Artigo
Tempo de estudo
Autor: Francisney Liberato* –
Assim como apreciar uma boa música, o estudo para concursos públicos tem que ser encarado como um enredo que deve conter ritmo e constância, caso contrário, será um fiasco.
Quanto tempo é necessário para alcançar a aprovação em um concurso público? Quanto tempo é preciso estudar por semana? Essas são algumas perguntas que surgem na mente de muitos concursandos.
O que é tempo? O substantivo masculino tempo é definido pelo dicionário “Dicio” como: “Período sem interrupções no qual os acontecimentos ocorrem; continuidade que corresponde à duração das coisas (presente, passado e futuro); o que se consegue medir através dos dias, dos meses ou dos anos. Certo intervalo definido a partir do que nele acontece”. O tempo é a soma de segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos etc.
Devido aos afazeres que cada um tem, é óbvio que o tempo será variável. Alguns trabalham, outros estudam, por isso, não existe um tempo igual para ninguém. Vamos imaginar que você trabalhe oito horas por dia e tenha família para cuidar. Em outro cenário, o seu amigo tem o tempo livre para apenas estudar; num terceiro cenário, o seu vizinho trabalha oito horas por dia, faz faculdade à noite, é casado, tem três filhos menores. Diante desses cenários hipotéticos apresentados, consegue observar que o tempo de estudo oscila conforme as circunstâncias de cada um.
Outro fator preponderante é a forma como o seu cérebro absorve o conteúdo, se de forma lenta ou de rápida assimilação. Também posso afirmar que não existe um cérebro igual ao outro. Alguns têm facilidade de aprender, uma vez que o raciocínio é rápido e a memória, impecável; já em outros, o raciocínio é lento.
Como prever o tempo para os cenários propostos? Essa é uma tarefa árdua, visto que cada ser humano tem uma realidade e um cérebro singular. O tratamento nesse caso deverá ser individual com cada um. Por isso, é difícil dizer que o seu amigo foi aprovado em concurso em pouco tempo de estudo, e você, que já está há alguns meses estudando, ainda não obteve resultados positivos.
Qual é o tempo necessário para ser aprovado em um concurso público? Não existe um tempo predefinido. É uma resposta frustrante. Caso você ouça pessoas definindo prazos, de forma geral, para aprovação em concursos, tome cuidado. Como já dito, o tempo, as circunstâncias e o cérebro de cada ser humano funcionam de forma diferente. A melhor maneira para resolver isso é comparar-se consigo mesmo, ou seja, com o seu tempo, as suas circunstâncias e o seu cérebro. Não dê importância aos seus concorrentes, preocupe-se em cuidar do seu planejamento e da sua execução de estudo, até para evitar estresses e ansiedades. Saiba que no seu tempo você será aprovado.
Quanto tempo eu preciso estudar por dia? Você deve olhar para a sua realidade considerando o tempo de trabalho, faculdade, lazer, família, atividades físicas etc., e ser sincero consigo mesmo, fazendo a seguinte pergunta: quanto tempo eu consigo efetivamente me dedicar aos estudos por dia? Você deve definir a quantidade exata de horas de estudos por dia e os horários disponíveis para tal atividade com base na sua realidade, tendo como pressuposto de sempre estudar e fazer o melhor possível. Exemplo: caso tenha 4 horas por dia para estudar, recomendo organizar hipoteticamente assim: das 13h às 14h = 1 hora e das 19h às 22h = 3 horas, perfazendo 4 horas diárias de estudos para o certame desejado.
Considerando que cada dia é diferente do outro, pode ser que segunda-feira você consiga estudar 4 horas, já na terça-feira, apenas 3 horas, e assim sucessivamente; a princípio não há problemas quanto a isso, desde que você compense as horas faltantes no dia seguinte ou no máximo nos próximos dias de estudo, a fim de evitar horas faltantes acumulativas. Porém, o ideal é que você busque manter diariamente uma constância ou hábito de horas de estudos, deixando as variações de horas para as situações e os casos imprevistos. Todas as horas e as variações de estudos devem estar contempladas no seu plano ou mapa de aprendizado.
