QUEM VAI DANÇAR O TANGO POLÍTICO SOZINHO!
Diante da indefinição, Fabinho é cogitado para vice de Pivetta
Segundouuu! Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, o maior Campeão do Campeonato Brasileiro, jogará dia 5 de agosto em Cuiabá contra o Fortaleza pela Copa do Brasil, e esse jogo promete fortes emoções no Estádio Jose Fragelli. Então ficamos assim: vamos nos encontrar na Arena Pantanal, combinado?
E lá vem o “Guri Refestelado da Guarita“, na sua Monark Barra Forte descendo a 13 de junho, para “fuxicar” da vida alheia, e avisar que as Convenções Partidárias continuam e tem gente que não conseguiu unir os membros do seu partido, mesmo com o aval do “Flavinho“, que também não anda lá essas coisas.
O então candidato bolsonarista, Wellton Fagundes, está sendo obrigado a mudar de estratégia, talvez um pouco tarde demais.
Senão venhamos e convenhamos: nas últimas entrevistas dadas pelo candidato ao Palácio Paiaguás, Wellton ensaiou uma dança, mas se depender dos membros do próprio partido, ele vai dançar o “Tango Político”, sozinho.
E a estratégia: ele quer um vice, para assumir o Governo do Estado com responsabilidade, enquanto ele viaja por Brasília e pelo Mundo.
Calma, muita calma nessa hora “pequeno gafanhoto“, ele disse que estará indo atrás de Emendas Parlamentares, Recursos para o nosso “QUERIDO“, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, e não disso que você está pensando.

E as Convenções Partidárias
As Convenções Partidárias realizadas até agora serviram menos para homologar candidaturas do que para medir força política, testar alianças e revelar o estágio em cada grupo chega a reta final das articulações.
Mais do que os discursos, são os bastidores que começam a definir o rumo da sucessão.
Está difícil achar um vice
É mais ou menos sempre assim lançar o nome para a titularidade e depois, com a composição políticas que podem vir a se confirmar, se define o vice. Nenhum candidato até agora não tem vice, e pelo que anda os bastidores, a coisa tá difícil.
Nota de rodapé: a essa altura das Convenções Partidárias, em 2022, todos os principais candidatos ao Palácio Paiaguás naquela época, estavam com as chapas definidas, com o nome do vice já anunciado. Hoje, 27 de julho de 2026, o cenário é exatamente o oposto. Nada ainda, nadinha de nada de vice.
Nenhum dos possíveis candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto definiu quem será o vice e parte delas enfrentam entraves nas negociações em andamento em busca de aliados.

Tá difícil Pivetta?
Bom…, o governador mato-grossense, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, já declarou que prefere ter uma mulher como companheira de chapa para estas eleições de 2026.
Entre os nomes circulam nas articulações políticas: Gisela Simona (UB), Mulher Maravilha (MDB), Margareth buzetti (PP), Kalynka Meirelles (Podemos).
Masssss….Apesar das especulações a definição depende do cenário político.
De camarote, Fabinho
Será? Tem dúvidas? O deputado federal Fábio Paulino Garcia (UB), também aparece entre os nomes ventilados. Ele é considerado um aliado próximo do grupo político do ex-governador Mauro Mendes Ferreira (UB). Chance de ser o “escolhido” é de 96,8%.
Se liga: os movimentos no tabuleiro político eleitoral do cacique número 1 do Podemos, o deputado estadual Max Russi, e a emedebista “Mulher Maravilha” nos próximos dias, indicará o que virá! Ou seja, a escolha por parte do Pivetta para o seu vice decidirá o pleito eleitoral de Mato Grosso em 2026.
Será?
Então pega aí!
Sem as lideranças políticas no seu palanque (Max Russi e Janaína Riva), com o “Capitão Jaymão”, barrado no dia 30 de julho, Otaviano Pivetta pode esperar: eles vão se unir no segundo turno, levando juntos para o palanque diversos prefeitos e lideranças políticas.
Otaviano Pivetta, vai ter que mexer os “pauzinhos” nos próximos dias, ao contrário vai entregar o Palácio Paiaguás para o seu atual oponente na política de Mato Grosso.

