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DEMARCANDO TERRITÓRIO

Senado dita o ritmo das articulações para 2026 em Mato Grosso

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Faltando ainda 16 meses para as eleições de 2026, que segue a todo vapor, uma configuração inédita se desenha no nosso querido e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso para o pleito eleitoral do próximo ano.

Nela, a disputa pelas duas cadeiras que estarão em jogo alcançou tal nível de importância, que as articulações sobre quem serão seus postulantes suplantam aquelas para decidir sobre o principal cargo da chapa majoritária, o de governador.

Em partes das conversas partidárias, a corrida pelo Senado é estabelecida como aquela onde se concentram as estratégias para “puxar” os votos para a majoritária e determinar alianças.

Por isso, em mais de uma chapa, pelo menos um dos candidatos ao Senado será alguém cujo histórico político já tenha sido mostrado forte pelo apelo popular e de sua alta densidade eleitoral.

Eleito em 2018…

E reeleito em 2022, apoiado pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), o cacique número 1 do União Brasil (UB), o governador Mauro Mendes Ferreira, o nosso “AMIGO”, o Homem de Ferro, vem demarcando seu território, seu lugar, no espectro ideológico para se manter viável na disputa eleitoral de 2026.

Apesar de ter apoiado a extrema direita, Mauro Mendes tem visto seu projeto de disputar o Senado ser ameaçado pelas promessas de campanha.

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Concluir e inaugurar:

– Parque Novo Mato Grosso, quatro Hospitais Regionais nos municípios de Tangará da Serra, Alta Floresta, Juína e Confresa, além dos trechos a serem duplicados na BR 163.

Entretanto, contudo, todavia, o Boteco da Alameda avalia que essa articulação do campo progressista em Mato Grosso é necessária, e precisa ser feita o quanto antes para que os atores políticos cheguem em 2026, fortalecidos e possam ser efetivamente competitivos.

Hoje, nada indica…

Que o ex-presidente Jair Bolsonaro vai disputar a eleição. Está inelegível até 2030 e sua situação jurídica pode ficar mais complicada com a investigação sobre uma tentativa de golpe depois das eleições de 2022.

Quando descem a realidade em Mato Grosso, aliados do ex-presidente se preparam para a campanha de 2026.

É bom ressaltar que o último pleito eleitoral em Mato Grosso, foi marcado por uma divisão dos votos considerados de direita desde o primeiro turno.

Venhamos e convenhamos: o Partido Liberal (PL), elegeu 21 prefeitos em Mato Grosso, e 36 não foram eleitos, num total de 57 que lançaram. Ou seja, somente 36% dos candidatos foram eleitos.

Já o União Brasil (UB), do governador Mauro Mendes, e do Senador Jayme Campos, lançou 93 candidatos e venceu em 60 municípios, significando 65% dos candidatos eleitos.

O PSB dos 28 candidatos lançados, 13 foram eleitos. Ou seja, o segundo partido mais eficiente no pleito eleitoral de 2024.

O Partido Repúblicanos, do vice-governador Otaviano Pivetta, elegeu 12 dos seus 30 candidatos, 40% de eficiência.

O MDB da “Mulher Maravilha”, e do já aposentado Carlos Gomes Bezerra, lançaram 46 candidatos e conseguiu eleger 18, alcançando 39% de eficiência.

E o MDB é…

Uma coisa a parte. O Boteco da Alameda pergunta: estaria o MDB ensaiando um abandono do barco, após desfrutar mais de sete anos do Governo do Estado?

O deputado estadual Dr. João José de Matos, uma das lideranças da sigla na Terra de Rondon, pontuou que o partido seguirá na base do governador Mauro Mendes.

A Janaína está falando por ela. É o direito dela, ela está se defendendo, está rebatendo. Não é o partido, é a deputada Janaína“, pontuou Dr. João.

O Boteco vai falar

– A oposição precisa de algo a mais para derrotar o núcleo duro do Palácio Paiaguás;
– Personagens da vida pública mato-grossense que antes se declaravam fervorosas ao governo Mauro, já começam a abandonar;
– Os deputados federais de Mato Grosso tem as seguintes escolhas na sua carreira política: retirar-se do jogo político (aposentar-se).

Concorrer a um cargo legislativo estadual (ambição regressiva).

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Pronto, falei e segue o fluxo!

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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