Horas planejadas X horas executadas? As horas planejadas são as horas definidas por você, antes de começar os estudos. Quanto às horas executadas, partindo das horas planejadas, são as horas que você realmente se dedicou aos estudos.
Com base no conceito, vamos supor que você estimou estudar 3 horas por dia, de domingo a sexta-feira; somando os dias, teremos o total de 18 horas de estudos por semana. Se fizermos o cálculo para o mês, considerando 4 semanas, totalizaremos 72 horas. Avançando um pouco mais, em 3 meses, somaremos 216 horas de estudos, com planejamento. Isso é o que eu chamo de 1 ciclo de estudos, ou seja, a soma de 3 meses.
E as horas executadas? Utilizando o cálculo referido, é comparar com o que você realmente estudou. As horas executadas devem ser anotadas e controladas diariamente. Se estava previsto estudar 3 horas por dia e você estudou 2 horas, então você deve pontuar esse tempo. Dessa forma, você fará um comparativo, diário, semanal, mensal, bimestral e trimestral. Resumindo: horas previstas para o trimestre: 216; horas executadas, por exemplo, 230, portanto, obteve-se um superávit de 14 horas. Isso é ótimo! Lembre-se: o planejamento e a execução devem ser de acordo com a sua realidade.
É preferível que você defina as horas de estudos atento à dimensão real, ou seja, àquilo que você consegue efetivamente realizar, do que de forma imaginária, ilusória ou tida como ideal.
Entendo que as horas de estudos devem ser constantes, equilibradas e crescentes. Como assim? Se possível, guardadas as circunstâncias e o tempo de cada um, defina: na primeira semana foi definido um período de 17 horas de estudos; na segunda semana, recalcular a carga de estudos para 19 horas; na terceira semana, ampliar para 21 horas; e por fim, na quarta semana, somar 23 horas. Perceba que o crescimento foi em média de 10% para cada semana, isto é, um aumento de 2 horas. É isso que denomino estudo crescente, constante e equilibrado.
Em sentido oposto, vejo muitos estudantes planejarem os estudos e executá-los de forma totalmente inversa, em outras palavras, decrescente, inconstante e desequilibrada. Planejam estudar 17 horas por semana, conseguem estudar apenas 3 horas. Planejam estudar 5 horas e estudam 10 horas. São erros grotescos, principalmente, no planejamento, além do mais, isso “mata” a sua motivação e foco para continuar se dedicando aos estudos. Não podemos deixar que a nossa vida de estudos se transforme em uma gangorra. Defina as horas de estudos de forma real e possível. É necessário ter equilíbrio se quisermos ser aprovados em concursos.
Horas brutas X horas líquidas. As horas brutas são as horas estipuladas para execução do estudo. As horas líquidas são as horas em que efetivamente você absorveu o conteúdo, sem interrupções, distrações, redes sociais, ligações telefônicas e pensamentos vagos. Exemplo: foi planejado estudar 4 horas no dia. Você cumpriu a carga horária de 4 horas, todavia, nesse tempo, foi ao banheiro, acessou as redes sociais, houve diversos intervalos, distraiu-se em conversas paralelas com outras pessoas, enfim, a soma desse período foi de 1 hora. Portanto, as horas brutas foram 4 e as líquidas somaram 3. Qual é o tempo que devo considerar verdadeiramente como executado: 4 horas ou 3 horas? Sem dúvida, são as horas dedicadas aos estudos, ou seja, sem considerar as interrupções, que, no nosso caso, resultaram em 3 horas.
Levando em consideração as variações e oscilações citadas, é imprescindível ser categórico ao definir o tempo de estudo: diário, semanal e mensal.
E se você dedicar mais tempo? Isso é bem interessante e recomendável. Aqui podemos analisar de forma lógica e matemática. Estudar 2 horas por dia é muito diferente de estudar 10 horas por dia, concorda? Quanto maior for o seu tempo de estudo, muito mais você saberá do conteúdo e aprenderá as disciplinas. A probabilidade de ter êxito nas provas e exames é grande.
