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INVESTINDO NA SEGURANÇA PÚBLICA

“Investir em Segurança é investir, proteger e trazer mais qualidade de vida a todos os mato-grossenses”

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Antes de investir em segurança pública, é necessário eleger prioridades, e só se elege prioridades quando se possui um planejamento estratégico bem definido. Segurança pública sem investimento definido em planejamento é desperdício de recursos, não produz resultados perceptíveis e duradouros“. Já dizia Ivenio Hermes.

O aumento da violência e as falhas na promoção de políticas que combatam com maior eficácia a criminalidade fizeram que a sociedade passasse a discutir mais sobre Segurança Pública. Devido às suas implicações sociais implícitas, as discussões precisam passar por propostas legislativas para serem validadas diante da população, fortalecendo o combate à violência e estabelecendo punições penais para isso.

No entanto, para que o processo flua da maneira certa e de fato tenha os resultados, é necessário pessoas qualificadas atuando no setor. Diante das necessidades eminentes de maior Segurança Pública, a especialização dos profissionais atuantes na área é fundamental.

O governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (DEM), afirmou que o Estado tem feito, em 2021, um dos maiores investimentos em Segurança Pública já realizados em Mato Grosso nos últimos anos, o que beneficia diretamente o cidadão.

A declaração foi dada por Mauro Mendes no Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), durante a entrega de um novo helicóptero. Na ocasião, também foram entregues 32 novas viaturas para as forças de segurança, que atenderão diversos municípios em todo o estado, e o novo fardamento para a Polícia Militar.

O ano de 2021 talvez seja um dos anos em que a Segurança Pública recebeu mais investimentos em todas as áreas, desde a área de tecnologia à infraestrutura. Investir em Segurança é investir em proteger e trazer mais qualidade de vida a todos os mato-grossenses”.

Somente nesta entrega, o Estado investiu R$ 24,2 milhões, sendo R$ 20,8 milhões na compra do novo helicóptero e outros R$ 3,4 milhões na aquisição das novas viaturas e dos uniformes.

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Mauro Mendes destacou a importância desses investimentos como parte da política de Tolerância Zero ao crime e assegurou que os aportes vão crescer ainda mais em 2022.

Conforme o gestor, essas ações têm ajudado a reduzir os índices de criminalidade nos últimos três anos, como as ocorrências de homicídios (-18%), roubos (-56%) e furtos (-34%), o que beneficia toda a sociedade.

As polícias Civil, Militar e os Bombeiros já vêm recebendo esses investimentos e, no ano que vem, através do ‘Programa Mais MT’, temos previsto um volume ainda mais expressivo do que tivemos esse ano”, adiantou.

Além dos equipamentos entregues nesta semana, o Governo do Estado tem feito uma série de investimentos na Segurança Pública, a exemplo da implantação da Patrulha Rural; compra de milhares de pistolas Glock; implantação da radiocomunicação digital na Baixada Cuiabana e expansão da tecnologia a outras regiões; ampliação e reforma de presídios para abertura de milhares de vagas; entre outras ações.

Novas aquisições

Com mais um helicóptero, o Estado passa a contar com quatro aeronaves do tipo. Atualmente, dois estão em operação em Cuiabá e um em Sorriso.

Devemos destinar esse novo helicóptero para alguma operação especial no interior ou fronteira, mas isso é a Segurança Pública, em função da estratégia, que vai tomar a decisão”, pontuou.

Mauro Mendes ressaltou ainda que a aeronave também irá auxiliar em ações voltadas à preservação do meio ambiente.

Além de prestar um importante serviço na Segurança Pública, o helicóptero prestará um importante serviço também na área ambiental, na fiscalização, combate ao desmatamento ilegal, combate às queimadas e incêndios florestais”, afirmou.

Já as viaturas, em Cuiabá, serão utilizadas pela Rotam e pelo Batalhão Ambiental.

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No interior, os veículos vão beneficiar os municípios de: Barão de Melgaço, Nobres, Jangada, União do Sul, Santa Carmem, Vera, Cláudia, Tesouro, Pedra Preta, Guiratinga, Itiquira, Araguaiana, Glória D´Oeste, Lambari D´Oeste, São José dos Quatro Marcos, Denise, Novo Horizonte do Norte, Paranaíta, Campo Verde, Figueirópolis D´Oeste, Santo Afonso, Tapurah, Arenápolis, Alto Paraguai, Diamantino e Matupá.

