NA LISTA NEGRA

Barbudo diz que vai aguarda decisão do PSL nacional

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O clima é tenso dentro Partido Social Liberal (PSL), cerca de 20 parlamentares está na mira do presidente nacional da sigla, Luciano Bivar (PSL), e é aqueles que assinaram a lista de apoio ao líder do Centrão, entre eles Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. Ao todo, 32 deputados dos 53 deputados do PSL assinaram uma lista em favor de Lira.

O deputado Luciano Bivar (PE), presidente nacional do PSL avalia expulsar deputados do partido que aderiram à candidatura do deputado Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara dos Deputados, que vem ser o candidato apoiado pelo presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro.

Hoje, oficialmente, o Partido Social Liberal apoia o deputado Baleia Rossi (MDB) do Estado de São Paulo.

Há divergências, no entanto, sobre a validade das assinaturas. Dos parlamentares que podem ser expulsos, 17 já estavam suspensos. Uma decisão da Mesa Diretora da Câmara do ano passado deixa claro que eles não podem representar o PSL. Mas um parecer do procurador da Câmara, deputado Luís Tibé (Avante-MG), apoiador de Lira, afirma que as assinaturas são válidas.

Temendo represália por parte do PSL, o deputado federal Nelson Barbudo (PSL), faz parte da lista daqueles que podem ser expulsos da sigla pelo presidente nacional Luciano Bivar.

O parlamentar federal fez um discurso duro contra o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (MDB), durante coletiva do também federal Arthur Lira (PP-AL. E segundo Barbudo, a Câmara Federal tem uma presidência que não respeitou as pautas presidenciais.

Caso venha descumprir a orientação do PSL, que é para votar em Baleia Rossi (MDB), Nelson Barbudo corre o risco e ser punido pela sigla, que no ano passado suspendeu as atividades partidárias de 17 dos 32 deputados “insurgentes”.

A situação de Nelson Barbudo dentro do PSL é complicada desde o ano passado, quando o partido rompeu com o presidente Jair Bolsonaro logo que o Capitão deixou a sigla. Quando um grupo se colocou contra Bolsonaro, Barbudo chegou a ser acusado de traição, mas logo negou e voltou a jurar lealdade ao presidente da República e também a Bivar. Conseguiu se manter sem punição e com a direção do PSL em Mato Grosso, mas perdeu prestígio com Bolsonaro, embora se posicione como ferrenho defensor do presidente.

O parlamentar federal afirmou que esta esperando uma resposta sobre o pedido deverá ser proferida por lideranças partidárias até o fim de janeiro, caso a resposta das lideranças seja assertiva, muito provavelmente migrará para o Partido Democrata (DEM). Contudo, frisou que toda a interação a respeito do pedido de saída se deu apenas verbalmente, sem que qualquer tipo de solicitação formalizada fosse protocolada.

Caso o PSL não acate o pedido, Barbudo apontou que poderá recorrer a duas opções. A primeira, da qual disse não apreciar, é a expulsão compulsória da legenda. Já a segundo diz respeito ao aproveitamento do período de janela eleitoral, no qual as trocas partidárias são permitidas com maior fluidez.

Questionado sobre as motivações para deixar o partido, o parlamentar apontou que a liberdade é seu maior interesse e que sua possível migração para o DEM não guardaria qualquer tipo de interesse político em cargos.

Só conto a liberdade. Vocês conhecem meu jeito de agir, mas sobre cargos não faço exigência nenhuma. Não tenho nenhum cargo em Mato Grosso ou no governo. Minha missão é política e não empregatícia. Portanto, minha ida para o DEM é simplesmente para ter minha sobrevivência política já que o presidente Bolsonaro está sem partido, e precisamos ir nos acomodando para um possível pleito em 2022“, afirmou.

Além disso, ao ser perguntado se existe alguma possibilidade de se manter no partido, o deputado condicionou sua permanência a um suposto retorno do presidente Bolsonaro para a legenda. O apontamento, contudo, não deixou de fora seu descontentamento com a sigla, que para Barbudo estaria “rachado” e com a bancada “esfalecida”.

Dizem que tem a possibilidade de o Bolsonaro voltar para o PSL, tem isso também, mas eu gostaria de sair sim porque é um partido rachado, uma bancada esfacelada, não faz com que um político fique confortável para trabalhar. Eu gostaria de um partido em que a gente possa apoiar o presidente em 100%. Agora, um PSL rachado eu prefiro sair“, apontou.