Em todo caso, a quantidade de horas de estudos é singular de cada ser humano, o mesmo para ser aprovado em um certame, contudo, independentemente das horas de estudos, o mais louvável é que essas horas sejam sérias e responsáveis, e se traduzam em aprendizado com qualidade.
Ninguém é igual a ninguém. Os afazeres são distintos. O tempo é singular. O cérebro é ímpar. O mais importante é definir um plano de estudos real: diário, semanal, mensal, bimestral, trimestral, e assim por diante. Ser organizado e se dedicar aos estudos, com certeza, lhe trará mais conhecimento, confiança e conforto ao fazer provas em concursos públicos.
*Francisney Liberato é Auditor do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Escritor. Palestrante e Professor há mais de 25 anos. Coach e Mentor. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa. Graduado em Administração, Ciências Contábeis (CRC-MT), Direito (OAB-MT) e Economia. Membro da Academia Mundial de Letras.
Artigos
LEÃO XIV O PAPA DA PAZ, DA JUSTIÇA E DOS DIREITOS HUMANOS
Artigo: JUACY DA SILVA* –
Bem antes do início da “Era cristã”, em torno de 700 anos antes do nascimento de Cristo, o Profeta Isaias (32:17) exortava “que a verdadeira paz é fruto da justiça, fraternidade, tranquilidade e segurança duradouras, destacando a relação direta entre o agir com justiça e colher a paz, tanto em nível pessoal quanto comunitário, nacional e internacional e, também, fruto de ações de governos justos ( e democráticos).
Em sua mensagem por ocasião do Dia Mundial da Paz, em 01 de Janeiro deste ano de 2026, o Papa Leão XIV foi bem claro, como se diz, “direto ao ponto”, ao dizer (“urbi et orbi”, ou seja, `a cidade de Roma e ao mundo inteiro) “A paz esteja com todos vós. Rumo a uma paz desarmada e desarmante”, e, desde então as criticas `as guerras e todas as formas de violência, principalmente, nas relações internacionais tem sido constantes e bem assertivas, por parte do Líder da Igreja Católica, o que não tem agradado diversos chefes de governos e Estados, como nos EUA e outros países, bem como a todos os setores conservadores das Igrejas e da política.
A escolha/eleição de um novo Papa, líder máximo de mais de 1,4 bilhão de cristãos católicos espalhados por todos os continentes e países, sempre gera muitas reflexões e até mesmo algumas “apostas“, em relação `a sua “linha”, dimensão teológica, pastoral ou, enfim, seu magistério.
A Igreja Católica, como sabemos, acomoda ou inclui diferentes tendências, desde conservadores extremados, identificados política e ideologicamente com a extrema direita mundial, aqueles que “defendem a vida, lutam contra o aborto“, mas defendem a pena de morte e amam fazer as guerras que tanta destruição, sofrimento e mortes tem causado ao longo da história humana e também alguns setores mais “liberais” ou até mesmo adeptos da Teologia da Libertação, considerada uma heresia pelos conservadores.
O importante é termos presente que desde o Concílio Vaticano II, (1962 – 1965) a Igreja abriu-se para uma maior participação de leigos e leigas e, também, reforçou sua “opção preferencial pelos pobres” e isto não tem agradado os setores conservadores da Igreja, em diversos países, incluindo o Brasil, os EUA e outros mais.
Ao longo dos pouco mais de 12 anos do Magistério do Papa Francisco, ( 2013 – 2025) “Aquele” que “veio do fim do mundo“, o primeiro Papa da América Latina, adepto da “Teologia dos pobres“, dos “padres das favelas“, a Igreja aprofundou alguns aspectos das conclusões do Concílio Vaticano II, incluindo a dimensão da ecologia integral com a publicação da Encíclica Laudato Si e das Exortações Apostólicas “Querida Amazônia”, após o encerramento do Sínodo dos Bispos da Pan Amazônia e também da Exortação Apostólica Laudate Deum, endereçada aos participantes da COP 28, em 2023, sobre a gravidade da crise climática, indicou `a Igreja Católica, aos cristãos em geral e aos fiéis de outras religiões a importância de bem cuidarmos de nosso Planeta, denominado por Francisco como a Nossa Casa Comum.
