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PATROLAMENTO ELEITORAL PARA 2026

Tabuleiro Político: Bispos em movimento na disputa para 2026

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A corrida eleitoral de 2026 já movimenta as peças no tabuleiro político em Cuiabá e mais oito municípios, com pré-candidatos testando força para 2028.

Chegou o momento de posicionar os “Bispos” neste tabuleiro eleitoral que impacta diretamente as principais cidades de Mato Grosso, especialmente Cuiabá.

A política em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres, Sorriso, Sinop, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Barra do Garças, vivem um novo ciclo de alianças, disputas e reposicionamentos que prometem redefinir o cenário regional.

Os grupos políticos começam a se dividir em apoios para disputa eleitoral de 2026, mas com foco nas Eleições Municipais de 2028, quando deverão receber a contrapartida dos deputados eleitos, seja em apoio de campanha ou influência junto ao Governo do Estado.

Desafio da “campanha-teste

No caso dos candidatos que utilizarão a campanha a deputado estadual, apenas como medição de popularidade para futuras disputas municipais, surge uma grande dúvida: o eleitor, ciente de que se trata de uma “campanha-teste“, prestigiara o candidato com seu voto, sabendo que está investindo em uma futura candidatura a prefeito?

Esse tipo de movimento no xadrez político é típico da política na Terra de Rondon, em que pré-candidatura usam pleitos estaduais como campo de ensaio para as disputas locais.

Nessa arriscada empreitada, alguns tem mais a perder, caso não alcance uma votação expressiva. Por isso, que precisará fazer uma campanha: presença diária nas ruas, conversas, muitos cafezinhos, muitos pasteis nas feiras livres, e muitos apertos de mão.

Nota de rodapé: no horizonte, turbulências podem alterar o cenário, mas dificilmente mudarão o propósito dos que já estão de olho nas eleições de 2028.

As movimentações de hoje confirmam que a política em Mato Grosso já começou, o jogo que vai definir o tabuleiro eleitoral dos próximos anos.

Estão percebendo as peças?

A política é um jogo de xadrez. Joga-se com paciência, muita estratégia e concentração, sendo os melhores não necessariamente mais agressivos ou mais conservadores, mas aqueles que conseguem preservar suas peças enquanto vão, pouco a pouco, mirando às peças dos seus adversários.

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Na Terra de Rondon, do meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, alguns políticos jogam melhor que outros (alguns ainda brinca com jogo de dama), não se pode esperar a excelência universal, afinal, alguém sempre precisa sair perdendo.

Exemplo: neste momento o núcleo duro do Palácio Paiaguás, tá jogando xadrez. Vem “PATROLANDO” as bases de outros partidos, desmontando, desidratando e deixando os possíveis adversários de plantão em puro desespero, afinal, sem caneta e dinheiro, ninguém é valente.

Pega a visão: 2026 tá batendo na porta, e quem não entendeu que o “PODER” é estratégico, técnico e econômico.

Os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda só tem um aviso: vai continuar reclamando da janela, vendo o bonde do núcleo duro passar e levando poeira pra se acalmar.

Se liga: aprender com os erros também é importante nesse sentido, já que o erro de hoje pode ser a vitória de amanhã.

Há quem diga…

Que o xadrez é um jogo de lógica, mas quem joga de verdade sabe: ele é um jogo de espelhos, cada movimento que fazemos reflete algo que está escondido dentro de nós: medo, vaidade, raiva, orgulho, ou o simples desejo de provar que ainda temos o controle. O tabuleiro não é apenas de madeira. Ele é feito de nervos, memórias e silêncios.

O adversário a sua frente é real, mas o inimigo mais perigoso está do outro lado das suas próprias decisões.

Pegou aí? Assim como no xadrez, a política também exige estratégia. No cenário político as peças são constantemente movimentadas: algumas avanças, outras recuam, novas surgem, enquanto outras desaparecem do tabuleiro.

Os líderes políticos, assim como jogadores experientes precisam avaliar cada jogada, antecipar cenários e formar alianças para alcançar seus objetivos.

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Nota de rodapé: quando o Rei cai, tudo se apaga: o barulho do relógio, o som das peças, o orgulho do (a) jogador (a). Resta apenas o silêncio.

Mas, esse silêncio fala. Ele diz: “Você ainda não terminou o jogo dentro de si“.

Ele continua te seguindo, nos menores, nos erros revistos, nas noites sem sono em que você imagina o que poderia ter feito diferente.

Cada partida é um confronto entre razão e instinto, entre controle e caos, entre luz e trevas. O verdadeiro mestre não é o que vence mais. É o que aprende a reconhecer o próprio abismo e ainda assim continuar jogando.

O Boteco vai falar

– O Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta dificuldades de ocupar espaço em cargos eletivos na Terra de Rondon, alimentado pelo Agronegócio e com uma população considerada em sua maioria conservadora e de direita. Até o momento a sigla petista vai apoiar a reeleição do Senador Carlos Fávaro, não indicará nenhuma candidatura para a eleição. O partido passa por uma crise pela falta de lideranças consolidadas. Nomes fortes como dos deputados estaduais, Ludio Cabral e Valdir Barranco, já avisaram que não tem a intenção de concorrer a cargos majoritários em 2026;

Estamos diante de um eleitor: pendular, cuja imagem se assemelha a dos eleitores dos Estados pendulares nos Estados Unidos. Votam, ora em um candidato Democrata, ora em um candidato Republicano. A conclusão é a de que, tanto lá como aqui, o eleitor sobe e desce na gangorra, votando sob a sombra de suas circunstâncias, detonadores da vontade das massas. Esse é, aliás, o mecanismo propulsor da democracia, a capacidade de o eleitor mudar instrumentos da orquestra, tambores, cordas e metais, e também os músicos, caso queira.

