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DE OLHA NA VAGA

Juca do Guaraná consolida sua candidatura para ALMT

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Com a aproximação das convenções partidárias que acontece entre os dias 20 de julho a 5 de agosto, diálogos e articulações políticas mudam gradativamente o cenário político do Estado de Mato Grosso que caminha em direção ao pleito eleitoral de 2 de outubro 2022.

Ansiosos pelo próximo passo, políticos já eleitos viabilizam possibilidades de reeleição ou de dar um passo, adiante, na busca de um novo cargo diferente. Esse é o caso de vários vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá.

Como já apurado pelo Blog do Valdemir, alguns já se declararam pré-candidatos a deputados estaduais, seja para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) ou na Câmara Federal em Brasília.

Entre os edis cuiabanos que demonstrou interesse em pleitear uma vaga no Legislativo mato-grossense nas eleições de outubro, Lídio Barbosa, o Juca do Guaraná, que garante que o partido MDB já definiu seu lançamento como candidato.

O MDB vem discutindo as estratégias que serão tomadas para disputas para a Câmara Federal e na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). Porém, o partido decidiu que a pré-candidatura do vereador e presidente da Casa de Leis, Juca do Guara a deputado estadual está ratificada.

Essa pré-candidatura é para fortalecer o MDB de Cuiabá. Juca do Guaraná é o pré-candidato a deputado estadual da região metropolitana da Capital, portando vai fortalecer nossa cidade e a região“, disse um militante do Diretório Municipal da sigla.

Ainda que o Blog do Valdemir, não confirmasse, já que não havia uma definição quanto a qual cadeira que o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná iria disputar entre deputado estadual, federal ou a cadeira do Palácio Paiaguas (sonho de Nenel), o que se espera, com base em outras declarações é que o presidente do Legislativo cuiabano, dispute uma cadeira no parlamento estadual que, apresenta uma chapa bastante competitiva: Janaína Riva, Thiago Silva, Dr. João, Silvano Amaral e agora o vereador Juca do Guaraná.

Aposta

A principal aposta do Juca do Guaraná, para que essa candidatura e possível eleição sejam viabilizadas é focar nos trabalhos que vem sendo realizados à nove anos: estar perto da população, com o seu projeto Gabinete Itinerante (GI).

O Gabinete Itinerante que já percorreu todos os bairros de Cuiabá, tem como objetivo ouvir e indicar serviços aqueles que não têm condições de deslocar até a Câmara Municipal de Cuiabá. O Gabinete Itinerante leva serviços de tapa buracos, limpeza, construção de praças e manutenção de boca de lobos.

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Juca do Guaraná em conversa com a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, disse que, muito mais que articulações, será a realização de seu trabalho, para todo o Estado de Mato Grosso.

Nota da redação

De forma geral o emedebista que foi o vigésimo mais votado no pleito 2018, para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) com 15.924 votos pelo Partido Avante, mais que seis deputados eleitos: Wilson Santos (14.855), Dr Eugênio (13.458), Silvio Fávero (12.059), Dr Gimenez (12.058), Paulo Araújo (11.645) e João Batista (11.374).

Gilberto Cattani que se efetivou no mandato com a morte de Silvio Favero, obteve 11.629 votos.

Continuando…, Juca do Guaraná pretende contar principalmente com a sua rede de apoio e as redes sociais para consolidar sua pré-campanha.

Segundo ele, todo esse momento vem sendo levado com muita seriedade e responsabilidade.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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