ACORDO PRATICAMENTE FECHADO
Maluf já quer sentar na janela do busão; Lucimar Campos, onde “tá” filiada, será que ainda está no UB?
É caros amigos leitores e frequentadores do Boteco da Alameda, neste nosso sábado começaremos a te servir o que há de melhor no prato do dia, o “Novo”, que não tem nada de “NOVO”, mas que pode atrapalhar as movimentações no tabuleiro eleitoral, dos “Sinhozinhos” da política do nosso “QUERIDO”, LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso.
Em uma edição anterior, o núcleo duro do Boteco da Alameda falava em estratégia de grupo, “quase” tudo certo. É, mas o “quase” desde que nos provem ao contrário, ainda não é certeza.
Analisamos e convenhamos: as “velhas raposas” da política, veem pavimentando as estradas no cenário político, há muito tempo, só tem esperto.
Entretanto, contudo, todavia, sabemos que a política na nossa querida Terra de Rondon, é igual nuvem e, não estranhamos os movimentos que aconteceram recentemente, quando Marcelo Maluf lançou sua candidatura a cadeira número 01 da “Casa Grande”.
Nem bem chegou na política, e o Boteco da Alameda, observou: Ele mal chegou no busão e já quer sentar na janelinha.
Com certeza achando que no Boteco da Alameda só tem “Bobó cheira-cheira”.
Nota de rodapé: vai sentar na janelinha do busão?
Mas…, em conversa com os especialistas, que também frequentam o núcleo duro do Boteco da Alameda, eles disseram o seguinte: “política não é feita com emoção, e sim com números, diante disso, será como está o Maluf, nas intenções de votos? Será que ele já combinou com os eleitores mato-grossenses? ” Algo de errado, não está certo.
Segue o fluxo!
O “Guri refestelado da Guarita”, tá curioso pra saber do Boteco da Alameda, e ficou “cabreiro”, com uma situação que aconteceu nesta semana.
Sério? Uma dúvida que vem do “Guri refestelado da Guarita”, geralmente vale a pena apurar a situação com mais cautela.
A sua dúvida, desconfiança, tem fundamento, conta para os internautas do Blog do Valdemir. O que aconteceu?
No dia 20 de janeiro, no município de Barra do Garças interior do nosso “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, o Senador unista, Jayme Veríssimo de Campos, recebeu uma ligação do Senador liberal Wellton Fagundes e, o bolsonarista pediu o apoio do “Capitão Jaymão” ao Palácio Paiaguás nesta eleição de outubro próximo.
Segundo narrativas, na ocasião o Senador unista acabou fazendo um “acordo praticamente fechado”.
Jayme Campos, apresentou uma proposta baseada no desempenho das Pesquisas Eleitorais.
Wellton, hummmm… não só aceitou a proposta, como sugeriu que quem estiver a frente nas intenções de voto receberá o apoio do outro. E agora que o “Guri refestelado da Guarita“, acordou: a esposa do candidato “perdedor nas pesquisas” ocupara a vaga de vice na chapa.
“Eu lhe disse: faço uma proposta. Se você estiver melhor do que eu na pesquisa, bacana, eu apoio você“, pontuou Jayme Campos.
Wellton Fagundes, só jogando na defensiva, disse ao Senador unista pera que Lucimar Campos, integrasse sua chapa.
“E a Lucimar, cede para ser minha vice?“, questionou o pré-candidato bolsonarista.
E, imaginem a resposta de Jayme Campos: “PERFEITAMENTE“.
Pera aí, o que tá pegando em um assunto político que transcorreu em janeiro?

Aí que tá! Segundo o “Galinho”, ou seja, o deputado estadual Wilson Santos (PSD), o Jayme Campos vai perder nas Convenções do União Brasil (UB), não será o escolhido pela sigla partidária.
Aí lascou-se tudo, para o núcleo duro do Palácio Paiaguás: a família Campos não vai aceitar a derrota nas Convenções Partidárias e irá para o embate.
O Boteco da Alameda, pega carona com o deputado Wilson Santos, e quer saber: “Onde está partidariamente a dona Lucimar Campos? Onde ela está? Filiada, né “Capitão Jaymão”? Será que ela deixou o UB e foi para um pequeno partido, para ser o “Plano B” de Jaymão, em serviço de Wellton Fagundes!
Eitaaa lasqueiraaa! Wilson Santos deu um verdadeiro nó na cabeça do editor do Blog do Valdemir.
Tá sabendo muito né Wilson Santos?
O Boteco vai falar
Pode parecer, para muitos, que estamos apenas no terreno das repetitivas cortinas de fumaça.
No entanto, como diz a sabedoria popular, onde há fumaça há fogo.
E, enquanto você lê está matéria, parte da rede social dos bolsonarista recebem milhares de mensagens nas dezenas de grupos de apoio a Wellton Fagundes e também do Prefeito de Cuiabá, Abilinho Brunini.
Segue o fluxo!
Política
Suspensão Jurídica que protege o direito à moradia em Cuiabá
A capital mato-grossense tornou-se o epicentro de uma complexa disputa jurídica que coloca em xeque o direito fundamental à habitação de centenas de cidadãos. No centro do embate, a decisão de suspender a reintegração de posse de três importantes núcleos habitacionais em Cuiabá trouxe um alento temporário para 656 famílias que viviam sob o espectro iminente do despejo. Esta intervenção judicial não apenas interrompe um processo de retirada forçada, mas estabelece um novo paradigma para o tratamento de conflitos fundiários urbanos no estado, priorizando a mediação técnica e o levantamento socioeconômico em detrimento da força coercitiva imediata.