Além disso, o Papa Francisco reforçou a importância da Igreja Católica ser uma Igreja em saída, voltada para os pobres e ao lado dos pobres, ao criar, por exemplo, o Dia Mundial dos Pobres criado em 2016 e a ser celebrado anualmente em no 33º Domingo do Tempo Comum (2026 será em 09 de Novembro) ou quando enfatizou os seus três “Ts”: Terra, Teto e Trabalho, considerando, inclusive que ‘o gemido da terra é também o gemido, o grito dos pobres, excluídos e injustiçados”.
Além de ser uma Igreja em saída, em direção `as periferias físicas e existenciais, a mesma deve ser sinodal, abrindo-se mais `a participação de leigos e leigas e, claro, profética, denunciando as injustiças, a opressão, a violência, a exclusão social, política e econômica, psicológica, principalmente em decorrência das guerras e conflitos armados que tanta destruição material, migrações, sofrimento e mortes tem acarretado e continua acarretando a dezenas e dezenas de milhões de vítimas inocentes.
Neste contexto, a ênfase na defesa dos direitos humanos fundamentais, como por exemplo, um tratamento digno aos migrantes, trabalhadores, enfim, um combate intransigente a todas as formas de violência ficou mais clara na caminhada da Igreja sob o magistério de Leão XIV.
A escolha/eleição do Papa Leão XIV, ocorreu neste contexto de uma grande transformação provocado na Igreja pelo Magistério do Papa Francisco, um intransigente crítico de todas as formas perniciosas e nada éticas de ação no seio da Igreja incluindo o clericalismo, denominado por ele como uma chaga, enfim, uma forma de mundanismo que danifica a Igreja, incluindo, também, a corrupção no Banco Vaticano e os diversos escândalos da pedofilia e abusos sexuais, que tantos males e vergonha estavam causando `a imagem da Igreja.
Foi neste contexto que os conservadores imaginaram ou sonharam com a eleição de um novo Papa mais alinhado `as suas posturas teológicas e pastorais e em um primeiro momento, recaindo a escolha sobre o Cardeal Robert Francis Prevost, norte americano, naturalizado peruano, com passagem como missionário e, depois, bispo da Diocese de Chiclayo, no Peru, poderia representar uma mudança de rumo em relação ao magistério do considerado “esquerdista” Papa Francisco.
Todavia, desde seus primeiros pronunciamentos e exortações apostólicas, tanto no Vaticano quanto em suas viagens apostólicas, Leão XIV tem enfatizado alguns temas considerados de extrema importância para a vida da Igreja Católica, para os Cristãos e para o mundo, reafirmando a necessidade de a Igreja Católica ser “o sal da terra e a luz do mundo”, testemunha vida do Cristo Ressuscitado.
O primeiro deles tem sido uma condenação dura, explícita, frequente e bem corajosa ‘as guerras e conflitos armados, principalmente aqueles promovidos por potências e superpotências dominadoras, cujas consequências tem sido devastadoras principalmente para milhões de vítimas inocentes, como nas guerras da Ucrânia, contra os palestinos e, ultimamente, contra o Irã, Líbano, e, também, algumas guerras civis na África e em outras partes do mundo.
Em lugar das guerras, que representam uma grande estupidez humana, Leão XIV propõe mais diálogos, mais diplomacia, e a importância de criarmos uma verdadeira “cultura da paz“, embasada na justiça, justiça social, na solidariedade e no respeito pleno aos direitos fundamentais das pessoas (Direitos humanos).
