SUPLENTES NA TORCIDA
Suplentes de deputados torcem pelos titulares nas eleições 2024
Ainda que de forma sutil, muitos pré-candidatos as eleições de 2024 começam a se insinuar em aparições públicas, especialmente nos eventos das Prefeituras, nas inaugurações e lançamentos de obras e, claro, nas redes sociais, com vistas ao próximo pleito eleitoral, fazendo com que a velha máxima esteja em evidência e repleta de segundas intenções: “quem é vivo sempre aparece“.
O Blog do Valdemir já trouxe várias matérias, neste momento de turbulência dos pré-candidatos e hoje, a equipe de reportagem vai aportar aqueles com mandatos eletivos no qual abrirá para o seu suplente assumir um possível mandato na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa Mato-grossense. Segue o fluxo!
As fotos no parlamento podem mudar
Pouco mais de um ano para as eleições municipais, os suplentes de deputados federais e estaduais estão de olho nas vagas que podem surgir na bancada federal ou estadual. Ao todo, dois são estaduais e dois federais, mas tudo leva crer irão disputar a majoritária para a Prefeitura de Cuiabá, o que poderá abrir espaço para os suplentes.
Na esfera estadual, os deputados Zé Edu Botelho, do por enquanto no União Brasil (UB), e Ludio Frank Mendes Cabral, do Partido dos Trabalhadores (PT), estão na pré-disputa.
O candidato petista, precisa urgentemente de reunir a preferência das correntes do Partido dos Trabalhadores (PT) e da “Federação Partidária”, que faz parte com as demais siglas.
Caso Ludio Cabral ganhe a vaga será preenchida pela suplente, vereadora Edna Sampaio. Esta parlamentar, está com um pé fora da Câmara Municipal de Cuiabá, a parlamentar está sendo acusada de “RACHADINHA”. O que nega de pés juntos.
Na próxima sexta-feira, a parlamentar vai enfrentar o veredito dos vereadores na Câmara de Cuiabá. Ela poderá ser suspensa por 30 dias ou perder o seu mandato de vereadora. Mesmo que seja cassada ainda assim poderá assumir a vaga de deputada estadual, no caso da eleição de Ludio Cabral, interessado em sentar na cadeira número 1 do Palácio Alencastro.
Já em caso de vitória do Zé Edu Botelho, quem assume a vaga na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) é, Gilberto Figueiredo, hoje na secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso (SES/MT). Edu será o candidato, entretanto, todavia, não sabe ainda por qual partido e está estudando as inúmeras propostas dos dirigentes das siglas disponíveis.
Apesar de estar em uma situação confortável, Gilberto Figueiredo poderá se animar com a vaga e os seus eleitores votarem na possível candidatura de Zé Edu.
Gilberto é de confiança do núcleo duro do Palácio Paiaguas e esta como secretário de Saúde no Governo Mauro Mendes.
Nas suas entrevistas, ele demonstra que não é o principal torcedor de Zé Botelho. A “neutralidade”, fará parte do seu jogo para a escolha do candidato do UB. No momento, a olhos leigos, Gilberto Figueiredo gabaritou o bingo da neutralidade com termos como “diálogo” e “o melhor para o partido”, são as suas falas.
Mas, ser secretário ou deputado estadual com mandato é outros quinhentos.
No escopo federal os deputados federais Fábio Paulino Garcia, o menino Fabinho (UB), e o polêmico Abílio Jaques Brunini (PL), também poderão disputar o comando da Prefeitura de Cuiabá. Em caso de Fábio, assumirá o acento de deputada federal, Gisele Simona.
O menino Fabinho tem um grande problema: o União Brasil em Cuiabá empurrar a definição do seu nome para a última hora. A suplente Gisele Simona foi candidata em 2020. No segundo turno apoiou Abílio Brunini que a atacou com a famosa frase “boa candidata, apesar de ser mulher”.
Após o pleito eleitoral Gisele Simona disse que apoiou Abílio no segundo turno mesmo sabendo que ele não serviria para ser Prefeito de Cuiabá.
E o Abílio quem poderá assumir? Eitaa lasqueiraaaa! Isso é verdade? Faz parte do jogo eleitoral. Então tá! Abílio Brunini poderá ser rifado pelo Senador mato-grossense, Wellton Fagundes, que vem a ser presidente regional do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, que apoiaria a candidatura de Fábio Garcia de olho na sucessão ao governo estadual em 2026.
