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SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO

Wellton vai de “Lulinha” ou de “Flavinho”? Quem ganha o embate no diretório unista?

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E aí Wellton vai de “Lulinha”‘ ou “Flavinho”? Responda aí!

A marcha do progresso começou”.

Serão centenas de candidatos, as eleições estaduais, federais, senadores e presidente da República, correto?

Bom…, O Boteco da Alameda, vai servir hoje, “porções de melancia” e “os votos da delegação do União Brasil” aos frequentadores indecisos.

Atualmente o cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, “MARAVILHOSO”, e “AMADO”, Estado de todos os mato-grossenses, é um verdadeiro imbróglio, até porque o céu de brigadeiro está ficando escuro.

As máscaras estão caindo pouco a pouco. “Morô na Jangada”, então pega a visão.

Até alguns anos atrás, o senador Wellton Fagundes morria de “amores” pelo Partido dos Trabalhadores (PT), do hoje presidente da Republica “Lula.

O ano de 2018 foi desesperador, Wellton buscava resposta, mas a “paixão” falava mais alto. Não esperou a dor passar e com o Fernando Haddad no segundo turno passou a caminhar.

E aí? Nada, nada demais! Somente deixou Jair Bolsonaro, “que você diz que é seu amigo”, a ver a canoa sozinho descendo o Rio Cuiabá.

PS: em 2018 foi candidato ao Palácio Paiaguás pelo PR, atualmente PL. Na coligação “A Força da União” apoiando Fernando Haddad (PT). Na ocasião sua candidatura recebeu apoio de partidos como PTB, PT, PCdoB, PV, PRB, entre outros, garantindo palanque de Lula/Haddad no Estado de Mato Grosso.

Eitaaa lasqueiraaa!

E depois, conte o que aconteceu? De lá pra cá, devido a baixa adesão do eleitorado ao movimento, o senador liberal mato-grossense mudou a estratégia, pulando para o barco da direita, acreditam ou não, esse foi o caminho que ele encontrou para “sobreviver” no cenário político.

Mas, com a intenção de disputar a cadeira cobiçada da “Casa Grande” será que ele vai se manter firme na direita, ou vai se aliar a esquerda? NOVAMENTE.

Bom…, Até agora ninguém sabe, pois a melancia, sempre será melancia, verde por fora e vermelha por dentro.

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Segue o fluxo!

Eitaaa lasqueiraaa! Sextouuu…

E o Boteco da Alameda abriu as portas e, se deparou com uma inusitada, com aquele ditado “quando o inimigo” senta a mesa, boa coisa não é. Assim nos deparamos com uma cena raríssima, mas de grande valia quando mostra o Homem de Ferro, o nosso “AMIGO”, Mauro Mendes Ferreira, o “NOVO/VELHO” braço forte no Governo do Estado, Mauro Carvalho, o governador Otaviano Olavo Pivetta, e ele, o Capitão Jaymão, sentado a mesma mesa durante almoço.

Difícil de engolir né Pivetta?

Embora não sabemos, mas desconfiamos com quase 100% de certeza, que o papo que revela ali era sobre o alinhamento de quem vai ser o candidato do grupo pelo União Brasil (UB) em Mato Grosso.

“Papo de cachorro grande”…

Entretanto, contudo, todavia, por toda via, as negociações estão indo de vento em poupa, para alguns, a outros nem tanto, pois tem gente colocando o pé no freio, porque longo é o caminho para percorrer e, demanda muita “gasolina azul”, termo usado, referindo a quem tem condições para manter uma campanha dessa magnitude.

Agora convenhamos, devido a atenção recebida dos integrantes que estavam a mesa, o Capitão Jaymão deve tá com tanque cheio… Mas, ali tem três que podem ter essa mesma possibilidade, e ainda mas se o “Rei do Agro”, entrar na parada.

Saí daí, guri refestelado da Guarita“.

Ele tá doido para saber como estão os votos da delegação do União Brasil (UB) na Terra de Rondon, para eleger quem vai ser o “cabeça de chapa” para majoritária, e fica “bispando na janela alheia”. Esse não tem jeito. Vai ter que mandar ele para o Corsário.

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Pelo que tudo indica, segundo informações repassadas aos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, é de que, quem está ganhando a queda de braço é o “Capitão Jaymão“. Vai, vai, vai sentindo o clima!

