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MOMENTO POLÍTICO DELICADO

Seis candidatos (a) e um destino, Palácio Paiaguás; ufa ninguém renunciou!

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Sextouuu, e a campanha ainda não terminou. Ontem 1° de outubro, acabaram o impulsionamento eleitoral pago na internet, a propaganda eleitoral no Rádio e na TV e o período regular para os comícios.

Hoje, dia 2, termina a Propaganda Eleitoral Gratuita paga em jornais e revistas. No sábado, dia 3, às 22 hs, fecha a janela para várias ações de rua, como caminhada, carreata, passeata e distribuição de material gráfico.

E no domingo, dia 4, dia das eleições gerais, entram em vigor as regras específicas do dia da votação.

Em cidades como São Félix do Araguaia, Novo Santo Antônio, Luciara e Alto Boa Vista, por exemplo, a comercialização ou distribuição passa a ser vedada a partir das 20 hs de sábado (3) até às 18 hs de domingo (4), horário de Brasília.

Já nos municípios de Vila Rica, Santa Terezinha e Santa Cruz do Xingu o fornecimento se restringe a apenas domingo das 0h às 18 hs.

Mirassol D’Oeste, Curvelândia, Porto Esperidião e Glória D’Oeste não poderão vender bebidas das 22 hs de sábado às 16:30 min de domingo.

Outras cidades como Canabrava do Norte, Confresa, Porto Alegre do Norte, São José do Xingu, Peixoto de Azevedo, Matupá, Terra Nova do Norte, Nova Guarita, Guiratinga, São José do Povo e Tesouro também estão sob restrição da Justiça Eleitoral.

Nota de rodapé: na reta final, não basta que a eleição seja domingo. É preciso saber o que termina antes e em que horário.

Segue o fluxo!

Alguém renunciou?

Ninguém renunciou no debate entre os candidatos ao Palácio Paiaguás, realizada pela TV Vila Real.

Então, pega aí: na política, ataque de adversário costuma ser esperado. Faz parte do jogo, da disputa e do embate de posições.

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O que pesa mesmo é quando o silêncio vem de quem deveria se posicionar, sustentar, esclarecer ou ao menos não se omitir.

Porque o silêncio de um aliado, em muitos casos, não é neutralidade. É recuo.

E, na política, isso costuma dizer muito mais do que qualquer fala publica de quem está de outro lado. Não é sempre o adversário que mais enfraquece alguém. Às vezes, é aliado que assiste tudo em silêncio, preserva a própria posição e deixa o outro arcar sozinho o desgaste.

Por isso, mais do que ouvir discursos, é preciso observar posturas, o silêncio também toma partido.

Tá chegando a hora

Chegamos a reta final de mais uma campanha eleitoral e agora é hora de eleger e reeleger representantes que conhecem a nossa realidade, que respeitam a população mato-grossense e defenda aqueles que, todos os dias, mantêm este estado funcionando.

Neste momento faltando 48 horas, talvez a pergunta mais valiosa para os candidatos, candidatas, coordenadores e coordenadoras que estão envolvidos no tabuleiro político 2026, não seja apenas “quanto estamos na frente” (estar na frente é diferente em ter votos), a pergunta é: estamos crescendo de forma sustentável ou apenas oscilando dentro da margem de erro? Nossa rejeição já começa a limitar a expansão? Existe um reservatório eleitoral acessível? Os indecisos possuem mais propensão a aproximar-se de nós ou votar contra nosso adversário? Uma liderança aparentemente é estrutural ou vulnerável?

Essas perguntas podem mudar decisões nesta reta final.

Tá chegando a hora 2

Cada vez mais sozinho

O momento político para o liberal Wellton Fagundes é muito delicado, nesta reta final. Assim sendo o Boteco da Alameda, aponta a fragilidade da campanha em três fatores principais nesta etapa decisiva.

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– Lideranças de peso e gestores do próprio partido, decidiram ignorar a candidatura de Wellton para declarar apoio ao governador Otaviano Pivetta.
– Outro fator, o isolamento político que o senador chegou a reta final da campanha cada vez mais sozinho. Além da perda de apoio de bases municipais, ele perdeu espaço com o núcleo da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, e chegou a ficar de fora do lançamento de candidaturas de aliados da sua própria sigla, como o candidato a Casa Alta, José Medeiros.
– O senador bolsonarista, pertence a uma geração que tem dificuldade de se conectar com o eleitorado que vão chegar as urnas insatisfeito.

