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Taques costura apoio de Maggi para ter uma forte base aliada com pelo menos 12 partidos em sua campanha para a reeleição

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Embora insista, com até uma certa veemência, que só irá definir sua candidatura em março ou nos primeiros dias de abril, quando se encerra o ciclo de candidaturas, o governador José Pedro Gonçalves Taques (PSDB) reserva diariamente, em sua agenda de trabalho, um tempo para discutir a reeleição.

Pedro Taques, através de emissários vem procurando manter a base que o elegeu em 2014 unida para a sua reeleição e tentando até voltar a ter apoio de um partido que o abandonou no decorrer do governo, Partido Progressista, o PP. Tanto assim que vem mantendo seguidas conversações com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Blairo Borges Maggi que já afirmou que vai disputar a reeleição ao Senado Federal.

Com o objetivo de repetir a vitoriosa base de 2014, com 12 partidos na coligação “Coragem, e Atitude para Mudar”, Taques acredita que Maggi, que estará ativamente na disputa será um “cabo eleitoral” de grande valia e que precisa estar em sintonia com a reeleição.

Mesmo tendo mudado o seu staff, agora com perfil político, se mostrado mais preocupado em honrar compromissos com as prefeituras do Estado, Pedro Taques não admite que estará no pleito, em 2018. A última vez em que relutou foi na última sexta-feira (8), durante a Caravana da Transformação, em Rondonópolis.

– Mauro Mendes Ferreira: foi seu aliado nas eleições de 2010, 2012 e 2014, e mesmo dizendo que falara de Eleição sé em 2018, e que só vai definir mais precisamente no mês de abril, e o que tudo indica, devera segundo alguns amigos mais próximos de Mendes, estar em palanque diferente a do governador Pedro Taques em 2018.

  • Carlos Baqueta Fávaro: é considerado outro carregador de piano para as próximas eleições do ano que vem. Os amigos de partido dizem que ele deve disputar uma vaga na Câmara Federal e, sem dúvidas, com o apoio da classe produtora terá votos para se eleger e ser fundamental no apoio ao candidato ao Governo do Estado, no caso a reeleição de Taques. Mas não é o que analisa o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, e segundo ele, Favaro tem todas as condições de sair vitorioso nas Eleições de 2018 como governador do Estado. Já que tem apoio da maioria dos prefeitos do PSD, assim como de seus vereadores, podendo conseguir mais votos e mais apoios de outros partidos descontentes com a administração Pedro Taques.

– Jayme Campos: outro nome forte para a Eleição de 2018, e segundo os caciques do Democrata, apoio a Taques foi só em 2014, hoje o partido pensa seriamente em colocar um nome para a disputa eleitoral do ano que vem e é considerado um dos nomes mais experientes da classe politica no Estado, e afirmou que poderá colocar seu nome a disposição do partido com possibilidade de ser uma alternativa na Majoritária de 2018. Jayme Campos vai se desligar da Secretaria de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande em março de 2018.

– Antônio Joaquim: o Conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), chegou de se apresentar como candidato ao Governo do Estado pelo PTB, mas ate o momento, sua filiação ainda não foi registrada junto ao Tribunal regional Eleitoral (TRE), Joaquim aguarda sua aposentadoria que foi negada pela Procuradoria Geral da República (PGR), deu parecer contrário à aposentadoria. A manifestação ocorreu na consulta feita pelo governador Pedro Taques (PSDB), que aguardava o documento para assinar, ou não, o ato de aposentadoria.

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Antônio Joaquim pediu aposentadoria por ter 61 anos de idade, 37 anos de tempo de contribuição, além de 35 anos de exercício no serviço público.

– Carlos Bezerra: o presidente estadual do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, por exemplo, ressalta que a administração do tucano faz abominação dos políticos, e reuniu dirigentes de 9 partidos este ano, o PMDB, PR PPS, PP, PSC, PCdoB, PTB, PDT e PT, já pensando em fazer articulações para as Eleições de 2018, e chegaram ate mesmo de ensaiarem um grande ofensiva contra Taques. Os caciques dos partidos, classificaram na época que a gestão do governador Pedro Taques era fracassada, absolutista e despreparada.

Em uma entrevista para uma das maiores revista do Brasil, Isto É Dinheiro, o governador mato-grossense, Pedro Taques, falou que poderá ser candidato a reeleição em 2018 pelo seu partido, e como sempre fez e vai continuar fazendo, quer combater a corrupção que se alastrou em Mato Grosso. “A eleição é ano que vem e eu quero ser um candidato, ser um bom governador pro Estado de Mato Grosso, para a nossa população. E é sempre bom dizer que desde o Senado, durante quatro anos, eu combati esta organização criminosa que se apoderou do Estado de Mato Grosso”.

