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"THE DAY AFTER"

Na política de Mato Grosso: momentos de instabilidade e cruzamento de apoios

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, estamos caminhando para mais um final de semana, e a república brasileira agoniza e revela o poder paralelo em BSB. O Brasil está atônito, os brasileiros boquiabertos, os envolvidos se cagando, políticos de um lado e de outro entre sorrisos, comemorações, insônias e dores no peito.

Quinta-feira será longo, noite interminável e o Day After sempre evidente que teremos ao amanhecer vai fazer o compasso de espera do final de semana.

As perguntas que embalam mesas de bar, horizontalidade de camas e conforto em sofás são as seguintes: O ministro Alexandre de Moraes cai? Daniel Vorcaro agora entrega para tentar se safar? Paulo Gonet será destituído? Andres vai ser colocado pra fora pelos homens e colegas sérios da PF?

Caraca…lapada, lapada, lapada, bomba, bomba, bomba! Deus nos acuda, salve-se quem puder ou qualquer coisa parecida.

Haja Rivotril para esta turma, hoje, amanhã…

Segue o fluxo!

Volta pra Terra de Rondon

Você já tentou entender política e terminou mais confuso do que começou? Alianças que mudam, partidos que negociam, oposições, governo, eleições e aquela sensação de que todo mundo está jogando um jogo diferente.

E a tal de Fidelidade Partidária que perdeu força. Os interesses eleitorais e a força individual dos candidatos passaram a pesar mais do que a “Identidade Partidária”, criando situações em que integrantes de um mesmo campo político acabam apoiando nomes diferentes.

No meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso na política, o que é ruim sempre pode piorar. A um mês das eleições gerais de 2026, a crise avança como as enchentes pelas ruas de minha “QUERIDA” e “QUENTE” Cuiabá de meus amores.

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Esses conflitos nas siglas partidárias, é daquelas crises de que não se sabe o rumo, nem vítimas ou danos, mas tem epílogo conhecido: não haverá vencedor.

Em meio à confusão na disputa na disputa pelo Palácio Paiaguás, o Boteco da Alameda tem recebido mensagens de outros Estados pedindo para explicar a situação.

E a resposta do Boteco da Alameda é que Mato Grosso vive um momento de forte instabilidade e cruzamento de apoios, classificados por líderes como uma verdadeira “bagunça”.

As eleições estaduais romperam as fronteiras tradicionais dos partidos, com legendas perdendo o controle central sobre os palanques.

O ambiente político é marcado por uma sequência

Enquanto a cúpula do Partido Liberal (PL) tenta manter a disciplina, prefeitos, líderes importantes da sigla têm se aproximado do candidato ao Governo do Estado, o Republicanos, Otaviano Pivetta, levando a direção locais a tomarem medidas drásticas, como a destituição do dirigente em municípios chaves como Rondonópolis.

Segundo o presidente da sigla na Terra de Rondon, Ananias Filho, o partido estará abrindo um procedimento para a expulsão de três prefeitos: Flávia Moretti de Vadjú, Cláudio Ferreira de Rondonópolis e Sérgio Machnic de Primavera do Leste. O prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Paia, já pediu a desfiliação do partido.

Nota de rodapé: o documento precisa ser encaminhado ao Conselho de Ética da sigla, responsável por receber a defesa dos gestores e elaborar um parecer antes da decisão final da Executiva Estadual sobre a expulsão ou outra medida disciplinar, o que demandar 90 dias.

Os frequentadores do Boteco da Alameda, são unânimes em afirmar: vai terminar em pizza.

União Brasil

O Diretório Estadual do União Brasil na Terra de Rondon apoia Otaviano Pivetta. Massss…, alas do partido, como o “Capitão Jaymão”, caminha com o liberal Wellton Fagundes e a Mulher Maravilha, adversários dos candidatos apoiados pelo grupo majoritário de sua legenda.

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Com o “Capitão Jaymão” fora da corrida pelo Palácio Paiaguás, apoiadores migraram para o Republicanos, Pivetta. O deputado estadual pelo União Brasil (UB), Dilmar Dal Bosco, que havia defendido a candidatura do “Capitão Jaymão”, está agora entre os aliados do Otaviano Pivetta.

O Boteco vai falar

– No PL, Wellton Fagundes tenta manter unido um partido no qual prefeitos importantes se aproximam de Pivetta.
– No União Brasil (UB), a direção está com Pivetta, enquanto o “Capitão Jaymão trabalha por Wellton.
– No MDB, que apoia o projeto eleitoral de Wellton, há lideranças locais apoiando o Pivetta.

Eitaaa lasqueiraaa!

Assim sendo, o resultado na Terra de Rondon é um tabuleiro bagunçado e caótico como estamos vendo.

E para finalizarmos, como fica a campanha proporcional?