O Boteco vai falar
O cenário político indica que a sucessão estadual de 2026 deverá ser a mais competitiva dos últimos anos, com impacto direto sobre o tempo de propaganda eleitoral, a distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral e a formação das alianças para um eventual segundo turno.
Quer mais? A neutralidade da Federação União Progressista, dos Repúblicano e do Podemos, na disputa presidencial, muda o jogo no tabuleiro eleitoral, na “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.
Nota de rodapé: O Governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, ao defender que Mato Grosso fique fora das negociações nacionais entre Repúblicanos e Partido Liberal (PL), deixou claro que pretende construir sua candidatura a partir das lideranças estaduais, ampliando a aproximação com prefeitos de diferentes partidos e reduzindo a dependência dos acordos firmados em Brasília.
Nas próximas semanas definirão o tamanho das alianças, o papel de Mauro Mendes, o futuro político do “Capitão Jaymão” a posição da cacique número 1 do MDB mato-grossense, a “Mulher Maravilha“, e a capacidade de Wellton Fagundes de manter unido o seu partido, o PL.
A partir do dia 15 de agosto, o foco deixará de ser apenas a engenharia partidária e passará a ser capacidade de cada candidato transformar acordos políticos em intenção de voto.
É nesse momento que a sucessão deixará definitivamente os bastidores para entrar nas ruas.
Segue o fluxo!
Política
Realinhamento partidário em Várzea Grande reflete “Tensões Institucionais” e “Impasses no PL”
A Prefeita do Município de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, estuda de maneira conclusiva a sua desfiliação do Partido Liberal (PL) para ingressar em uma nova agremiação situada no mesmo espectro ideológico da direita. O movimento estratégico de migração partidária fundamenta-se na necessidade de reorganizar sua base de apoio governamental diante do atual cenário de instabilidade, buscando uma legenda que ofereça respaldo político proporcional aos desafios administrativos enfrentados pela Executiva Municipal no Estado de Mato Grosso.
Esta reconfiguração partidária ocorre em meio à severa crise política e institucional enfrentada pela administração municipal de Várzea Grande neste momento. O conturbado panorama local tem exigido da chefe do Poder Executivo Municipal um posicionamento firme para assegurar a governabilidade, além da busca constante por alianças mais sólidas que consigam garantir a estabilidade necessária para a condução das políticas públicas e para a gestão do município.
A motivação central que impulsiona a mandatária a planejar sua saída do Partido Liberal (PL) reside no profundo sentimento de disparo político enfrentado perante a alta cúpula da sigla. A gestora municipal avalia que a legenda não tem oferecido a sustentação política indispensável para o enfrentamento das adversidades locais, situação que compromete diretamente a articulação de projetos cruciais para a cidade e fragiliza sua posição de liderança institucional.
A mudança de sigla está sendo articulada para se concretizar nas próximas semanas, período considerado decisivo pelas lideranças envolvidas na negociação. A definição do cronograma de transição atende a critérios estratégicos de conveniência política, com o objetivo de minimizar os impactos administrativos na prefeitura e permitir uma transição partidária harmoniosa que proteja a estabilidade da gestão do município.

O plano de migração vem sendo executado na cidade de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado de Mato Grosso e centro de expressiva relevância política regional. Por sua localização estratégica e importância econômica, os desdobramentos das decisões tomadas na cidade reverberam de maneira significativa sobre todo o cenário político estadual, atraindo a atenção de analistas e dirigentes partidários de diversas regiões.
O processo de transição ocorre mediante intensas negociações de bastidores conduzidas pela prefeita e por seus articuladores mais próximos junto a presidentes regionais e nacionais de siglas de direita. O método adota uma abordagem estritamente diplomática, pautada no diálogo reservado e na avaliação criteriosa do alinhamento programático, visando a obtenção de garantias formais de apoio governamental e de autonomia política para a gestora.
Entre as razões determinantes para essa ruptura sobressai o desconforto gerado pelo fato de o ex-vice-prefeito Tião da Zaeli, considerado seu principal desafeto político, continuar exercendo forte influência no comando do Partido Liberal local. A coexistência de forças antagônicas no mesmo diretório inviabilizou a convivência pacífica, transformando o ambiente partidário interno em um obstáculo permanente para a consolidação da autoridade política da prefeita.
O anúncio público da nova filiação partidária dependerá da consolidação dos acordos formais de liderança que vêm sendo firmados com os novos aliados estratégicos. A confirmação oficial será feita assim que estiverem asseguradas as garantias de espaço e representatividade no novo partido, elemento considerado indispensável para o fortalecimento do grupo político que sustenta a atual administração municipal.
As projeções e apostas feitas por analistas do meio político local dão como praticamente certa a efetivação dessa transferência partidária nas instâncias competentes. A convergência de opiniões entre os especialistas reforça a percepção de que o isolamento interno no Partido Liberal tornou a permanência da prefeita insustentável, convertendo a mudança de legenda em uma etapa inevitável para a sobrevivência política do seu mandato.
Por fim, a iminente filiação de Flávia Moretti a outra legenda da direita visa redefinir o equilíbrio de forças na política várzea-grandense e consolidar sua autonomia de gestão. Com essa manobra, a gestora busca afastar as interferências de opositores internos, assegurar a governabilidade até o término do seu mandato e estruturar uma base partidária coesa para os futuros pleitos eleitorais do município.
-
Artigos4 dias atrás6a Jornada Mundial dos avós e das Pessoas Idosas 2026
-
Destaques4 dias atrásMato Grosso soma 7 mortes e TCU aponta falhas nacionais na fiscalização
-
Artigos4 dias atrásQuando a máscara cai
-
Política3 dias atrásArticulação de bastidores consolida Janaina Riva como vice na chapa governista?
-
ESPORTES4 dias atrásDenúncia de abandono de atleta da base do Cuiabá no Rio de Janeiro
-
ESPORTES6 dias atrásManipulação de Resultados na 2º divisão do Mato-grossense
-
Artigos6 dias atrásArcabouço fiscal sob pressão: os desafios das contas públicas brasileiras
-
Política4 dias atrásFaltando 73 dias das eleições, o que acontece nos bastidores da disputa em Mato Grosso?