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Só que para conseguir voltar a sentar na cadeira numero 1 do Estado, o governador mato-grossense tem que correr contra o tempo, voltar colocar a casa em ordem, arrumar a cozinha, e se vacinar contra um possível fomo amigo, e segundo ele próprio já disse, esta bastante confiante de que vai conseguir superar todas as dificuldades encontradas no caixa do Estado, e com isso bater os concorrentes ao Governo do Estado nas Eleições de 2018. Em uma pesquisa realizada pelo partido, de consumo interno, para saberem como anda o desempenho do tucano Pedro Taques, mostram que Mauro Mendes e Carlos Favaro lideram.

Todas as pesquisas de opinião pública obrigatoriamente deverão ser registradas, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso a partir de janeiro de 2018, antes mesmo que as equipes sejam colocadas nas ruas, para as entrevistas de campo.

A expectativa agora fica por conta de uma pesquisa do IBOP que foi encomendada pelo Secretario de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Veríssimo de Campos, uma do empresário Mauro Mendes Ferreira, e uma do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, senador Blairo Maggi (PP), que vira quentinha, saindo do forno, para avaliarem como anda os bastidores da politica mato-grossense.

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Polícia Militar define finalistas para o topo da carreira institucional

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A disputa por uma vaga de coronel é o ponto culminante da carreira dos oficiais militares e das forças de segurança públicas (como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros). O posto de coronel representa o último degrau e o topo da hierarquia dessas instituições, o que torna essa concorrência extremamente acirrada e de importância estratégica.

O coronel deixa as funções operacionais de campo para assumir o planejamento estratégico, comandando batalhões inteiros, diretorias ou grandes comandos regionais. Os coronéis interagem diretamente com o alto escalão do governo estadual ou federal (como Secretários de Segurança e Governadores), participando da formulação de políticas públicas de segurança. É desse grupo restrito que sai o Comandante-Geral da instituição, o cargo máximo de liderança.

Diferente das promoções iniciais, que consideram bastante o tempo de serviço (antiguidade), a vaga para coronel costuma basear-se fortemente no critério de merecimento. Isso envolve avaliações de desempenho rigorosas, histórico limpo e cursos de aperfeiçoamento. O número de vagas para coronel é altamente limitado por Lei. Conforme a pirâmide militar se estreita, centenas de tenentes-coronéis competem por pouquíssimas cadeiras vazias.

Cinco vagas para o posto de coronel

A Comissão de Promoção de Oficiais (CPO) da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT) definiu, no cenário institucional do estado, a lista dos quinze tenentes-coronéis que disputam as cinco vagas para o posto de coronel.

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O ato administrativo ocorreu no âmbito das avaliações internas da corporação e busca preencher as vagas do posto mais elevado da hierarquia policial militar mato-grossense.

A deliberação oficial abrange todo o Estado de Mato Grosso, reunindo oficiais com atuação estratégica tanto na capital, Cuiabá, quanto em importantes municípios do interior.

As promoções respondem à necessidade contínua de renovação do alto comando militar, garantindo a continuidade do planejamento e da execução das diretrizes de segurança pública.

O processo seletivo foi conduzido de forma criteriosa pela própria comissão especializada da corporação, mediante a análise minuciosa de méritos, histórico funcional e pontuações acumuladas.

A relação reúne oficiais que atuam em unidades da Capital e do interior do Estado. As notas atribuídas pela comissão variam de 5,34 a 4,87.

A maior nota da lista é do tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, comandante regional de Cáceres, com 5,34. Na sequência aparecem, tenente-coronel Paulo Jailson Secchi de Ávila, que atua em Nova Mutum aparece com nota 5,337; Murilo Franco de Miranda, de Tangará da Serra, com 5,327; Fábio Alves Ribeiro, comandante da Rotam, com 5,32; e Oswaldo Marins Rabelo, de Alta Floresta, com 5,29.

Completam a relação Cleiton de Moura Viana, Breno Chaves Nogueira, Nagila de Moura Brandão, Fábio Mota de Souza, Victor Lúcio do Prado, Adonival Coelho de Souza Junior, Bruno Marcel Souza Tocantins, Gyancarlos Paglyneari Cabelho, Jussara Cristina Novacki e Marcelo Moraes de Souza.

Entre os quinze selecionados, destacam-se duas oficiais mulheres: as tenentes-coronéis Nagila de Moura Brandão, do 9º Batalhão, e Jussara Cristina Novacki, integrante da Diretoria de Defesa da Mulher.

O governador Otaviano Pivetta confirmou expressamente que, entre as cinco vagas disponíveis para a promoção, ao menos uma será destinada ao preenchimento por uma mulher.

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A decisão final caberá ao chefe do Executivo Estadual, que receberá uma lista tríplice indicativa para cada vaga e anunciará os novos coronéis no prazo estimado de cinco dias.

Após a oficialização do ato administrativo, os cinco oficiais escolhidos tomarão posse na mais alta patente, assumindo responsabilidades estratégicas na condução da segurança do Estado de Mato Grosso.

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