Candidatos a deputados precisam conciliar a estratégia das próprias legendas com alianças municipais construídas ao longo dos últimos anos, algumas delas com prefeitos e grupos que escolheram candidatos diferentes para o Palácio Paiaguás e a Casa Alta.

As próximas semanas deverão mostrar até onde as direções partidárias pretendem tolerar esse modelo.

Por enquanto, a eleição estadual caminha com uma característica cada vez mais evidente: as coligações formadas, mas os palanques políticos deixaram de obedecer integralmente às fronteiras dos partidos.

Segue o fluxo!

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Política

Partidos direcionam “verbas milionárias” do “Fundo Público” para candidaturas à Câmara dos Deputados

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A gestão dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha ganha contornos definitivos em Mato Grosso com o expressivo volume financeiro injetado pelas direções nacionais partidárias na corrida eleitoral para a Câmara dos Deputados. O repasse estratégico de verbas milionárias evidencia o peso político do estado na composição da bancada federal, com legados e novas lideranças regionais recebendo aportes substanciais para a consolidação de suas bases eleitorais.

O envio das verbas públicas ocorre neste período crucial de consolidação das campanhas eleitorais, momento em que os partidos intensificam os investimentos em propaganda, logística e mobilização de rua. Os dados atualizados foram disponibilizados publicamente pela Justiça Eleitoral no início deste mês, marcando o ritmo acelerado das prestações de contas oficiais e do planejamento tático das legendas que disputam as vagas no Congresso Nacional.

O direcionamento dos recursos abrange as principais coligações e partidos com representatividade em Mato Grosso, estendendo-se por colégios eleitorais estratégicos que vão desde a capital, Cuiabá, até polos do Agronegócio e do interior, como Rondonópolis, Várzea Grande, Cáceres e Tangará da Serra. As siglas concentram os maiores valores em nomes de alta densidade eleitoral para garantir o preenchimento das cadeiras destinadas ao estado em Brasília.

A liberação de “Valores Milionários” das “Verbas Públicas Partidárias” visa garantir a viabilidade operacional das candidaturas prioritárias e fortalecer as chapas proporcionais diante do acirramento da disputa nas urnas. O aporte atua como combustível indispensável para o financiamento de santinhos, contratação de equipes de apoio, impulsionamento digital e deslocamentos em um estado de vasta extensão territorial.

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A Direção Nacional do Podemos estruturou a distribuição de R$ 3,4 milhões para a chapa de federais em Mato Grosso priorizando a equidade e o equilíbrio entre seus concorrentes. Adotando um critério homogêneo para evitar desarmonia interna, a legenda garantiu que a maioria dos pleiteantes contasse com quantias expressivas, reservando as maiores cotas para as figuras de maior projeção popular na busca por votos.

Os deputados apontados como os principais “puxadores de voto” da legenda do Podemos lideram o rateio partidário. O deputado federal à reeleição Nelson Barbudo e o ex-deputado federal Neri Geller encabeçam a lista com a destinação de R$ 500 mil para cada uma de suas campanhas.

Na sequência, seis candidatos receberam R$ 400 mil cada: o ex-secretário de Segurança Pública César Roveri, as vereadoras Katiuscia Mantelli, Kalynka Meirelles e Gisa Barros, além do Pastor Marcos Ritela e do delegado Fred Murta.

A maior quantia acumulada individualmente entre as siglas analisadas pertence à Federação União Progressista Nacional, que já destinou R$ 6,432 milhões a seus candidatos a deputado federal no estado. O destaque absoluto da verba é o ex-deputado federal Nilson Leitão (PP), contemplado com expressivos R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário para a estruturação de sua campanha rumo ao Congresso Nacional.

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A divisão interna dos recursos no União Brasil alocou R$ 1 milhão para o deputado federal Fábio Garcia e quantia idêntica de R$ 1 milhão para a ex-primeira-dama Virginia Mendes, situando ambos no topo do repasse do partido. Completando a distribuição da sigla, a ex-vereadora Sandy Paula foi contemplada com R$ 500 mil, enquanto o vice-prefeito de Tangará da Serra, Eduardo Sanchez, recebeu o montante de R$ 432,9 mil.

A ala do Progressistas registrou a destinação de R$ 600 mil para a vereadora de Cáceres, Magaly da Silva, somando-se ao montante principal entregue a Nilson Leitão. Em contrapartida, os registros oficiais revelam a ausência total de repasses do Fundo Eleitoral para a candidatura do ex-deputado federal Victório Galli até este momento do pleito.

As informações detalhadas sobre a movimentação financeira das campanhas constam nos sistemas DivulgaCand e DivulgaCandContas, mantidos e atualizados pela Justiça Eleitoral. Por meio da transparência pública exigida pela legislação eleitoral brasileira, a divulgação oficial dos dados garante que cidadãos e órgãos de fiscalização acompanhem a aplicação exata do dinheiro público no financiamento da democracia.

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