Por favor, se ligam: estamos no final de mais uma campanha eleitoral, os eleitores da minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon são “EXTREMAMENTE CONSERVADORES” e no dia 4 de outubro preferirão votar em uma gestão bem avaliada.

O Boteco vai falar

Na vida e na política é assim: entrou em campo, é para jogar. Você pode acertar. Pode errar. Pode bater na trave.

Mais uma coisa o Boteco da Alameda, pontua: quem tem medo do resultado nunca descobre até onde poderia ter chegado.

Você entrou em campo sabendo do tamanho do desafio. E, independentemente do placar vá até o último minuto fazendo aquilo que acredita, defendendo suas ideias e honrando cada pessoa que caminhou contigo.

Porque resultado você só conhecerá depois do apito final.

Enquanto tiver jogo, jogue. Enquanto tiver tempo vá e lute!

Segue o fluxo!!

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Política

Pesquisa MT Dados mostra Pivetta com 50,6% dos votos válidos na reta final da disputa em Mato Grosso

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A quinta rodada da pesquisa MT Dados para o Governo de Mato Grosso aponta o governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), com 50,6% dos votos válidos, enquanto Wellington Fagundes (PL) aparece com 27,7% e Natasha Slhessarenko (PSD) registra 16,9%. O levantamento foi realizado na reta final da campanha e retrata o cenário eleitoral apurado pelo instituto entre 25 e 30 de setembro, a poucos dias da votação.

No recorte de votos válidos, o Republicanos, Otaviano Pivetta apresenta vantagem de 22,9 pontos percentuais sobre o liberal Wellington Fagundes. Dra. Natasha Slhessarenko aparece na terceira posição, com 16,9%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,4%. Maurício Coelho (Mobiliza) e Rafael Milas (Missão) registram 1,2% cada. Nesse cálculo, são desconsiderados os votos brancos, nulos e os eleitores que ainda não definiram sua escolha.

Embora o percentual atribuído a Otaviano Pivetta ultrapasse a metade dos votos válidos, o resultado não permite afirmar antecipadamente que a disputa será necessariamente encerrada no primeiro turno. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, o levantamento é estatisticamente compatível tanto com uma eventual definição no primeiro turno quanto com a realização de uma segunda votação.

Na Pesquisa Estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Otaviano Pivetta também lidera, com 42% das intenções de voto. O resultado representa crescimento em relação à primeira rodada do levantamento, realizada em maio, quando o governador registrava 20%. Ao longo desse período, portanto, houve uma variação positiva de 22 pontos percentuais no percentual declarado pelos entrevistados.

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Wellington Fagundes aparece com 23% na pesquisa estimulada e ocupa a segunda posição nesse recorte. Na comparação com a primeira rodada, quando alcançava 27%, o senador apresenta uma redução de quatro pontos percentuais. A diferença entre os dois primeiros colocados, nesse cenário, chega a 19 pontos percentuais.

Natasha Slhessarenko registra 14% das intenções de voto e permanece em terceiro lugar na Pesquisa Estimulada. Em relação ao levantamento inicial, a candidata apresenta crescimento de sete pontos percentuais. Sargento Laudicério aparece com 2%, enquanto Maurício Coelho e Rafael Milas registram 1% cada, percentuais que, segundo a comparação apresentada pelo levantamento, não sofreram alteração desde a primeira rodada.

A pesquisa também mostra que 11% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar ou permanecem indecisos. Outros 6% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Esses percentuais indicam a existência de eleitores que, no momento da entrevista, não haviam definido uma opção entre as candidaturas apresentadas.

O levantamento ouviu 3.080 eleitores em Mato Grosso entre os dias 25 e 30 de setembro. A pesquisa possui margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-07362/2026 e utiliza metodologia mista, conforme as informações públicas do registro.

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A divulgação ocorre em um momento de intensificação das atividades eleitorais, quando as campanhas concentram agendas, atos públicos, comunicação com o eleitorado e estratégias destinadas a consolidar ou ampliar apoio. Como a pesquisa representa apenas o período em que as entrevistas foram realizadas, eventuais mudanças posteriores no comportamento do eleitor não estão refletidas nos números apresentados.

Com a votação se aproximando, os dados do MT Dados oferecem um retrato do cenário encontrado pelo instituto no fim de setembro, mas não substituem o resultado oficial das urnas. A definição do próximo Governador de Mato Grosso dependerá dos votos efetivamente registrados no dia da eleição e da apuração oficial da Justiça Eleitoral.

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