O suplente Nelson Barbudo, em 2018 foi o deputado federal mais votado em Mato Grosso, porém, entretanto, todavia, em 2022 o seu discurso de direita radical o levaram a sua derrota.
Bom…, por hoje é o que há.
Política
Realinhamento partidário em Várzea Grande reflete “Tensões Institucionais” e “Impasses no PL”
A Prefeita do Município de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, estuda de maneira conclusiva a sua desfiliação do Partido Liberal (PL) para ingressar em uma nova agremiação situada no mesmo espectro ideológico da direita. O movimento estratégico de migração partidária fundamenta-se na necessidade de reorganizar sua base de apoio governamental diante do atual cenário de instabilidade, buscando uma legenda que ofereça respaldo político proporcional aos desafios administrativos enfrentados pela Executiva Municipal no Estado de Mato Grosso.
Esta reconfiguração partidária ocorre em meio à severa crise política e institucional enfrentada pela administração municipal de Várzea Grande neste momento. O conturbado panorama local tem exigido da chefe do Poder Executivo Municipal um posicionamento firme para assegurar a governabilidade, além da busca constante por alianças mais sólidas que consigam garantir a estabilidade necessária para a condução das políticas públicas e para a gestão do município.
A motivação central que impulsiona a mandatária a planejar sua saída do Partido Liberal (PL) reside no profundo sentimento de disparo político enfrentado perante a alta cúpula da sigla. A gestora municipal avalia que a legenda não tem oferecido a sustentação política indispensável para o enfrentamento das adversidades locais, situação que compromete diretamente a articulação de projetos cruciais para a cidade e fragiliza sua posição de liderança institucional.
A mudança de sigla está sendo articulada para se concretizar nas próximas semanas, período considerado decisivo pelas lideranças envolvidas na negociação. A definição do cronograma de transição atende a critérios estratégicos de conveniência política, com o objetivo de minimizar os impactos administrativos na prefeitura e permitir uma transição partidária harmoniosa que proteja a estabilidade da gestão do município.

O plano de migração vem sendo executado na cidade de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado de Mato Grosso e centro de expressiva relevância política regional. Por sua localização estratégica e importância econômica, os desdobramentos das decisões tomadas na cidade reverberam de maneira significativa sobre todo o cenário político estadual, atraindo a atenção de analistas e dirigentes partidários de diversas regiões.
O processo de transição ocorre mediante intensas negociações de bastidores conduzidas pela prefeita e por seus articuladores mais próximos junto a presidentes regionais e nacionais de siglas de direita. O método adota uma abordagem estritamente diplomática, pautada no diálogo reservado e na avaliação criteriosa do alinhamento programático, visando a obtenção de garantias formais de apoio governamental e de autonomia política para a gestora.
Entre as razões determinantes para essa ruptura sobressai o desconforto gerado pelo fato de o ex-vice-prefeito Tião da Zaeli, considerado seu principal desafeto político, continuar exercendo forte influência no comando do Partido Liberal local. A coexistência de forças antagônicas no mesmo diretório inviabilizou a convivência pacífica, transformando o ambiente partidário interno em um obstáculo permanente para a consolidação da autoridade política da prefeita.
O anúncio público da nova filiação partidária dependerá da consolidação dos acordos formais de liderança que vêm sendo firmados com os novos aliados estratégicos. A confirmação oficial será feita assim que estiverem asseguradas as garantias de espaço e representatividade no novo partido, elemento considerado indispensável para o fortalecimento do grupo político que sustenta a atual administração municipal.
As projeções e apostas feitas por analistas do meio político local dão como praticamente certa a efetivação dessa transferência partidária nas instâncias competentes. A convergência de opiniões entre os especialistas reforça a percepção de que o isolamento interno no Partido Liberal tornou a permanência da prefeita insustentável, convertendo a mudança de legenda em uma etapa inevitável para a sobrevivência política do seu mandato.
Por fim, a iminente filiação de Flávia Moretti a outra legenda da direita visa redefinir o equilíbrio de forças na política várzea-grandense e consolidar sua autonomia de gestão. Com essa manobra, a gestora busca afastar as interferências de opositores internos, assegurar a governabilidade até o término do seu mandato e estruturar uma base partidária coesa para os futuros pleitos eleitorais do município.
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