AS "NEGOCIAÇÕES" POR TODOS OS LADOS
Será que teremos candidato da oposição na AMM? E Neri como andas?
Quando eu lembro que hoje é domingo, e domingo sempre, mas sempre é dia de descanso, bom…, para alguns claro, mas…, que está semana teremos feriado na quinta e sexta-feira, para os Servidores Públicos de Cuiabá e do Palácio Paiaguas é só felicidades. Pena que o editor do Blog do Valdemir não dá trégua, então vamos ao trabalho.
Para o início da semana vamos dar uma chegada até a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), para ver como anda as “negociações” para a eleição da presidência da entidade entre o atual presidente que não quer largar o “OSSO” Neurilan Fraga e Leonardo Bortolim, Prefeito da Cidade de Primavera do Leste.
Hoje, vamos deixar em paz, dar um tempo, uma folga para o menino da Rua Joaquim Murtinho, o meu amigo Nenel Pinheiro (MDB), e o nobre presidente da “MARAVILHOSA” Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho, do União Brasil (UB), que de “UNIÃO” não tem nada, e vamos até a Capital Federal e saber das novidades do ex-deputado federal, ex-candidato a Senador derrotado nas urnas, o insistente em querer um cargo na Capital Federal, o ainda progressista Neri Geller.
Mas, antes vamos registrar o feriado municipal em Cuiabá e no Estado para os Servidores Públicos nos dias 8 (quinta-feira), e no dia 9 (sexta-feira), data de Corpus Crhisti. O expediente dos servidores públicos será retomado na data de 12 de junho, “Dia dos Namorados”.
Agora sem delongas, vamos para a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), porque tenho que me concentrar para o jogo do meu Palmeiras hoje.

Neurilan e Leonardo
O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga vai para a sua quinta disputa consecutiva a presidência da entidade. Quando assumiu a presidência da AMM, Neurilan Fraga era Prefeito da Cidade de Nortelandia. Oi… quer saber o ano? Vishi, já faz um tempinho, isso ocorreu em 2014. Mas não importa se ele vai perpetuar no comando da entidade, o importante é que ele não quer deixar a sua segunda casa, ou melhor, largar o “OSSO”.
Neurilan Fraga, já mandou avisar que;
“A AMM é uma associação de municípios. Então ela defende o interesse do município e não uma Associação de Prefeitos“, recado dado do Neurilan.
É.…, não vai largar o “OSSO” mesmo, quer ficar a todo custo naquela sua segunda casa.
Questionado sobre o apoio dos deputados estaduais: Max Joel Russi (PSB), a “Mulher Maravilha“, Janaína Greyce Riva (MDB), Fábio José Tardim (PSB), Juarez Costa (MDB), Ondanir Bortoline, o Nininho (PSD), e o tucano Carlos Avalone Junior, além do cacique quase aposentado Carlos Gomes Bezerra (MDB), a Leonardo Bortolim, Prefeito da Cidade de Primavera do Leste, o atual presidente da AMM mandou uma direta, dizendo que não buscará apoio de parlamentares, afirmando que deixará seu trabalho falar por si só.
“Eu tenho credito pelo trabalho que eu faço, porque não basta só se for prefeito, é também participar dos movimentos municipalistas… por isso eu cheguei ao cargo de presidente, o que não é o caso do prefeito Léo“, cutucou Neurilan. Eitaaaaa!
Já o seu possível concorrente, Leonardo Bortolim, foi definido como candidato à presidência da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com apoio de 56 prefeitos dos 128 associados, além de cinco deputados estaduais e um deputado federal, ainda conta também com apoio do cacique quase aposentado Carlos Gomes Bezerra (MDB).
Leonardo Bortolim, está no seu segundo mandato na chefia da Prefeitura de Primavera do Leste e com uma carreira promissora pela frente. Apesar de cometer erro primário na Câmara de Vereadores daquele município.
Quando a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, diz que será “possível” candidato a AMM, nós fazemos uma leitura no seu município que até o momento não conseguiu emplacar ainda um nome de seu grupo, que empolgue e chegue forte para as eleições de 2024. Tá esperando ser presidente da AMM? Só o tempo nos dirá.
Em 2023, a entidade, tem orçamento estimado em R$ 14 milhões.
E Neri Geller?
Um recurso antigo do ex-deputado federal Neri Geller será julgado nos próximos dias no Supremo Tribunal Federal (STF). Neri, juntou toda a sua movimentação financeira e balancetes da sua empresa para provar que mesmo com transferências de recursos para a sua campanha, não praticou “Caixa 2”.
Caso obtenha êxito nessa investida jurídica, Neri Geller extinguirá a ação, o que tornará elegível, podendo vir a compor os quadros do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), na Secretaria de Políticas Agrícolas, apesar de já dar expediente no Ministério. Neri usa o carro oficial e só sobe pelo elevador privativo, na maioria das vezes acompanhado do inseparável amigo, o ministro Carlos Henrique Baqueta Favaro.

Pessoas próximas do ministro Carlos Favaro, garante que Neri Geller só aparece no Ministério como convidado. Hum…, tá bom, me engana que eu gosto… e segue o fluxo!
A Frente Parlamentar do Agronegócio (FPA), fez chegar ao Planalto, que não abre mão da indicação do futuro secretário de Políticas Agrícolas, e deseja Neri Geller, porém… sua situação continua travada no Supremo Tribunal Federal (STF). E até lá, continua subindo de elevador privativo com o inseparável amigo Carlos Favaro.
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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