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Política

Wellington recebe apoio de 5 partidos, e buscará reforço do DEM e PSD

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Há muito tempo já foi dada a largada para oficialmente para o início da campanha ao Governo do Estado de Mato Grosso em 2018.

O circuito, contudo, começa a se afunilar desde já, a partir do lançamento das pré-candidaturas. Quando o assunto é Senado Federal, a disputa fica mais acirrada, devido à disponibilidade de só duas vagas. E o mato-grossense começou a escolher os favoritos, conforme mostra pesquisa realizada internamente por vários partidos e candidatos interessados em seu posicionamento nos números das pesquisas que o Blog do Valdemir teve acesso.

Esta semana, nos bastidores, começaram as costuras eleitorais, de um lado, Comunistas e Socialistas falam em nome do ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Santos Muniz, que vai estar se filiando no PDT, para ser o candidato numa coligação com o Partido Trabalhista (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido Socialista Brasileiro (PSB), e o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Os Socialistas e os Comunistas já começaram a afiar os discursos em novo projeto, e querem correr contra o tempo para viabilizar o projeto com o nome de Percival Muniz.

De outro lado, 5 partidos querem mesmo é o nome do Senador da Republica, Wellington Antonio Fagundes como candidato ao Governo do Estado em 2018.

Recebendo apoio dos partidos, o Senador quer ampliar as conversações, buscar novas alianças para que o grupo possa se fortalecer diante do candidato a reeleição, Pedro Taques do PSDB, embora não tenha oficializado que será mesmo candidato dos tucanos a reeleição.

Wellington que esteve reunido com os partidos do MDB, PP, PTB e PSB já estão confirmados na aliança oposicionista, que pretende liderar na eleição deste ano. E segundo o Senador, já vem conversando também com os partidos do PV e do PSD, do vice-governador Carlos Henrique Baqueta Fávaro, líder do partido em Mato Grosso, que esta semana esteve em um jantar com Geraldo Alckmin hipotecando apoio a sua candidatura a presidência da Republica.

O PC do B, que também apresentou o nome de Maria Lucia Cavalli Neder, ex-reitora na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) como pré-candidata ao Senado da Republica, também esta em conversação, com apoio de Manoel Mota, presidente do PC do B estadual que defende o nome de Wellington Fagundes para governador. Motta discutirá nas instâncias internas do PCdoB a proposta de apoio a Wellington ao governo, desde que mantido o nome de Maria Lúcia ao Senado.

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O Republicano Wellington Antonio Fagundes que esteve reunido com vários prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças municipais afirmou que “nunca participamos do atual governo, somos oposição e já temos definido alguns partidos que fazem parte desta aliança que estamos construindo. Falo do PR, MDB, PP, PTB e PSB. Estamos conversando com outros partidos para que possamos ampliar de forma bem expressiva essa aliança, Temos que trabalhar forte para conseguir formar uma coligação que represente um projeto de confiança da população, e que tenha a sustentação necessária para governar o Estado”.

O Senador Republicano disse também que esta preparado e muito animado para uma disputa eleitoral ao Governo do Estado possivelmente contra o tucano José Pedro Taques, e pediu a todos na reunião ajuda para a construção de uma aliança solida para conquistar a vitória em outubro próximo.

Sendo o Republicano, pretende conversar com todos os partidos, com a sociedade e tirar duvidas durante os meses que faltam para a eleição de 7 de outubro e assim apresentar a sua proposta de governo para o Estado de Mato Grosso.

Eu entendo que é preciso somar, dialogar, discutir as divergências. Isso é democracia. Não sou dono da verdade, nos vamos ouvir os partidos, os poderes constituídos, o funcionalismo público e a sociedade, entendendo o papel que cada um tem”. Para Wellington, este é o momento de apresentar à sociedade um programa de desenvolvimento, que inclua a verticalização da economia e a geração de empregos.

Para o pré-candidato ao Governo do Estado, não quer que nada seja feito ou decidido sozinho, mas que as decisões que forem tomadas sejam em coletivo, ate mesmo na escolha do nome de vice e de Senado em sua chapa. “Eu quero decidir em conjunto, então, todos os nomes apresentados serão levados para discussão e aí vamos decidir, com todos os partidos”. Um dos nomes que surgiu nos últimos dias como opção de vice é do ex-prefeito de Sinop, Juarez Costa Moreira (MDB).

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Fagundes lembrou que cada partido tem a sua reivindicação para participar da aliança e que, por isso, irão conversar muito para encontrarem um espaço para todos. “Enfim, muitos nomes estão surgindo para candidato a senador, suplente de senador, e nós vamos discutir com todos”.

Animado na reunião, Wellington Fagundes disse ainda que vêm conversando internamente om os caciques dos Democratas, que na ultima sexta-feira estiveram em festa no Centro de Eventos do Pantanal, com a filiação do empresário Mauro Mendes Ferreira e do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho.

Segundo Fagundes, o DEM pretende lançar um nome ao Governo do Estado, mas caso não venha acontecer, os caciques pretendem conversar com as lideranças do partido para um eventual apoio ao Senador para o Palácio Paiaguas.

Eu estive por varias vezes conversando com Júlio Campos e seu irmão Jayme, e eles várias vezes externaram que caso não tenham um candidato, querem apoiar nossa candidatura, eu fiquei lisonjeado e fortalecido e isso nos anima a ampliar ainda mais o diálogo”.

Experiência

Deputado federal por cinco mandatos e chegando na metade do seu primeiro como Senador da Republica, Wellington Antonio Fagundes ressaltou que tem experiência suficiente para estar à frente do Palácio Paíaguás a partir de 1º de janeiro de 2019.

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Política

A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso

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As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.

Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.

As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.

A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.

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A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.

A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.

Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.

Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.

Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.

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Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.

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