Em relação `a justiça social e aos direitos humanos, Leão XIV disse claramente que a própria escolha de seu nome papal, é a demonstração de que pretende ao longo de seu magistério, que, esperamos, seja longo, para dar continuidade aos princípios estabelecidos na Encíclica Rerum Novarum, de Leão XIII, de 1891, representando a estruturação inicial das preocupações da Igreja com as questões sociais relacionadas com a vida dos trabalhadores, em meio ao confronto entre duas concepções distintas, de um lado o capitalismo selvagem, escravizador e de outro lado o movimento comunista.
Foi neste contexto que surgiu a Doutrina Social da Igreja e a ênfase na economia solidária, que Leão XIV compromete-se a seguir e aprofundar, como já fez ao publicar a Exortação Apostólica Dilexi Te (Eu te amei), uma exortação iniciada pelo Papa Francisco, complementada e atualizada diante da gravidade da pobreza, da miséria e outras formas de exclusão que tanto afetam os pobres, uma grande maioria da população, principalmente trabalhadores e trabalhadoras ao redor do mundo, inclusive no Brasil.
E, por último, mas não sem a devida importância, Leão XIV também tem dado continuidade `as preocupações e luta por uma ecologia integral, com o destino do planeta terra, Nossa Casa Comum, tendo em vista os desafios da crise climática, da degradação dos biomas, ecossistemas, da perda/destruição da biodiversidade, do desmatamento, com todas as formas de poluição (do ar, das águas e dos solos) que afetam profundamente o planeta e, principalmente a saúde humana, a qualidade de vida, tanto das atuais, quanto e, principalmente, das futuras gerações.
Essas preocupações estão presentes, por exemplo, quando Leão XIV define a justiça ambiental como “uma necessidade urgente que ultrapassa a mera proteção imediata do ambiente“, defendendo que ela deve ser parte de uma “conversão ecológica” que transforma estilos de vida pessoais e comunitários. Ele enfatiza que o cuidado da casa comum é indissociável da justiça social, de uma justa distribuição dos frutos do crescimento econômico e do desenvolvimento integral e do cuidado com os pobres e, tudo isso, interliga-se umbilicalmente com a luta por uma paz desarmada e desarmante.
Diante do momento atual em que o mundo assiste, passivamente, aos horrores de tantas guerras, cabe aos cristãos em geral e aos católicos em particular, da mesma forma que fiéis de outras religiões, verdadeiros amantes da paz, não apenas defenderem o Papa Leão XIV em sua luta e caminhada em defesa da paz, desarmada e desarmante, construída sobre os princípios e fundamentos de uma cultura da paz, bem como em sua defesa da Justiça Social, Justiça socioambiental e os Direitos Humanos, mas também transformar nossas vozes e nossas ações em instrumentos dessas bandeiras empunhadas por ele.
Este é o lado que deve ser escolhido pelos verdadeiros cristãos neste momento tão crítico e delicado das relações inter-pressoais, nacionais e também internacionais.
*Juacy da Silva, professor fundador, titular e aposentado Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em sociologia, ambientalista, ativista social, articulador da Pastoral da Ecologia Integral – Região Centro Oeste.
E-mail [email protected]
Instagram @profjuacy
WhatsApp 65 9 9272 0052
-
Artigos7 dias atrásDIA NACIONAL DA CONSERVAÇÃO DO SOLO
-
Política7 dias atrásMax Russi, o “Salvador da Pátria” na Terra de Rondon
-
Artigos6 dias atrásVítimas de violência doméstica podem ter direito a benefício por incapacidade?
-
Artigos5 dias atrásVIVA! FIM DAS SACOLAS PLÁSTICAS 2026
-
Política5 dias atrásMaluf consolida filiação ao Novo e almeja o Palácio Paiaguás
-
Artigos5 dias atrásSaúde bucal e estratégia corporativa: por que a nova lei trabalhista é apenas o começo?
-
ECONOMIA7 dias atrásMato Grosso consolida liderança global com salto nas exportações e primazia em qualidade
-
Artigos7 dias atrásBIOCOMBUSTÍVEIS – O Antídoto Brasileiro frente à Crise Energética Global



