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CASO DE POLÍCIA NA COPA DO MUNDO

Ex-técnico da Coreia do Sul é ameaçado de morte

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A eliminação precoce da Coreia do Sul na Copa 2026 se tornou assunto de polícia, mais uma vez, e por dois motivos diferentes. Uma delas envolve ameaça de morte ao ex-treinador do país asiático Hong Myung-bo. A outra em relação à nomeação do ex-jogador para treinar a equipe, que não conseguiu vaga nem no Grupo A e nem entre os melhores terceiros colocados.

No atual Mundial, os coreanos venceram um jogo (contra a Tchequia) e perderam dois (para México e África do Sul) em campanha decepcionante. Neste domingo, um post na web fez ameaças ao ex-técnico da Coreia do Sul. Uma pessoa que se disse cidadão americano de 41 anos tinha a intenção de realizar o ataque no Aeroporto Internacional de Incheon na volta do time.

Assumirei a responsabilidade e matarei Hong Myung-bo, dizia a postagem.

As autoridades já rastream quem, de fato, fez a ameaça. Diante disso, a segurança será reforçada nesta terça-feira (30) no aeroporto, localizado a cerca de 30 minutos de Seul, quando está previsto o retorno de Myung-bo e oito jogadores.

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Ex-técnico da Coreia do Sul é proibido de entrar em bar

Segundo o jornal “O Globo” outras mensagens de teor violento já haviam sido postadas em redes sociais. E um comerciante de Anyang colocou na porta de seu bar que proíbe a entrada do treinador no local. O mesmo acontece com restaurante em Gimje. A gente lembra que em 1994 o jogador Andrés Escobar, da Colômbia, foi assassinado após marcar um gol contra no Mundial daquele ano.

A suspeita que envolve ex-técnico da Coreia do Sul

Ao mesmo tempo, a nomeação de Hong Myung-bo para treinar os coreanos também se tornou alvo de investigação, de acordo com a Polícia Metropolitana da Capital, Seul, após pelo menos oito denúncias. Análises jurídicas serão realizadas para confirmar se houve de fato irregularidade que envolveria ainda o presidente da associação de futebol daquele país e o diretor técnico da entidade.

As suspeitas ganharam força após um tribunal de Seul concluir que a associação conduziu ilegalmente o processo que culminou na nomeação de Hong Myung-bo, que disputou quatro Copas em sequência, de 1990 a 2002, dois anos antes de se aposentar como jogador. Como técnico, estreou em 2009, ano no qual assumiu a equipe nacional Sub-20.

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Em 2013, passou a dirigir o time principal por um ano, retornando em 2024.

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ESPORTES

Governo de Mato Grosso avalia conceder gestão da Arena Pantanal à iniciativa privada

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O Governo do Estado de Mato Grosso estuda transferir à iniciativa privada a administração do Estádio Governador José Fragelli, a Arena Pantanal, em Cuiabá, como parte de uma estratégia voltada à redução dos custos de manutenção do estádio de futebol e ao fortalecimento de sua sustentabilidade financeira. A informação foi confirmada pelo próprio governador Otaviano Pivetta (Republicanos), durante entrevistas na qual detalhou as diretrizes que norteiam os estudos atualmente em andamento.

Segundo o chefe do Executivo Estadual em exercício, a proposta integra um conjunto de medidas destinadas a ampliar a participação da iniciativa privada na gestão de equipamentos públicos relacionados ao esporte, ao lazer, ao turismo e ao entretenimento. A expectativa do governo é que a mudança permita maior eficiência administrativa, ampliação da oferta de eventos e melhor aproveitamento da infraestrutura construída para a Copa do Mundo de 2014.

De acordo com Otaviano Pivetta, a Arena Pantanal representa um custo anual aproximado de R$ 20 milhões aos cofres públicos. A intenção é que uma empresa especializada assuma a operação do complexo esportivo, ficando responsável pela realização de eventos, pela administração do espaço e pela exploração de oportunidades comerciais capazes de gerar receitas suficientes para custear a manutenção e garantir a viabilidade econômica do empreendimento.

Durante a entrevista, o governador afirmou que a iniciativa privada possui maior capacidade operacional para dinamizar a utilização da Arena Pantanal. Conforme explicou, a proposta consiste em permitir que o gestor privado promova eventos esportivos, culturais, corporativos e de entretenimento, ampliando a ocupação do estádio ao longo do ano e reduzindo a dependência de recursos públicos para sua manutenção.

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Pivetta argumentou ainda que a administração pública enfrenta limitações impostas pela legislação e pelos procedimentos burocráticos, o que dificulta uma gestão mais ágil de estruturas de grande porte. Na avaliação do governador, empresas privadas dispõem de maior flexibilidade para negociar contratos, captar eventos e desenvolver estratégias comerciais voltadas ao aumento da receita e da eficiência operacional.

O modelo em estudo, segundo o governo, não representa uma iniciativa isolada. O Executivo Estadual pretende adotar metodologia semelhante em outros empreendimentos públicos, tendo como exemplo o Parque Novo Mato Grosso. A obra será concluída pelo Estado, porém a operação e a administração do espaço deverão ser repassadas à iniciativa privada após sua inauguração, mediante modelo ainda a ser definido.

Os estudos técnicos para viabilizar a transferência da gestão da Arena Pantanal já estão em desenvolvimento. Entretanto, o governo estadual ainda não definiu qual instrumento jurídico será utilizado, podendo optar por concessão, parceria público-privada (PPP) ou outro modelo previsto na legislação. Também não foi estabelecido um cronograma oficial para a conclusão das análises ou para a eventual publicação de edital.

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Inaugurada em 2014 para sediar partidas da Copa do Mundo da FIFA, a Arena Pantanal consolidou-se como um dos principais equipamentos esportivos de Mato Grosso. Além de jogos de futebol, o estádio recebe shows, eventos culturais, feiras, encontros institucionais e diversas atividades voltadas ao lazer, desempenhando papel relevante na movimentação econômica e turística da capital mato-grossense.

Especialistas em gestão pública e infraestrutura apontam que modelos de concessão à iniciativa privada têm sido adotados em diferentes estados brasileiros como alternativa para ampliar a eficiência administrativa, reduzir despesas do poder público e aumentar a capacidade de exploração econômica de equipamentos de grande porte. O sucesso desse tipo de iniciativa, entretanto, depende da elaboração de contratos equilibrados, capazes de assegurar qualidade na prestação dos serviços e preservação do patrimônio público.

Com a continuidade dos estudos, o Governo de Mato Grosso deverá definir, nos próximos meses, o formato da futura concessão e as condições para a participação da iniciativa privada na administração da Arena Pantanal. A expectativa é que o projeto estabeleça mecanismos capazes de conciliar sustentabilidade financeira, ampliação da utilização do estádio e manutenção de sua importância como um dos principais espaços esportivos, culturais e de entretenimento do Estado.

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