Como ficou os unistas?

O União Brasil (UB) em Mato Grosso, tem quatro caras novas em seu Diretório Regional composto por trinta nomes, isso por conta da debandada de alguns deputados. E com as mudanças os suplentes Edelo Ferreira (Brasnorte), Hector Bezerra (Mirassol D’Oeste), Leandro Félix (Nova Mutum) e Moisés Santos (Juscimeira) se tornaram titulares.

Analistas políticos avaliam que a metade do Diretório Regional ainda não definiu o voto.

Saíram da sigla unista: o deputado federal Coronel Assis, para o PL; o deputado estadual Edu Botelho para o MDB; o suplente de deputado estadual Gilberto Figueiredo para o Repúblicanos e a ex-prefeita de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira, para o Podemos.

Da suplência do Diretório Regional saiu o ex-prefeito de Querência, Fernando Gorgen, para o Podemos.

Como estão os votos?

As mudanças não desequilibram os grupos do Homem de Ferro e doCapitão Jaymão, que se preparam para um embate na Convenção Partidária, com o primeiro defendendo a coligação com o Repúblicanos para apoiar o governador Otaviano Pivetta a reeleição, e o “Capitão Jaymão” tentando ser o candidato do partido União Brasil (UB) ao Palácio Paiaguás.

Pega a visão: Coronel Assis e Edu Botelho são considerados jaymistas. Figueiredo e Taveira são considerados mauristas. Gorgen, uma vez titular seria voto a conquistar.

Entre os novos membros, somente Leandro Félix é considerado voto definido. Leandro é amigo da família Pivetta e foi vice de Adriano Xavier Pivetta, em Nova Mutum.

Adriano é irmão do governador mato-grossense Otaviano Pivetta e seu voto para o governista é considerado certeiro.

Segue o fluxo!

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Política

Aliança entre Max Russi e Flávio Bolsonaro no “Epicentro do Agronegócio”

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A arquitetura política do Centro-Oeste brasileiro delineou novos e significativos contornos em abril de 2026, consolidando uma aliança estratégica que ressoa das lavouras de Mato Grosso até os gabinetes de Brasília. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), formalizou um estreitamento de laços com o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) durante a realização da Norte Show, em Sinop.

O evento, que transcende a natureza comercial para se firmar como um termômetro de viabilidade eleitoral, serviu de palco para a sinalização de que o Podemos deverá integrar formalmente o palanque da família Bolsonaro no estado, unindo a capilaridade do legislativo estadual ao vigor do movimento conservador nacional.

Este movimento de aproximação ocorre em um cenário de intensa reconfiguração partidária, no qual o agronegócio atua como o principal fiador de candidaturas majoritárias. A decisão de Max Russi em recepcionar Flávio Bolsonaro com honras de principal aliado reflete a necessidade de coesão entre as forças de direita e centro-direita em Mato Grosso, visando a manutenção da hegemonia política na região que é o motor econômico do país.

Para Flávio Bolsonaro, o apoio de Max Russi representa a garantia de uma estrutura partidária sólida e capilarizada em municípios onde o agronegócio dita o ritmo social e financeiro, assegurando uma base de sustentação indispensável para suas pretensões ao Palácio do Planalto.

O encontro teve como cenário o Parque de Exposições da Acrinorte, em Sinop, localidade estrategicamente apelidada de “Capital do Nortão” devido à sua influência sobre dezenas de cidades adjacentes. Sinop representa o triunfo do modelo de desenvolvimento baseado na exportação de commodities, sendo o ambiente ideal para que lideranças políticas demonstrem alinhamento com as pautas de liberdade econômica, segurança jurídica no campo e desburocratização ambiental.

A escolha deste local para a demonstração pública de unidade política sublinha a importância de Mato Grosso como o epicentro do tabuleiro conservador brasileiro, onde o sucesso eleitoral está intrinsecamente ligado à performance nas urnas do interior produtivo.

A motivação central por trás deste alinhamento reside na busca por uma unidade programática que impeça a fragmentação dos votos da direita nas eleições que se aproximam. Max Russi entende que a força do Podemos no estado pode ser potencializada ao se associar ao “bolsonarismo”, que mantém uma aprovação resiliente e majoritária entre os produtores rurais mato-grossenses.