Segue o fluxo!

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Política

Teia de suspeitas do VLT e impasse do BRT tensionam relação entre “Governo” e “Oposição”

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) converteu-se no cenário de um intenso embate político que paralisou o debate sobre a infraestrutura local. O episódio ocorreu durante uma Audiência Pública de prestação de contas que acabou por desviar o foco técnico para antigas disputas eleitorais. A sessão, que deveria esclarecer o andamento das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), transformou-se em uma arena de acusações recíprocas entre a base governista e a oposição. O impasse reflete a profunda polarização que historicamente caracteriza a gestão das grandes obras de mobilidade urbana na capital mato-grossense.

O debate centralizador das discussões ocorreu no Palácio Dante de Oliveira, sede do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Político Administrativo de Cuiabá. A escolha do local conferiu caráter oficial e solene ao encontro, que reuniu parlamentares, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada. A capital, que convive há mais de uma década com os transtornos decorrentes de projetos de transporte inacabados, serviu como pano de fundo geográfico e social para o confronto. O ambiente do plenário, marcado por discursos inflamados e questionamentos incisivos, evidenciou a urgência das respostas demandadas pela população cuiabana.

A reunião deliberativa aconteceu nesta terça-feira, momento em que o cronograma físico e financeiro do BRT voltou a ser oficialmente questionado pela Comissão Parlamentar competente. O agendamento da Audiência Pública atendeu a um requerimento de urgência apresentado pela oposição, motivado pelas sucessivas dilações nos prazos de entrega das vias exclusivas de transporte. A temporalidade do evento revelou-se estratégica, ocorrendo em um período de crescente cobrança social pela retomada e finalização dos corredores estruturais de trânsito na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado de Mato Grosso (SINFRA/MT), Marcelo de Oliveira, conhecido politicamente como Marcelo “Padeiro”, figurou como o principal convocado para prestar os esclarecimentos técnicos necessários. O gestor, contudo, optou por retirar-se do recinto parlamentar antes da formulação das perguntas cruciais pelos deputados da oposição, gerando forte descontentamento no plenário.

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A conduta do secretário foi interpretada pela bancada oposicionista como uma deliberada esquiva diante das responsabilidades administrativas referentes aos contratos e aditivos vigentes.

A convocação oficial da autoridade governamental deu-se em razão da necessidade imperiosa de esclarecer os motivos das constantes paralisações e o encarecimento das obras do BRT. O projeto atual, que substituiu o antigo modelo de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é alvo de investigações que apontam suposta falta de planejamento e excesso de contratações diretas sem licitação. Os deputados estaduais exigiam a apresentação detalhada de planilhas de custos e a justificativa para a escolha de consórcios específicos para a execução dos lotes remanescentes.

A controvérsia instalou-se em virtude do abandono da sessão pelo secretário e das posteriores declarações do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que saiu em defesa de seu colaborador. O chefe do Executivo Estadual descaracterizou as cobranças técnicas da oposição ao sugerir que a campanha eleitoral de 2012 do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), fora financiada com desvios do extinto projeto do VLT.

Esse movimento retórico redirecionou a pauta de fiscalização orçamentária para o campo das suspeitas criminais pretéritas, inflamando o ambiente político estadual e deslocando o foco das atuais falhas de execução do BRT.

Os parlamentares estaduais utilizaram-se dos mecanismos constitucionais de fiscalização do Poder Executivo, amparados pelo regimento interno da Casa de Leis e pela prerrogativa de controle externo da administração pública. A inquirição dos secretários de Estado constitui um dever do parlamento e um direito do cidadão ao acesso à informação e à transparência pública. A utilização desse instrumento de controle democrático visa garantir que os recursos públicos sejam aplicados em conformidade com os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

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A complexidade operacional e financeira que envolve a transição do modelo de VLT para o BRT justifica a intensa preocupação dos órgãos de controle e dos representantes do Legislativo. Um dos pontos de maior atrito consiste no expressivo aumento do valor de um lote licitado, cujo custo inicial saltou de R$ 68 milhões para expressivos R$ 120 milhões em apenas dois meses.

A dispensa de licitação concedida sistematicamente a uma única empresa construtora agravou as suspeitas de favorecimento, motivando pedidos de auditoria detalhada junto ao Tribunal de Contas do Estado.

O impacto imediato desse novo embate político consiste no severo travamento da interlocução institucional entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. As declarações de Otaviano Pivetta geraram forte reação do deputado petista Lúdio Cabral, que refutou veementemente as acusações de corrupção eleitoral e prometeu acionar os meios jurídicos cabíveis para restabelecer sua honra. A judicialização da disputa política tende a prolongar o clima de instabilidade, prejudicando a aprovação de matérias de interesse público e a própria fiscalização das obras de mobilidade urbana.

A sociedade mato-grossense permanece como a principal prejudicada pelo prolongamento indefinido dos canteiros de obras que obstruem o tráfego e deterioram o comércio de Cuiabá. Enquanto as lideranças políticas priorizam a disputa de narrativas sobre eventos ocorridos há mais de uma década, o cronograma do BRT segue sem uma definição concreta de entrega.

A expectativa coletiva por um sistema de transporte coletivo moderno e eficiente continua frustrada pela crônica incapacidade de planejamento e pela constante partidarização das soluções de infraestrutura pública.

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