AMBIENTE POLÍTICO TURBULENTO
Fator imprevisível pode mudar o destino da sucessão estadual
Já estamos em uma quarta-feira de frio leve, em breve que apareça o sol, e caminhando para mais um final de semana. Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, neste ambiente turbulento nos bastidores da política na Terra de Rondon… eis que surge o “Guri refestelado da Guarita”, perguntando, os motivos de nenhum jogador do Cuiabá Esporte Clube foram convocados para a Copa do Mundo? Esse guri não tem jeito.
Depois os frequentadores do Boteco da Alameda vão te explicar meu “pequeno gafanhoto”. Sabe porquê? Estamos a caminho da última das últimas do cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, E “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso e a chapa que esquentou na disputa ao Palácio Paiaguás, fortalecendo assim um novo cenário.
Quer saber? Venha com o Boteco da Alameda e siga o fluxo!
O clima é de guerra…
Silenciosa entre os maiores grupos políticos do Estado: Partido Liberal (PL), União Brasil (UB), e o Podemos, surgem hoje como os três pilares capazes de construir o próximo Governador de Mato Grosso.
São partidos que concentram prefeitos, deputados, senadores, lideranças regionais, estrutura política e influência direta nos maiores colégios eleitorais do Estado.
Entretanto, contudo, todavia, o que era para ser demonstração de força, começa a revelar divisões internas, disputas de vaidade e articulações que podem mudar completamente o cenário da sucessão estadual.

PARTIDO LIBERAL
A sigla conquistou as principais prefeituras do Estado, elegendo gestores em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, fortalecendo o projeto da direita em Mato Grosso.
Apesar de liderar as pesquisas na Terra de Rondon, a sigla ainda está longe de demonstrar “UNIÃO” interna para uma disputa majoritária.
Se liga: nos corredores palacianos (Paiaguás e Dante de Oliveira), a aposta é que Wellton Fagundes poderá recuar da disputa. As peças começaram a serem mexidas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense.
O que se vê nas últimas movimentações vai pegar muitas pessoas e políticos de surpresa. Wellton quer sobreviver?
Então intensifique as visitas polos, reorganiza o seu time e começa a mostrar que independe do apoio do pré-candidato presidencial.
PS: a presença do jornalista e publicitário João Maria de Medeiros, marqueteiro responsável pelas campanhas vitoriosas de Blairo Maggi em 2002 e na reeleição de 2006 no núcleo político de Wellton Fagundes, será um sinal claro de fortalecimento e profissionalização da sua pré-campanha?
Enquanto Wellton Fagundes cresce por fora, o Partido Liberal (PL) enfrenta turbulências internas.
Bom…, deixa pra lá e vamos caminhar, deixando os sinais: o que deveria ser um movimento de fortalecimento do partido acabou gerando desconforto entre lideranças da própria sigla; o partido tem hoje um nome competitivo ao Palácio Paiaguás, porém… ainda não conseguiu alinhar totalmente seus interesses internos.
Vamos saber do nosso analista político Alex Rabelo, do atual cenário vivenciado pelos bolsonarista na Terra de Rondon.
“Se mesmo dividido Wellton lidera as pesquisas, imagine se o grupo estivesse totalmente alinhado“.
Eitaaa lasqueiraaa.
União Brasil…
Vive dias de tensão. O que era para ser estabilidade virou confronto interno: O “Capitão Jaymão” e o “Homem de Ferro“.
O Capitão Jaymão trabalha fortemente e acredita que seu nome passara pela Convenção Partidária no dia 4 de agosto, para representar o União Brasil (UB) na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás.
Enquanto isso, em qualquer parte da capital de todos os mato-grossenses, o “Homem de Ferro” deixa claro que seu apoio para o Governo do Estado é a do nome do Republicanos, Otaviano Pivetta.
Esse movimento vem girando desconforto dentro do próprio núcleo duro do União Brasil (UB). Hoje, os números de bastidores começam a preocupar líderes dos partidos.
As lideranças, enxergam esse momento como dos mais frágeis da história recente da sigla na Terra de Rondon.
E a conta dessa divisão pode ser pesado: Alguns deputados estaduais atualmente no mandato podem acabar ficando fora da próxima legislatura.
Entre os nomes citados nos corredores do Palácio Dante de Oliveira estão: Dilmar Dal Bosco e o pastor Sebastião Rezende.
No caso de Sebastião Rezende, outro fator passou a preocupar aliados: o distanciamento de pauta da base ligada as Igrejas Madureira, que historicamente caminhava ao lado do deputado. Agora lideranças religiosas começam a construir o projeto do pastor Bira da Econômica, de Primavera do Leste, nome que pode tirar uma fatia importante do eleitorado conservador e evangélico.

Enquanto isso, em qualquer parte da City, o “Homem de Ferro“ coloca aliados estratégicos e lideranças alinhadas ao projeto de Otaviano Pivetta.
Me diz aí Alex Rabelo, qual será o resultado do embate entre os unistas em Mato Grosso?
“Uma divisão entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta pode enfraquecer e, abrir espaço para crescimento de adversários“.
Danou se tudo então?
Calma “pequeno gafanhoto”. Neste ambiente turbulento, eis que surge o crescimento silencioso de outra sigla: O Podemos.
Enquanto o Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB) vivem conflitos internos, o partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, o Podemos, cresce de forma organizada, estruturada e sem grandes desgastes públicos.
Hoje, muitos já enxergam o presidente daquela Casa de Leis, como um nome de equilíbrio para uma eleição marcada por guerras políticas antecipadas.
Mesmo afirmando publicamente que seu foco é a reeleição a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa Mato-grossense, nos bastidores o discurso é outro.
E como a política muda rapidamente, igual nuvem passageira, ninguém mais descarta essa possibilidade.
Principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, para crescer no interior e consolidar sua candidatura.

