranquilidade e segurança para as pessoas, possibilita um trânsito melhor e permite uma maior economia aos cofres públicos, pois a durabilidade das lâmpadas supera em 50% as atuais e tem mais tempo de durabilidade.

“Em todos os sentidos Várzea Grande foi beneficiada com a troca dessas mais de 30 mil lâmpadas em LED, sendo 20 mil através do Programa MT Iluminado do Governo do Estado e 10 mil de recursos da cidade, pois ele valorizou os imóveis, transformou a vida de muitas pessoas e acabou gerando emprego e renda”, disse Breno Gomes.

Até o final de 2024, Várzea Grande pretende ainda ampliar em 23 mil novas lâmpadas em LED, sendo 18 mil do MT Iluminado e 5 mil em recursos próprios da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), o que representará ainda outro importante avanço, na área de segurança pública e no trânsito.

“Existem estudos realizados em grandes cidades em todo o mundo demonstrando a queda nos índices de criminalidade por causa do fim das áreas sem iluminação e sem monitoramento, o que estamos fazendo, seja com parceria com o Governo do Estado ou com recursos próprios”, disse Kalil Baracat.

O prefeito frisou que nas tratativas com as forças policiais, sejam elas, a própria Guarda Municipal, as Polícias Militar, Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, o quesito iluminação pública é apontado como fundamental no combate a criminalidade.

“Uma cidade mais iluminada, representa mais segurança aos moradores e trabalhadores de Várzea Grande e um aporte indispensável a segurança delas e dos imóveis da cidade. Forças policiais como as polícias militar e judiciária civil, bem como a guarda municipal tem no trabalho de segurança pública um aliado indispensável que é a iluminação que ajuda não apenas no combate a criminalidade como também em evitar a ação dos criminosos que sempre procuram locais sem monitoramento e de pouca iluminação”, explicou o prefeito.

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ECONOMIA

Recuperação das bacias hidrográficas encerra ciclo de sobretaxa na energia elétrica no Brasil

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou, na última sexta-feira, 25, o acionamento da bandeira verde para o mês de outubro em todo o território nacional. A decisão do órgão regulador assegura que a tarifa de energia elétrica cobrada dos consumidores brasileiros não terá nenhum acréscimo financeiro no próximo período de faturamento, marcando uma virada expressiva na gestão dos recursos energéticos do país.

Esta mudança tarifária beneficia diretamente os milhões de consumidores residenciais, comerciais e industriais conectados ao Sistema Interligado Nacional. O encerramento das cobranças adicionais atinge toda a população atendida pela rede elétrica integrada, aliviando o orçamento das famílias e reduzindo os custos operacionais do setor produtivo brasileiro após sucessivos meses de tarifas elevadas.

A medida passa a vigorar oficialmente a partir do dia primeiro de outubro, abrangendo todo o ciclo de faturamento mensal do mês vindouro. As faturas emitidas pelas distribuidoras locais ao longo desse período já refletirão a ausência do custo extra, consolidando a transição do regime tarifário que vigorou durante os meses mais secos do ano.

O encerramento da sobretaxa ocorreu devido ao início do período de transição entre as estações seca e úmida nas principais bacias hidrográficas do país. O aumento do volume de chuvas nas regiões Sul e Sudeste estabilizou os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, permitindo ao Operador Nacional do Sistema Elétrico reduzir o uso das usinas termelétricas, cujo custo de geração é consideravelmente mais alto.

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O alívio financeiro se concretizou com o término da bandeira amarela, que vigorou ininterruptamente entre os meses de maio e setembro deste ano. Durante esse intervalo de cinco meses, a sobretaxa imposta aos consumidores gerava um custo adicional de R$ 1,885 para cada cem quilowatts-hora consumidos, onerando o orçamento doméstico em um momento de atenção aos gastos essenciais.

Para uma família brasileira com consumo médio mensal de duzentos quilowatts-hora, a alteração anunciada representa uma economia direta de cerca de R$ 3,77 na fatura, valor calculado antes da incidência dos impostos estaduais e federais. Embora pareça modesta individualmente, essa redução gera um impacto positivo significativo quando somada em escala nacional, estimulando o consumo e reduzindo a pressão inflacionária sobre o custo de vida.

O processo de definição das bandeiras tarifárias é gerenciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) com base no monitoramento contínuo das condições de geração de energia no país. O Operador Nacional do Sistema Elétrico avalia semanalmente a capacidade dos reservatórios e os custos de produção, fornecendo os dados técnicos que fundamentam a decisão do órgão regulador sobre a necessidade ou não de acionar fontes de energia complementares.

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O histórico regulatório de 2026 demonstra a oscilação direta das tarifas em relação às condições climáticas observadas no país. A bandeira verde vigorou inicialmente de janeiro a abril, período em que o regime de chuvas mantinha os reservatórios em níveis confortáveis, garantindo a geração limpa e barata sem a necessidade de cobranças adicionais na conta dos cidadãos.

A deterioração das condições hídricas a partir do outono exigiu o acionamento da bandeira amarela no mês de maio, quando o início do período seco começou a afetar criticamente os estoques de água. A manutenção dessa taxa suplementar até setembro refletiu a sustentada necessidade de operar usinas térmicas para garantir o suprimento elétrico contínuo e evitar riscos de desabastecimento no território nacional.

A reabertura do ciclo de bandeira verde em outubro sinaliza uma perspectiva otimista para o encerramento do ano no setor elétrico nacional. A recuperação do volume dos reservatórios e a previsão de continuidade das precipitações pluviométricas nas áreas de captação oferecem estabilidade ao sistema energético, garantindo modicidade tarifária para a sociedade e maior previsibilidade para os agentes econômicos do país.

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