CAMINHO DA UTOPIA
Racha pode mexer no tabuleiro político em Mato Grosso
Sabadouuu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e para hoje… bom…, não apresse o processo, deixa rolar, deixa acontecer. Permita-se crescer em seu próprio ritmo.
Pare de comparar sua vida com o que outras pessoas estão fazendo. Apaixona-se de se tornar sua melhor versão.
Segue o fluxo!
A Câmara de Cuiabá segue…
No caminho da utopia. Há mais de uma década, que as notícias envolvendo o Palácio Pascoal Moreira Cabral passam bem distante de um sonho lindo, pelo contrário, já foi até proibido por lei proporcionar determinadas alcunhas, que relatam a realidade do local, e como o “pau que bate em Chico não é o mesmo para Francisco”, segue a fachada da utopia.
Mas fazendo um breve histórico, já teve vereadores afastados, mandatos cassados, suspeitas de esquema com investigações da Justiça, e que são inúmeros, gabinete com princípio de incêndio, o transformador que misteriosamente estourou, cortando assim o fornecimento de energia na Casa de Leis, que interrompeu os trabalhos em dia de pauta importante, entre outras ações que deixaram a questão da “rachadinha” no “chinelo”.

De acordo com os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, a reestruturação desta imagem vai além de comportamental, o déficit de credibilidade dos integrantes da Casa de Leis, requer mudanças implícitas e explícitas, a começar pelo mais simples e difícil de fazer: “certo é certo e errado é errado”.
Várzea Grande segue…
Equilibrando em uma tênue! O sol de brigadeiro ainda está bem distante de ser predominante no cotidiano político e administrativo da “Cidade Industrial”.
Processos na Justiça, trocas constantes no secretariado, incompatibilidade entre os “PODERES” do Legislativo e Executivo, criam uma previsão da continuidade de dias nublados com “NUVENS NEGRAS”, com pancada de chuvas, raios, trovoadas e riscos constantes de alagamentos em vários setores.
Nas últimas semanas, uma fresta nas “NUVENS NEGRAS” carregadas se abriu, reluzindo um flash de esperança para apaziguar os confrontos ao menos nos discursos e imagens, pareciam que tinham alinhado, mas segundo informações do Boteco da Alameda, na Terra de Couto Magalhães: é no silêncio que as grandes estratégias foram montadas e executadas com eficiência.
Vale ressaltar que Judas traiu Jesus com um beijo.

A maioria esmagadora…
Da população da Terra de Rondon, neste momento, não está interessada em eleições.
O foco do cidadão comum ainda é por respostas concretas da gestão pública: resultados, entregas e mudanças na prática.
Por isso, entre aqueles que pretendem disputar as eleições de 2026, saem na frente os que já entenderam que visibilidade se constrói com trabalho e percepção de utilidade, não apenas com discurso.
Alguns atores da cena política ensaiam movimentações antecipadas, muitas vezes, descompassados com o momento e, por isso, mais suscetíveis aos erros.
A corrida já começou, mas quem largar sem estratégia adequada pode tropeçar nos próprios passos e cair de cara no chão.
Na avaliação do núcleo duro do Boteco da Alameda…
O embate entre a emedebista “Mulher Maravilha” e o menino do União Brasil (UB), Fabinho Garcia, demonstra uma “preocupação antecipada” com as eleições de 2026, em que a “Mulher Maravilha” pode ser adversária do cacique do União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira para disputar uma das duas cadeiras na Casa Alta nas eleições de 2026.
Entristece muito essas trocas de farpas que acontecem, muitos estão se preocupando já com muita antecedência com 2026.
Temos 17 meses, ainda para os nossos representantes trabalharem, para fazer o dever de casa, para atender a demanda que o nosso querido e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso precisa, e a população de Mato Grosso não podem ficar aqui aguardando apenas “trocas de farpas”.

O uso das redes sociais…
A manutenção de uma frente ampla e a divisão do campo da direita, estão entre as eleições de 2024 para o pleito de 2026.
O primeiro turno, realizado no dia 6 de outubro/24, consagrou o fortalecimento dos candidatos e partidos de centro e de direita, enquanto a esquerda perdeu força em Mato Grosso.
As redes sociais passaram a ser agentes extremamente importantes e decisivos na hora de o eleitor decidir o seu voto.
Para o núcleo duro do Boteco da Alameda, a construção de uma frente ampla por alguns candidatos para reunir apoiadores de todos os espectros políticos também é uma lição para o pleito de 2026.
Se liga: há dúvida de que o bolsonarismo vai estar unificado nas eleições do ano que vem. Talvez haja um racha importante, o que pode mexer com o tabuleiro eleitoral e, o Republicanos, o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, souber reconstituir uma frente ampla se viabiliza.
Entretanto, contudo, todavia, essa frente ampla vai ter que ser renegociada para garantir a reeleição para os próximos anos de mandato.

O Boteco vai falar
– Poucas vezes o processo eleitoral em Mato Grosso entrou tão cedo no radar;
– Responsabilizar este cenário em forma vaga, não é um plano sólido. É uma ausência de plano;
– O núcleo duro do Palácio Paiaguás, aguarda o cenário se definir, tentando entender quem se candidatará e quem terá chances reais.
– Diferentemente do passado, quando costumava atuar em poucos ou mesmo em só bloco, a direita hoje é mais fragmentada;
– No passado, aderir precocemente a uma chapa com potencial de vitória garantia dividendos políticos significativos. Hoje, porém, o núcleo duro do Palácio Paiaguás conhece bem sua própria força. Com a atual configuração, não há pressa em antecipar apoios a qualquer candidatura.
– Os políticos mato-grossenses por acaso seguirá “trocando a roda com o carro em movimento”, ajustando a rota conforme a reação da população?
Enfim…, diante desse quadro de incerteza máxima e credibilidade em xeque, quais são os possíveis caminhos?
Há diversos cenários, cada um com suas bifurcações e consequências.
Segue o fluxo!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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