O Boteco vai falar
Muitos deputados mato-grossenses enxergam em uma eventual ida de Max Russi ao Palácio Paiaguás a oportunidade de abrir espaço para renovação interna e nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
Mesmo sem assumir oficialmente uma pré-candidatura ao Governo do Estado, Max Russi começa a ser pressionado por lideranças políticas para entrar definitivamente no jogo majoritário.
Nota de rodapé: talvez seja justamente o fator mais imprevisível da eleição de 2026: os grupos começaram a guerra cedo demais…e isso… pode mudar completamente o destino da sucessão estadual.
Uma coisa é certa: isso tudo é apenas o começo.
O final…, bom…, o final vai ser muito interessante. Aguardem.
Segue o fluxo!
Política
Críticas de Júlio a Mauro expõem crise profunda e disputa por espaço no União Brasil
O deputado estadual Júlio José de Campos (UB), desferiu duras críticas públicas contra o ex-governador Mauro Mendes Ferreira (UB), expondo uma fratura ideológica e administrativa na base de sustentação do Governo de Mato Grosso. O parlamentar trouxe à tona ressentimentos históricos e partidários que transformaram os bastidores da legenda em um palco de acusações explícitas de autoritarismo e isolamento político.
As contundentes declarações partiram do próprio deputado estadual Júlio Campos, uma das figuras mais tradicionais da política mato-grossense e expoente histórico do antigo Democratas. Suas palavras miraram diretamente a figura do ex-governador Mauro Mendes e o seu entorno imediato de conselheiros, grupo ao qual o parlamentar se referiu de maneira depreciativa como uma ala exclusivista de tomadores de decisão.
O bombardeio retórico ocorreu no auge das articulações partidárias voltadas para a sucessão estadual, momento em que as principais forças políticas começaram a definir seus posicionamentos para o pleito majoritário. A insatisfação manifestada pelo deputado evidenciou o acúmulo de tensões internas que vinham sendo alimentadas nas instâncias partidárias desde o início das costuras para as indicações de chapas.
O desabafo público e os ataques frontais foram externados durante entrevistas concedidas a um tradicional programa de rádio local e a uma emissora de televisão de grande alcance regional. A escolha dos meios de comunicação de massa para a veiculação das críticas amplificou o impacto do discurso, transformando o que antes era uma insatisfação de bastidores em um debate de amplo interesse social.

A eclosão desse embate político deu-se por meio de declarações veementes nas quais o deputado relembrou o histórico de acolhimento partidário oferecido a Mauro Mendes após sua expulsão do PSB, no momento em que ele enfrentava um processo de Recuperação Judicial.
O parlamentar detalhou como a antiga estrutura partidária bancou financeiramente e politicamente a vitoriosa campanha governamental, contrastando o apoio do passado com o atual cenário de marginalização de aliados.
As causas subjacentes ao rompimento explícito residem na insatisfação com a postura centralizadora do ex-governador, que teria deixado de lado o diálogo democrático para apostar em decisões impositivas e no isolamento de lideranças históricas.
O estopim para a revolta foi a sinalização de apoio governamental à pré-candidatura de Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, em detrimento do lançamento do nome do Senador Jayme Campos.
O montante dos investimentos pretéritos e a relevância das cifras eleitorais de campanhas anteriores foram evocados implicitamente para dimensionar o tamanho do descontentamento, sublinhando que o capital político da legenda foi integralmente colocado à disposição do atual chefe do Executivo.
Os questionamentos financeiros e de lealdade partidária basearam-se no argumento de que o grupo originário ofereceu sustentação decisiva em períodos de fragilidade para agora colher o ostracismo.

“Petulância ditatorial“
A finalidade primordial desse manifesto público consistiu em conter o avanço do que o parlamentar classificou como uma “petulância ditatorial”, buscando frear a imposição deliberada de candidaturas externas sem o crivo das bases tradicionais do partido. O discurso operou como um mecanismo de autodefesa partidária voltado a preservar a relevância e a sobrevivência política das lideranças tradicionais que se sentem ameaçadas de expurgo.
A consequência imediata dessas declarações foi o escancaramento de um racha profundo no União Brasil, fragmentando a imagem de unidade e coesão que a agremiação buscava projetar perante o eleitorado do estado. O ambiente de desconfiança mútua instaurado na ala governista enfraquece a governabilidade interna e alimenta a percepção pública de que a gestão estadual é movida por vaidades administrativas e acordos fechados a portas trancadas.
Para os próximos desdobramentos, espera-se uma intensa guerra de narrativas pelo controle da direita mato-grossense, cujo desfecho poderá redefinir as alianças majoritárias e o equilíbrio de forças na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
O cenário futuro aponta para uma inevitável readequação de rotas na qual o ex-governador Mauro Mendes precisará restabelecer pontes de diálogo ou enfrentar a perda progressiva de sustentação política por parte de seus mais antigos e influentes aliados.
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