O protagonista institucional deste desdobramento foi o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT). O parlamentar articulou uma frente de defesa junto à Corregedoria-Geral da Justiça para contestar a celeridade e a dureza da ordem de despejo original.
Ao assumir a interlocução entre os moradores e o Poder Judiciário, o parlamentar estadual Max Russi não apenas desempenhou seu papel de representante político, mas agiu como um mediador essencial para evitar um colapso social nos condomínios afetados, demonstrando que a atuação legislativa pode ser um contraponto vital em decisões de alto impacto humanitário.

A decisão judicial que alterou o curso dos eventos foi proferida pelo juiz Márcio Aparecido Guedes, da 1ª Vara Cível de Cuiabá, na noite desta sexta-feira (17). O magistrado, que anteriormente havia determinado a retomada da posse, acolheu a recomendação da Corregedoria-Geral da Justiça e optou por suspender temporariamente a execução da medida. Essa mudança de entendimento reflete a sensibilidade do sistema judiciário mato-grossense à complexidade do caso, permitindo que a legalidade estrita seja equilibrada com a preservação da dignidade humana e o cumprimento da função social da propriedade urbana.
O conflito origina-se de um imbróglio jurídico que se arrasta há quase três décadas, envolvendo a massa falida da Trese Construtora. A disputa pela titularidade da área culminou em uma ordem de reintegração favorável à empresa Trunk Gestão Empresarial Ltda., que reivindica a posse legítima do terreno. Contudo, a ocupação consolidada ao longo dos anos criou uma realidade fática que transcende a simples análise de papéis cartoriais, pois envolve a vida de milhares de pessoas que investiram seus parcos recursos na construção de lares em uma área que antes era marcada pela incerteza jurídica e pelo abandono.
A suspensão da liminar ocorreu especificamente para beneficiar os moradores do Residencial Villa das Minas e dos condomínios Lavras do Sul I e II. Estes locais, situados em áreas periféricas de Cuiabá, tornaram-se o símbolo da luta pela moradia digna. A escolha desses pontos específicos para a aplicação da medida suspensiva deve-se à densidade populacional e à vulnerabilidade social latente dos ocupantes, que se viram acuados por uma ordem que autorizava, inclusive, o uso de força policial e o arrombamento de residências para a desocupação forçada das unidades habitacionais.
A mobilização ganhou força total na última semana, intensificando-se entre os dias 13 e 17 de abril, quando o risco de despejo se tornou iminente e a tensão social atingiu seu ápice. Durante este curto intervalo, reuniões emergenciais e visitas presenciais do presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense transformaram o medo em estratégia de defesa jurídica.
A rapidez com que o cenário evoluiu da autorização do uso de força policial na quinta-feira à suspensão da ordem na sexta-feira, ilustra a urgência com que o Poder Público precisou agir para evitar um confronto físico e traumático entre as autoridades e a comunidade.
O principal motivo para a revisão da decisão judicial reside na necessidade de submeter o caso à Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT). A justiça compreendeu que o despejo imediato, sem um plano de remanejamento ou análise das condições socioeconômicas das famílias, violaria preceitos constitucionais básicos.
Ao travar a ordem de retirada, busca-se uma solução pacífica que considere casos críticos, como o de moradores com deficiência e idosos que não teriam para onde ir caso a desocupação fosse efetivada de maneira sumária e insensível.
A operacionalização desta trégua jurídica foi estruturada por meio de um diálogo institucional direto entre a Assembleia Legislativa e a Corregedoria-Geral da Justiça. Max Russi utilizou o peso do cargo parlamentar para levar as demandas dos moradores ao conhecimento da cúpula do Judiciário, evidenciando que a ordem de despejo ignorava processos de regularização fundiária que já estavam em curso pela Prefeitura de Cuiabá. Essa articulação política e jurídica permitiu que o sistema judicial revisse seus próprios atos, garantindo que o direito de propriedade da empresa não se sobrepusesse de forma absoluta ao direito à vida e ao teto.
Atualmente, o processo encontra-se em fase de transição para a esfera técnica da Comissão de Conflitos Fundiários. O clima nos condomínios Villa das Minas e Lavras do Sul é de alívio cauteloso, pois as famílias permanecem em suas casas sob o amparo da segurança jurídica temporária. Enquanto a mediação estiver ativa, as ordens de despejo e as multas diárias impostas à Prefeitura de Cuiabá para interrupção da regularização estão suspensas, permitindo que os moradores respirem e organizem suas defesas dentro de um processo civilizado e regido pelo respeito mútuo entre as partes envolvidas.
Para o futuro próximo, o grupo técnico realizará um levantamento detalhado para subsidiar uma decisão definitiva que honre a função social da posse. O objetivo final é encontrar um ponto de equilíbrio onde a empresa proprietária receba o que lhe é de direito sem que isso resulte na desabrigação de centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade. Esta vitória da mobilização popular e política estabelece que, em Mato Grosso, o direito à moradia deve ser tratado com a seriedade técnica e a empatia humana que a Constituição Federal exige de todos os poderes constituídos.
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