O DECRETO DO BLOG DO VALDEMIR
Desvendado o Programa Silêncio Político de Mato Grosso
Iniciamos mais uma semana envolto em acusações de todos os tipos, várias delas no âmbito criminal. Operações realizadas pela Polícia Federal (PF), Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Delegacia Especializada de Combate à Corrupção em Mato Grosso (Deccor), Polícia Civil de Estados outros, atingiram em cheio algumas administrações, lavando vários assessores para o estaleiro.
Foi a primeira vez que isso aconteceu? Pergunta difícil. Mais de trinta anos esses fatos vêm ocorrendo em Mato Grosso.
Mas com o tempo a classe política vem trabalhando, lutando arduamente para combater a corrupção e violência em todas as classes sociais, porém com exceção dos políticos com muita influência em Mato Grosso ou com mandado eletivo.
Paciência meu povo, nem tudo nesta vida é perfeito, querem saber o motivo? Tática do avestruz.
Esta tática vem crescendo no meio político a cada dia que se passa em Mato Grosso, nossos políticos ficam mudos sobre as denúncias que envolve os seus “parças”. Nos bastidores do poder a informação é de políticos estão hiper felizes.
A tática do avestruz é esconder a cabeça no buraco quando se vê diante de um perigo.
Apreciamos todos os dias os “malfeitos” e a incapacidade de administrar uma crise por alguns políticos. Mas, ficam antenados: têm seu preço o seu SILÊNCIO.
A queda de prestígio é um exemplo e, não perdem por esperar 2022, será necessário “se viabilizar” na política e tomar um Lexotan toda manhã.
O silêncio dos políticos diante das denúncias, é complicado quando se percebe que aqueles que combatiam corrupção, criticavam violências nada fazem. Se somos contra a corrupção e violência na sociedade, devemos ser contra políticos corruptos e violentos.
Reportagem do Blog do Valdemir desvenda o PSIP
A equipe de reportagem do Blog do Valdemir, indignado com o silêncio dos Senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e do governador por não se posicionarem, foi questionar algumas baratas dos corredores do Palácio Dante de Oliveira, Palácio Paiaguas, Palácio Alencastro, do Paschoal Moreira Cabral e descobriu que, os políticos com mandado em Mato Grosso são beneficiados pelo Programa Silêncio Político (PSIP).
Este programa tem a missão de tomar decisões somente com seus “inimigos políticos”. Se percebe que: a convivência entre os políticos, atendem preceitos POLÍTICOS.
O Programa Silêncio Político (PSIP) fiscaliza empresários, ex-governador, ex-deputado, tendo ex é fiscalizado.

O que diz o Decreto?
Os políticos com mandado eletivo no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo inciso 1 do artigo 44 da Lei do Blog do Valdemir.
- Considerando o reconhecimento pelas organizações no combate a corrupção e violência.
- Considerando o crescente número de casos contra nós políticos, com visitas estranhas da Polícia Federal, Civil, Delegacia da Mulher em nossos apartamentos, resorts e órgãos públicos.
- Considerando as brigas intermináveis entre Mendes × Pinheiro, etc e tal.
Nós com mandado eletivo decretamos:
- Artigo 1° fica determinada a proibição de postagens nas tribunas da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Câmaras Municipais e principalmente nas redes sociais.
- Artigo 2° fica proibida a emissão de opinião dos políticos diante dos acontecimentos que envolvem políticos. Não se esqueça: amanhã pode ser você.
Por sua vez o artigo 48 determina que ex pode ser detonando, principalmente em ano pré-eleitoral.
As denúncias que por acaso aparecerem serão feitas nas suas bases eleitorais para no futuro ser usado em seu próprio benefício.
O local que estão sendo realizado tem que ser preservado. O horário, o dia que o incidente aconteceu nem pensar em falar.
Tá decretado. E ponto final.
Destaques
Cidades assumem encargos da União e dos Estados diante da “asfixia fiscal” do Pacto Federativo
O crescimento de 66% nos gastos dos municípios brasileiros com segurança pública, na última década, consolidou uma transformação estrutural no financiamento da ordem urbana. A elevação orçamentária transferiu às administrações locais encargos financeiros tradicionalmente atribuídos às esferas federal e estadual, subvertendo a lógica de investimentos públicos no país.
Impacto nas Finanças Públicas: É associado à estagnação econômica, visto que altos encargos impedem o crescimento salarial real e sobrecarregam a classe média. Em esferas municipais, a falta de repasses justos de impostos (como o ICMS) também é tratada como uma forma de estrangulamento financeiro das gestões locais.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM), sob a liderança de Paulo Ziulkoski, mapeou essa mutação fiscal por meio de um robusto estudo técnico. O diagnóstico aponta que os prefeitos e as guardas municipais converteram-se nos principais executores de uma política de contenção da violência que deveria contar com amparo dos governos estaduais e federais.
O levantamento abrange o interregno entre os anos de 2016 e 2025, período no qual o dispêndio das prefeituras saltou de R$ 7,5 bilhões para R$ 12,4 bilhões anuais. Essa evolução cronológica, que adicionou R$ 5 bilhões à fatia municipal, coincide com o agravamento das crises macroeconômicas brasileiras e com a necessidade de respostas imediatas nas cidades.
Este panorama nacional, que afeta a capilaridade de todo o território brasileiro, ganhará os holofotes do debate político institucional em Brasília durante a XXVII Marcha em Defesa dos Municípios. O evento congregará governantes locais e pré-candidatos à Presidência da República para discutir as graves assimetrias no direcionamento das verbas federais.

A materialização desse fenômeno ocorreu por meio do fortalecimento das guardas municipais, do investimento em videomonitoramento e da atuação em desastres ambientais. Dados do IBGE indicam que 1.322 municipalidades instituíram corporações próprias, registrando uma expansão de 33% na estrutura operacional, impulsionada pela necessidade de proteção ao cidadão.
As razões dessa escalada residem no enfraquecimento crônico da efetividade das diretrizes de segurança da União e dos Estados, vácuo preenchido compulsoriamente pelos prefeitos. Por estarem em contato direto com as demandas do tecido social, os governos locais absorvem pressões comunitárias e assumem papéis que extrapolam suas competências constitucionais.
A intensidade financeira da distorção revela que a alta orçamentária das prefeituras superou em quatro vezes e meia o avanço da União (12%) e triplicou o índice dos Estados (25%). Do montante de R$ 170 bilhões aplicados no setor em 2025, os municípios arcaram com R$ 12,4 bilhões, enquanto a União executou R$ 14,7 bilhões e os Estados, R$ 143,3 bilhões.
Os recursos injetados visam garantir a preservação do patrimônio e salvaguardar a integridade civil por meio de frentes específicas de atuação preventiva. O policiamento comunitário liderou os aportes com um acréscimo de R$ 2,4 bilhões, ao passo que as ações de defesa civil receberam incremento de R$ 400 milhões para mitigar o impacto de catástrofes climáticas.
A consequência imediata dessa reconfiguração manifesta-se na severa sobrecarga das finanças locais e no desequilíbrio fiscal do pacto federativo, exaurindo receitas preciosas. O esgotamento do caixa compromete a capacidade de investimento próprio das prefeituras em áreas sociais essenciais, uma vez que os municípios financiam estruturas sem a devida contrapartida.
Para o futuro imediato, o cenário gera alerta institucional face à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, medida que oficializa as polícias municipais. A matéria causa profunda apreensão por não estipular fontes permanentes de financiamento para as prefeituras, o que exige articulação parlamentar urgente para evitar o colapso fiscal.
Relatório do Estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Clique aqui.
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