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A BRIGA PELO PALÁCIO PAIAGUAS CONTINUA

Faltando 73 dias das eleições, o que acontece nos bastidores da disputa em Mato Grosso?

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Polêmicas nas Convenções Partidárias no dia de ontem, de hoje, bastidores e muito mais! O Boteco da Alameda te garante que as informações desta quinta-feira tá recheado, e daquele jeito, e você não vai perder né? Bora já começar.

A eleição em Mato Grosso carrega bastidores movimentados em torno das disputas ao Palácio Paiaguás e Casa Alta.

Segundo as apurações e fontes ouvidas pelos frequentadores do Boteco da Alameda, a perspectiva que é os dois cenários tenha confrontos específicos em busca das vagas disponíveis.

No caso da briga pelo Palácio Paiaguás, três nomes despontam: Pelo Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, pelo partido Republicanos, Otaviano Pivetta, e “Capitão Jaymão” pelo União Brasil (UB), tendem a protagonizar o cenário durante a campanha eleitoral, que começa em 16 de agosto.

A grande discussão atual nos bastidores é se o liberal Wellton Fagundes, estará com o seu número nas urnas no dia 4 de outubro e, caso esteja, haverá ou não segundo turno na “LINDA”, “QUERIDA” e MARAVILHOSA” Terra de Rondon.

Bom…, Otaviano Pivetta, por óbvio, buscará vencer em primeiro turno. Atualmente, ele não é apontado como favorito na eleição, segundo as pesquisas apresentadas, e por isso tentará reverter e resolver a disputa no primeiro turno.

Mesmo que para os analistas políticos e especialistas em marketing eleitoral o clima, já seja de campanha, será mesmo a partir das Convenções Partidárias que o quadro começará a ganhar forma, a ser melhor desenhado.

Vai ser quando veremos as estratégias definidas e para qual lado estará voltado o olhar de cada uma das campanhas de 2026, o que também é importante ser acompanhado daqui para frente nas disputas.

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Segue o fluxo!

Wellton fragilizado

Cada eleição tem sua história e, por isso, precisa ser examinada pelo seu caráter singular. Mas em Mato Grosso, neste momento, há um fenômeno distinto. A eleição de 2026 já começou a jogar a eleição de 2030.

O Senador pelo Partido Liberal (PL), sabe que é “FRACO” para governador, porque não tem apoio nem mesmo da base do seu partido, que grande parte vai apoiar o governador Otaviano Pivetta, do Republicanos, para a reeleição.

Ainda assim, e contrariando as bases do partido, Wellton Fagundes insiste que será candidato a governador.

Por que, se não é considerado consiste eleitoralmente, Wellton insiste com sua candidatura?

Porque quer arrancar um acordo que beneficie para a disputa eleitoral de 2030.

Retirando-se do jogo eleitoral em 2026, Wellton Fagundes quer o apoio do Republicanos para disputa da reeleição em 2030.

Tem lógica? Tem, é claro. O problema é que, se for reeleito poderá se desincompatibizar, em abril de 2030, para disputar mandato de Senador da Republica.

Ou seja, o partido Republicanos e o liberal Wellton Fagundes poderão se enfrentar pela única vaga a Casa Alta a ser disputa naquele ano.

Há outra questão: se não for candidato a reeleição em 2030, Wellton Fagundes poderá disputar mandato de governador.

Mas…, há uma muralha no caminho. A base governista, a qual o senador ainda não pertence, poderá ter dois nomes para a disputa ao governo: Max Russi e “Mulher Maravilha”.

O que depreende de tudo o que o Boteco da Alameda reportou acima é: Wellton Fagundes está sem lugar na política na Terra de Rondon, cada vez mais isolado.

Solamente só.

Mas…, se reintegrado a base governista, vale lembrar que se considerava do núcleo duro do Palácio Paiaguás, antes de se exibir como bolsonarista, a partir de 2018, pode ter alguma chance de se manter no topo.