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Política

PDT quer beber vinho em vez de água e esquece discurso contra Emanuel

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O tempo passou e…

Como num passe de mágica, os que atiravam no Governo Municipal a alguns dias atrás, deixaram de atirar, claro…no prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro do MDB.

Mas, alguns ainda prosseguem atirando no emedebista Emanuel Pinheiro, que muitas das vezes mesmo com sua caneta e sem tinta, (armas e munição), continua pautando esse povo e incomodando muita gente.

Mudaram, todavia, o tom quando a referência é o Governo do Municipal.

Teriam descoberto que estavam errados naqueles julgamentos que faziam do Governo Municipal?

Bom…, o parlamentar estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, o professor Allan, que alguns dias entrou com representação na Justiça Eleitoral em nome da coligação Mãos Limpas e Unidas Por Cuiabá liderada pela ex-candidata Gisela Simona Viana de Souza do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), acusou o prefeito reeleito por Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), de captação ilícita de votos, e supostamente, pagar jantar à convidados, em reunião no dia 31 de outubro em local denominado “Chácara do Totontinho”, sítio de um apoiador do prefeito cuiabano, no primeiro turno das eleições municipais em Cuiabá.

O parlamentar estadual Allan Kardec chegou ate mesmo em sua denúncia, anexar ao processo uma série de publicações sobre o jantar, usando como provas vídeos, textos, fotos e outros materiais.

E segundo informações do denunciante, o encontro foi conduzido pelo ex-secretário de Obras e o então coordenador-geral de campanha, Vanderlúcio Rodrigues da Silva e seu sobrinho, Alex Rodrigues, que era na época candidato ao cargo de vereador pelo Partido Progressista (PP), partido da base aliada de Emanuel Pinheiro.

Da água para o vinho

Depois de todos os acontecimento, os fatos, as provas apresentadas pelo parlamentar estadual Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, o professor Allan, o PDT vem tentando fazer as pazes com o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

O motivo, bom…, o motivo muitos já sabem, o PDT esta de olho na formação do staff no Palácio Alencastro.

E a vaga seria a Secretaria de Cultura de Cuiabá, e o PDT esta tentando emplacar o maestro Fabrício Carvalho, que foi candidato a vice-prefeito na chapa Mãos Limpas e Unidas Por Cuiabá, de Gisela Simona Viana de Souza do Pros.

Nas eleições municipais que aconteceram em outubro de 2020, tanto o PDT quanto o Pros ecoaram as críticas sobre corrupção na gestão de Emanuel Pinheiro.

Já no segundo turno, o Partido Democrático Trabalhista (PDT), liderado pelo deputado estadual, Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, o professor Allan, ficou em cima do muro.

Ainda conforme a representação, o caráter eleitoreiro do encontro pode ser comprovado pelos discursos que foram proferidos, além da distribuição de banners e outros materiais de campanha com o nome de Alex Rodrigues e de Emanuel Pinheiro. Houve também, segundo o deputado estadual Allan Kardec, reprodução de jingle de campanha e pedido de votos. O deputado estadual pediu a cassação do registro de candidatura de Emanuel e aplicação de multa em razão do ocorrido.

Outro lado

A assessoria do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que informou, em nota, que a representação movida por Allan Kardec não demonstra a existência de provas ou indícios de provas que poderiam levar à cassação do seu registro de candidatura.

O caso mostra que a ação foi movida em desfavor de pessoa ilegítima, já que Emanuel não teria ligações com o ocorrido. Tanto é verdade que nas pseudoprovas colacionadas aos autos não há nenhuma imagem ou vídeo dos representados ou ainda áudio com pedido de votos para o prefeito Emanuel Pinheiro, sendo certo que para a procedência da ação exige-se conjunto probatório robusto, indene de dúvidas, não podendo se fundar em frágeis ilações ou em presunções quanto aos fatos, diz trecho da manifestação da defesa de Pinheiro.

A defesa também lembra que Emanuel Pinheiro não tinha conhecimento do encontro e que Vanderlúcio Rodrigues, que esteve presente na reunião, é presidente do Partido Progressista (PP) e tio de Alex Rodrigues, que liderou o encontro. Neste caso, diferente do que informou a ação de Kardec, o ex-secretário de Obras não compareceu ao evento como representante de Emanuel Pinheiro, mas sim na condição de tio de Alex e presidente do partido.

O proprietário da chácara e outros presentes assinaram manifestação, anexada à defesa, na qual garantem que o jantar foi servido durante as comemorações do aniversário. (Com o Bom da Noticia)

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