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CONDUTAS VEDADAS E PERMITIDAS

Normas eleitorais resguardam a isonomia no pleito de 2026 e limitam pronunciamentos oficiais

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A Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT) uniram esforços institucionais para disciplinar a atuação dos servidores públicos durante o processo de escolha dos novos representantes políticos. As pastas editaram uma cartilha detalhada que compila as condutas vedadas e permitidas no período que antecede as eleições, servindo como um guia prático e oficial para evitar desvios de finalidade e garantir a lisura democrática no estado.

As novas restrições legais entram em vigor a partir deste sábado, dia 4 de julho de 2026, inaugurando o período crítico de defeso eleitoral estipulado pela legislação brasileira. A definição exata dessa data limite cumpre o calendário rigoroso estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exigindo dos órgãos públicos uma transição imediata para um regime de comunicação altamente controlado e focado estritamente na utilidade pública essencial.

A proibição rigorosa incide sobre a realização de pronunciamentos oficiais de agentes públicos em cadeias de Rádio e Televisão que versem sobre realizações de governo ou programas de gestão. A medida visa impedir que a estrutura governamental e o alcance massivo das transmissões simultâneas sejam utilizados, de forma direta ou indireta, para promover gestores que pretendem concorrer ao pleito ou apoiar aliados políticos.

O impedimento severo ocorre especificamente no território do Estado de Mato Grosso, aplicando-se de forma indistinta a todas as secretarias, autarquias e empresas públicas vinculadas ao Poder Executivo Estadual. O monitoramento das redes de transmissão abrange tanto as emissoras sediadas na capital quanto as retransmissoras do interior, assegurando que a vedação possua eficácia plena em toda a extensão geográfica sob a jurisdição do governo local.

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Os órgãos de controle técnico e jurídico, representados pela CGE-MT e PGE-MT, idealizaram e executaram a produção do documento normativo que baliza essas regras. O corpo de auditores do Estado e os procuradores atuaram em conjunto para converter a complexa jurisprudência eleitoral em diretrizes claras, assumindo o papel de instâncias consultivas fundamentais para o esclarecimento de dúvidas e para a fiscalização preventiva dos atos administrativos.

A fundamentação jurídica que sustenta a proibição baseia-se estritamente na Lei das Eleições (Lei Federal nº 9.504/1997), bem como nas resoluções contemporâneas emanadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nos pareceres vinculantes emitidos pela própria Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT). O arcabouço normativo tem como objetivo primordial proteger a moralidade administrativa e assegurar a igualdade de oportunidades entre os candidatos, evitando que a máquina pública desequilibre a disputa eleitoral.

O descumprimento intencional ou culposo das restrições pode acarretar sanções graves aos infratores, incluindo a aplicação de multas pecuniárias substanciais e a instauração de processos de responsabilização administrativa. Além das punições financeiras e corporativas, os agentes políticos que violarem os preceitos legais sujeitam-se à cassação do registro de candidatura, à perda do diploma e à declaração de inelegibilidade por prazos prolongados.

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A restrição técnica detalhada pelos órgãos de controle atinge especificamente a transmissão simultânea de conteúdos por várias emissoras de rádio ou televisão, formato conhecido como cadeia nacional ou estadual. A legislação esclarece que os pronunciamentos comuns e as entrevistas isoladas transmitidas por apenas um veículo de comunicação permanecem autorizados, contanto que mantenham caráter meramente informativo e focado nos serviços essenciais.

O texto legal estabelece exceções pontuais para a veiculação de publicidade institucional ou pronunciamentos oficiais em situações de extrema urgência, relevância pública e comprovada necessidade social. Em cenários excepcionais, como epidemias graves, crises sanitárias agudas ou desastres naturais de grande magnitude, a comunicação governamental poderá ser realizada, desde que haja prévia e expressa autorização da Justiça Eleitoral.

Para garantir o cumprimento integral e contínuo das novas exigências, os servidores do Estado e os gestores públicos devem acessar a cartilha completa disponível nas plataformas digitais da Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT).

Caso surjam dúvidas específicas em situações cotidianas não previstas no manual, os interessados devem formular consultas formais aos órgãos competentes, assegurando a blindagem jurídica dos atos administrativos até o encerramento do pleito.