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O Partido Liberal (PL), não o despreza, mas seus líderes, como os prefeitos da sigla, Abilinho Brunini, Cláudio Ferreira, Flávia Moretti e mais 15 prefeitos, sabem que o projeto de Wellton não é partidário, e sim pessoal.

O que lhe interessa não é a defesa dos Bolsonaros, ou do Estado de Mato Grosso, e sim defesa de seus interesses políticos.

O Boteco vai falar

O entorno de Flávio Bolsonaro, como já revelado, pressionam para que o Senador Wellton Fagundes desista de concorrer para apoiar o governador Otaviano Pivetta a reeleição.

Não se esquecendo que, desde 2022, o governador tem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o grupo do núcleo duro do Palácio Paiaguás, o acordo continua valendo e também aproxima Pivetta de Tarcísio.

O governador paulista Tarcísio, nesse cenário, entraria no jogo para pressionar o Partido Liberal (PL), a respeitar o acordo com Bolsonaro e manter o apoio a Pivetta.

Nota de rodapé: a disputa não é apenas entre dois nomes ditos conservadores. Seria, quando nada, uma queda de braço entre grupos diferentes pelo controle do projeto político da direita em Mato Grosso.

Quer saber? Apesar da força eleitoral demonstrada nas últimas disputas, a extrema direita na “LINDA”, “QUERIDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, chega fragilizada a corrida para o Palácio Paiaguás de 2026 por um motivo central: AUSÊNCIA de uma liderança unificadora.

Segue o fluxo!

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Política

União Brasil convoca convenção para definir futuro político em Mato Grosso

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Faltando pouco mais de uma semana para o encerramento do prazo regulamentar destinado às Convenções Partidárias, o ex-governador e atual presidente da sigla em Mato Grosso, o cacique Mauro Mendes Ferreira, oficializou a realização do encontro decisivo da agremiação para a próxima quinta-feira, dia 30 de julho.

A convocação formal deu-se por meio da publicação do edital no Diário Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), garantindo a publicidade exigida pela legislação eleitoral brasileira e estabelecendo o ritual burocrático necessário para a validade jurídica de todas as deliberações subsequentes.

O ato político solene e decisivo terá como sede o auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas, tradicional espaço de grandes eventos institucionais localizado na região central da capital mato-grossense, Cuiabá.

A reunião dos quadros partidários estender-se-á por exatamente cinco horas, período estipulado pelo edital para que os participantes inscritos debatam e concluam os trabalhos deliberativos alinhados com os normativos vigentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Compete exclusivamente aos trinta e oito convencionais habilitados a responsabilidade de chancelar as candidaturas ao Governo do Estado, homologando o nome do Senador Jayme Campos ou definindo o apoio formal a outro projeto político, além de referendar as chapas aos cargos proporcionais e ao Senado.

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A formalização do ato atende à extrema urgência de cumprir o calendário eleitoral oficial estabelecido pela Justiça Eleitoral, garantindo a legitimidade das candidaturas e evitando o perecimento dos prazos regimentais que inviabilizariam a disputa.

O anúncio oficial ocorreu após um período de intensa pressão interna, haja vista que a demora na publicação do edital gerava aparente insegurança entre os filiados, alimentava incertezas sobre o cumprimento de acordos firmados e levantava questionamentos sobre os rumos estratégicos do partido.

Entre os principais articuladores da cobrança pública por celeridade destacou-se o deputado estadual Júlio Campos, o qual enfatizou publicamente a necessidade da confirmação da data para viabilizar o deslocamento das comitivas de militantes e correligionários oriundos do interior do estado.

Embora o União Brasil ostente o status de maior agremiação partidária de Mato Grosso em número absoluto de filiados e tenha demonstrado expressiva capilaridade ao eleger sessenta prefeitos no último pleito municipal, a legenda enfrenta um momento de necessária reorganização tática.

A urgência em consolidar a unidade partidária justifica-se pelo desempenho heterogêneo nas urnas, já que a força demonstrada nos pequenos e médios municípios contrastou com derrotas significativas nos maiores colégios eleitorais do estado, como Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis.

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