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Avanço silencioso e letal da “Meningite” em Mato Grosso

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O avanço expressivo dos diagnósticos de meningite em Mato Grosso acendeu um alerta epidemiológico e mobilizou as autoridades de Saúde Pública nas últimas semanas. O crescimento das notificações da enfermidade gerou uma forte onda de preocupação coletiva entre médicos, educadores e, sobretudo, pais e responsáveis. O temor justifica-se pelo caráter fulminante da patologia, cuja evolução rápida exige vigilância constante da sociedade civil para evitar o colapso no atendimento e a proliferação descontrolada de novos vetores infecciosos em ambiente escolar e comunitário.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) identificou formalmente a crise por meio de análises laboratoriais e monitoramento de rede assistencial. O órgão governamental constatou que o território mato-grossense enfrenta uma expansão geométrica no contágio da doença se comparado aos índices históricos do estado. A identificação desse cenário epidemiológico adverso permitiu a compilação de dados centralizados, os quais servem de embasamento técnico para que os gestores públicos estruturem campanhas de conscientização e distribuam insumos hospitalares de maneira estratégica.

Os municípios mato-grossenses concentram a totalidade das notificações registradas, evidenciando que o perigo epidemiológico ultrapassou os limites geográficos das grandes metrópoles. Cuiabá lidera o balanço estatístico estadual com 13 ocorrências consolidadas, seguida de perto por Rondonópolis e Várzea Grande, que somam 5 registros cada uma.

O mapeamento da interiorização da doença inclui ainda cidades de relevância econômica como Cáceres e Sorriso, com 4 casos computados em cada território, além do município de Sinop, que contabiliza 3 positivações.

O mais recente boletim oficial detalhado sobre a evolução da patologia foi publicado pelos canais de comunicação do Governo do Estado nesta última quinta-feira (29). A divulgação sistemática desses relatórios técnicos cumpre um papel fundamental na transparência da gestão pública e no direcionamento de ações profiláticas imediatas. A escolha dessa data específica para a atualização dos índices reflete o fechamento do ciclo epidemiológico semanal analisado pelas equipes de Vigilância Sanitária.

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A etiologia da Meningite baseia-se em uma severa inflamação das meninges, que constituem as membranas protetoras responsáveis pelo revestimento do cérebro e da medula espinhal do indivíduo. Esse processo inflamatório agudo destrói tecidos essenciais e bloqueia a circulação do líquido cefalorraquidiano, sendo desencadeado pela invasão de agentes patogênicos diversos, tais como bactérias, vírus ou fungos.

A gravidade da infecção reside justamente na agressividade desses microrganismos, que atacam o sistema nervoso central de forma devastadora.

O contágio ocorre principalmente por meio de vias respiratórias, através de gotículas de saliva expelidas por indivíduos infectados, ou pela exposição prolongada a ambientes fechados e sem a devida ventilação. Fatores sazonais e a aglomeração urbana potencializam a transmissibilidade do agente infeccioso entre a população de risco. Uma vez instalado o microrganismo no hospedeiro, o período de incubação biológica transcorre em um intervalo que varia de três a cinco dias até a manifestação inequívoca dos sinais clínicos.

O balanço estatístico atualizado aponta a ocorrência de 53 casos confirmados da doença e um total de oito mortes computadas em todo o território de Mato Grosso. Os novos exames laboratoriais processados revelaram um acréscimo de sete contaminações adicionais em relação ao monitoramento governamental imediatamente anterior, o qual estipulava 46 positivações.

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Embora o volume de infecções tenha apresentado essa oscilação ascendente e preocupante, o quantitativo absoluto de óbitos permaneceu estabilizado na marca de oito perdas humanas.

O principal fator de letalidade decorre da similaridade perigosa entre os sintomas iniciais da Meningite, caracterizados por vômitos, dores cefálicas e febre alta, e os indícios de uma intoxicação alimentar comum. Essa analogia clínica superficial induz familiares e profissionais de medicina a equívocos diagnósticos fatais, retardando a internação adequada.

Como a janela temporal entre a vida e a morte restringe-se a apenas uma hora após o início das crises graves, a ausência de antibioticoterapia imediata sela o prognóstico trágico dos pacientes.

As faixas etárias mais vulneráveis compreendem extremos geracionais distintos, concentrando-se em idosos situados entre 50 e 64 anos, grupo que lidera com dez casos confirmados. A fragilidade imunológica também atinge a infância, registrando nove casos em crianças de 5 a 9 anos e oito ocorrências em bebês com idade inferior a um ano.

O dado mais alarmante recai sobre o segmento infantil de 5 a 9 anos, que concentra três dos oito óbitos totais, demonstrando a agressividade da doença no organismo infantil.

A contenção definitiva do surto exige que a população procure assistência médica hospitalar imediata diante do surgimento de rigidez na nuca, sonolência excessiva ou manchas purpúreas cutâneas. Os profissionais da vigilância epidemiológica reforçam a necessidade de ampliação da cobertura vacinal e do isolamento preventivo de pacientes suspeitos nas unidades de pronto atendimento.

O combate eficaz à propagação da Meningite depende diretamente da rapidez na busca por socorro especializado e da correta higienização diária das mãos.

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