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Destaques

Mato-grossense conquista título brasileiro da PBR Brazil

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O Campeão Brasileiro da temporada 2025/2026 da PBR Brazil é o mato-grossense, João Paulo Velasco, da cidade de Paranaíta (MT). Ele confirmou o favoritismo na grande final realizada na Festa do Peão de Barretos, somando 1.798 pontos e garantindo vaga para competir nos Estados Unidos e uma premio de R$ 500 mil reais, incluindo uma picape Mitsubishi Triton Katana zero quilômetro.

Mesmo com Velasco na liderança do campeonato nacional, a disputa pelo título permaneceu aberta até a última rodada. A diferença entre os competidores fez com que praticamente cada montaria da noite pudesse interferir na classificação.

Touros derrubam maioria na semifinal

Antes da decisão, 20 competidores entraram na arena para disputar a semifinal neste domingo. Os touros levaram a melhor sobre mais da metade dos atletas.

José de Castro conseguiu a maior pontuação da rodada ao marcar 88,20 pontos sobre o touro Justiceiro, da Companhia 2M Marcondes Maia. João Paulo Velasco fez 87,80 a bordo do touro Pacífico, da Companhia Califorina. Gabriel, por sua vez, somou 85,95 no Gato Preto, da 2M Marcondes Maia.

Oito competidores avançaram para a rodada decisiva: João Paulo Velasco, Gabriel Henrique da Silva, Lucas Araújo, Warley Oliveira da Silva, o Kafé, José de Castro, Uermerson dos Santos e Dimas Neto.

Apenas três completam os oito segundos na final

Na rodada que definiu os campeões, os oito classificados encararam alguns dos touros mais difíceis da competição. Somente três peões conseguiram permanecer os oito segundos necessários sobre os animais.

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A maior nota da final foi de Dimas Neto, que marcou 90,40 pontos ao superar Cheque em Branco, da Companhia 2M Marcondes Maia

João Paulo Velasco, por sua vez, subiu ao touro Mickey Mouse já com o título brasileiro garantido, com a queda de Warley Oliveira da Silva, o Kafé, na final. Velasco completou os oito segundos e tirou 87,75.

A vitória em Barretos também projetou novamente Paranaíta no cenário nacional da montaria em touros. A cidade mato-grossense passa a ter seu nome associado à conquista de um dos principais títulos da modalidade no Brasil, enquanto Mato Grosso reforça sua presença entre os estados que revelam competidores de destaque no rodeio profissional.

Aos 21 anos, João Paulo alcançou o título brasileiro em uma fase de consolidação de sua carreira. A pouca idade, associada ao resultado obtido diante de uma arena tradicional e de uma disputa de alto nível, amplia as expectativas em torno dos próximos passos do peão, que agora terá pela frente desafios ainda maiores fora do país.

Depois da conquista nacional, o próximo destino do atleta será os Estados Unidos. João Paulo seguirá para o exterior com a missão de representar o Brasil em arenas internacionais e buscar novas oportunidades no circuito profissional, levando consigo o título conquistado em Barretos e a experiência adquirida nas principais competições brasileiras.

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A mudança de cenário representa uma nova etapa na carreira do mato-grossense. Se no Brasil ele encerrou a disputa nacional no topo da classificação, nos Estados Unidos encontrará competidores de diferentes países e um ambiente ainda mais exigente, no qual cada montaria poderá ampliar sua visibilidade e contribuir para a construção de uma trajetória internacional.

Para a cidade de Paranaíta e o Estado de Mato Grosso, o desempenho de João Paulo representa também uma oportunidade de projeção por meio do esporte. A conquista nacional demonstra a presença de novos talentos mato-grossenses em uma modalidade de grande alcance popular e reforça a capacidade do Estado de formar atletas preparados para competir em alto nível.

Ao deixar Barretos como Campeão Brasileiro da PBR Brazil e com R$ 500 mil em premiação, João Paulo Velasco encerra uma etapa importante de sua carreira e inicia outra com objetivos internacionais. O jovem peão agora mira as arenas dos Estados Unidos, onde pretende transformar o título nacional em impulso para alcançar novos resultados e ampliar a presença do nome de Mato Grosso no cenário mundial da montaria em touros.

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