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Paralelamente, Flávio Bolsonaro busca dissipar quaisquer resistências regionais e isolar adversários do campo progressista, utilizando a Norte Show como uma vitrine de prestígio para demonstrar que possui o respaldo das principais autoridades constituídas do estado, independentemente das siglas que estas representam.

A operacionalização deste encontro envolveu uma agenda densa de diálogos com o setor produtivo, carreatas e reuniões de bastidor que culminaram em declarações públicas de apoio mútuo. O método utilizado foi a diplomacia partidária direta, onde Max Russi atuou como o anfitrião que legitima a entrada de Flávio Bolsonaro em redutos que, embora simpáticos ao clã, demandam a chancela de lideranças locais para a concretização de acordos de longo prazo. A recepção calorosa e a exposição midiática planejada serviram para testar a temperatura da militância e sinalizar aos demais prefeitos e vereadores do estado qual será o norte das coligações majoritárias.

Os protagonistas deste episódio são figuras que exercem comando sobre estruturas de poder distintas, mas complementares. Max Russi, conhecido por sua habilidade de articulação e por presidir um dos legislativos mais influentes do país, personifica o pragmatismo político necessário para viabilizar projetos de poder. Do outro lado, Flávio Bolsonaro atua como o herdeiro político de uma marca eleitoral de massa, trazendo consigo o capital simbólico e a capacidade de mobilização digital que o PL detém.

A simbiose entre o controle institucional de Max Russi e o carisma populista de Bolsonaro cria uma força política que, em Mato Grosso, apresenta-se como praticamente incontestável no atual panorama.

A relevância econômica do evento que serviu de pano de fundo para a aliança é evidenciada pelos números superlativos da Norte Show, que em edições anteriores movimentou cifras na casa dos R$ 4 bilhões em negócios. Reunindo cerca de 30 mil pessoas, a feira apresenta soluções de ponta em agricultura de precisão e mecanização, atraindo um público composto por tomadores de decisão e grandes investidores. Ao vincular suas imagens a um evento de tamanha magnitude financeira, Russi e Bolsonaro projetam uma imagem de competência e seriedade, associando a política ao progresso tecnológico e ao sucesso empresarial do estado que lidera a produção nacional de grãos.

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O contexto temporal deste encontro é igualmente estratégico, ocorrendo em um período em que as agremiações iniciam o debate sobre as convenções partidárias e a definição de chapas. Embora Max Russi pondere que o diálogo entre as siglas continuará ocorrendo de forma democrática, a antecipação deste apoio gera um efeito de “fato consumado”, pressionando outras lideranças a se posicionarem. A visita de Flávio Bolsonaro, que teve repercussão imediata nos principais veículos de comunicação de Brasília, serve como um aviso de que Mato Grosso não aceitará um papel secundário nas decisões nacionais, exigindo protagonismo proporcional à sua contribuição econômica.

A dinâmica das declarações proferidas durante a feira ressaltou que a presença de Flávio Bolsonaro fortalece a imagem de Mato Grosso como um estado de vanguarda política. Russi destacou que eventos como a Norte Show são cruciais para aproximar o empresariado do poder público, facilitando investimentos que geram emprego e renda. Para os analistas, a habilidade de Max Russi em equilibrar os interesses do Podemos com o projeto do PL demonstra uma sofisticação tática que o posiciona como um dos principais “players” para a disputa de cargos majoritários futuros, possivelmente em uma chapa que contemple o Senado ou o Governo do Estado com o aval bolsonarista.

Em última análise, a consolidação deste palanque em solo mato-grossense sinaliza uma tendência de nacionalização das disputas locais, onde os temas regionais se fundem às pautas ideológicas que dividem o país. A união entre Russi e Bolsonaro em Sinop é o reflexo de um projeto de poder que visa blindar o agronegócio contra retrocessos legislativos e assegurar que Mato Grosso continue a ser o baluarte do conservadorismo brasileiro. O sucesso desta empreitada dependerá da capacidade de manter essa coesão até o pleito, mas os sinais emitidos na Norte Show indicam que a estrada para a vitória, para ambos os líderes, passa obrigatoriamente pela terra vermelha e produtiva do Norte mato-grossense.

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