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JURAS DE AMOR PARA 2026

Quem será o candidato do núcleo duro para a sucessão de Mauro Mendes?

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Sextouuu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Faltando poucas horas para o show do Palmeiras no Mundial de Clubes da FIFA e, no clima das festas juninas o Boteco da Alameda afirmaaa: diferentemente do maior Campeão do Brasil que estará carimbando a sua passagem para a semifinal, nem todas as juras de amor ao pé do ouvido nestes festejos juninos sobreviverão até a hora de a onça beber água.

Muitas fotografias de “casais” flagrados agarradinhos no “Arraiá da Serra” e na “Festa Junina da ALMT“, servirão apenas para provar que nem tudo que se diga agora será verdade daqui a pouco.

Partidos políticos que estão participando da mesma quadrilha junina deverão compor grupos diferentes na disputa pelo governo estadual.

Claro que muitos brincantes ao redor da fogueira chegarão juntos ao altar eleitoral, porém outros selarão o divórcio antes das convenções. Portanto, não será surpresa se na “Janela Partidária” do próximo ano eleitoral, os políticos governistas estiverem animando quadrilhas juninas bancadas pela oposição.

Passadas as festas, as legendas devem começar a se debruçar sobre a campanha de 2026, visando definir com quais brincantes estarão nas urnas na campanha eleitoral de outubro.

Eita lasqueira!

As eleições 2026…

Já agitam o setor político mato-grossense. No jogo de disputas eleitorais, nomes são cotados para possíveis candidaturas: Otaviano Pivetta do partido Republicanos, que conta com o apoio do cacique número 1 do União Brasil (UB), Mauro Mendes. O Senador Jayme Campos que tem forte apoio dentro da sigla unista.

Já o Senador liberal Wellton Fagundes, corre nos bastidores para aglutinar apoio do próprio partido. Na oposição são cotados o ex-Prefeito da cidade de Rondonópolis, o menino maluquinho, José Carlos do Pátio (PSB) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD).

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Entretanto, contudo, todavia, o campo político segue em formação e a definição das candidaturas ocorre a partir de agora, quando o cenário político permitirá uma renovada dos pré-candidatos.

Percebe-se que…

Que o cenário político segue indefinido. Segundo o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi, ainda no PSB, há espaço para surpresas, ainda mais quando se nota a expectativa da população mato-grossense por renovação.

Nós tivemos em 2002 o nome do Blairo Maggi, que apareceu na reta final e ganhou a eleição. Pode aparecer algum nome agora? Pode“.

Pegou aí? Então tá.

Segue o fluxo!

O governador Mauro Mendes…

Tem “oficialmente” o seu vice, o Republicanos, Otaviano Pivetta, como o seu pré-candidato à sucessão estadual. Tem gente que acredite ser essa uma verdade inquestionável.

Para o editor do Blog do Valdemir, como adolescente nesse tema, pois não conhece os bastidores, mas acompanha, essa candidatura não sobrevive até 2026.

Existem outras lideranças, em paralelo, pavimentado seus caminhos para serem vistos pelo governador unista e serem avaliados. O escolhido pode ser outro.

Respeita-se o…

Posicionamento de alguns líderes políticos. Mas, no caso da candidatura do deputado federal José Medeiros (PL), é absolutamente improvável que ele não esteja na chapa majoritária.

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Já o Senador liberal Wellton Fagundes tá complicado. Fica claro que a movimentação tem digitais do núcleo duro, e tem como objetivo pressionar Jair Bolsonaro para que reflita sobre essa ideia maluca de lançar Wellton Fagundes ao Palácio Paiaguás.

Pega aí: a estratégia lançada por Wellton, busca ser abraçado por Jair Bolsonaro. Para Fagundes, ter Bolsonaro no palanque é mais que meio caminho andado rumo ao Palácio Paiaguás.

Outro ponto importante: Jair Bolsonaro não estará na urna em 2026, como ocorreu em 2018 e 2022, quando teve votações arrasadora em Mato Grosso.

O Boteco vai falar

– Por via de regra, a antecipação de um nome para uma disputa eleitoral, mesmo que se trate de um lançamento oficial de uma pré-candidatura é feita para marcar posição no tabuleiro da disputa;
– Ao mencionar nomes de aliados a um ano do início do calendário eleitoral de 2026, lideranças passa a fortalecer suas preferências. É o famoso perto que ainda está longe;
– Ao indicar a sua preferência por determinados possíveis candidatos ajuda a fortalecer estes nomes e enfraquecer outras pretensas candidaturas dentro do próprio partido;
– O PL, Progressista, Repúblicanos o UB são os partidos que devem dar o tom da disputa para o Palácio Paiaguás;
– A eleição de 2026 se avizinha e o núcleo duro não tem um candidato definido. Então quem deve ser o candidato do UB nas eleições de 2026? Quem será o nome forte da oposição em 2026?

Segue o fluxo!

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Política

Justiça mantém convocação de ex-secretário para depor na CPI Saúde

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O Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) confirmou a decisão colegiada de negar o pedido de Habeas Corpus (HC) preventivo impetrado pela defesa de Gilberto Figueiredo, ex-secretário de Estado de Saúde. Com o posicionamento judicial mantido, fica reafirmada a obrigatoriedade de comparecimento do ex-gestor para prestar depoimento perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, instaurada no âmbito do Poder Legislativo Estadual.

A deliberação formalizou-se nesta sexta-feira (21), data em que o desembargador Marcos Machado notificou o órgão julgador acerca do teor do despacho. O cronograma estabelece que a oitiva ocorrerá na próxima quarta-feira (26), a partir das 14h, oportunidade na qual Gilberto Figueiredo responderá aos questionamentos formulados pelos parlamentares integrantes da comissão investigativa.

O escopo da convocação abrange o dever do ex-gestor de prestar esclarecimentos detalhados sobre os contratos administrativos celebrados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) no período compreendido entre os anos de 2019 e 2025. A investigação parlamentar busca examinar com profundidade a regularidade das repactuações, contratações diretas e a aplicação de recursos públicos no setor no decorrer dessas gestões.

A iniciativa de recorrer à instância judicial partiu da defesa técnica do ex-secretário, que ingressou com o remédio constitucional visando desobrigar o seu cliente de depor. O argumento central apoiava-se no risco de que o depoimento presencial causasse prejuízos de ordem pública ou político-institucional ao assistido, considerando o contexto de apuração em que se encontra.

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Sustentou-se na petição que a oitiva de um investigado que figura como postulante a cargo eletivo, realizada simultaneamente ao calendário eleitoral, ostentava potencial para extrapolar a mera organização de agenda. Segundo a tese defensiva, o ato poderia interferir diretamente na disputa política e na percepção do eleitorado sobre a candidatura de Figueiredo ao cargo de deputado estadual.

Em sua análise do mérito, contudo, o desembargador Marcos Machado rejeitou as alegações, consignando a ausência de elementos jurídicos que justificassem a concessão da ordem preventiva. A tese de restrição ou constrangimento ilegal foi descartada tanto na decisão monocrática inicial quanto na subsequente confirmação pelo colegiado da Corte de Justiça.

Em seu voto, o magistrado ressaltou que as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) possuem assento e prerrogativas na Constituição Federal e Estadual, detendo competência para apurar fatos determinados por prazo certo. Afastou-se, ademais, a alegação de uso político das prerrogativas investigatórias, sob o fundamento de que os trabalhos dos deputados estaduais transcorrem dentro do estrito cumprimento do dever legal.

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O magistrado fez constar expressamente na fundamentação que a atuação da CPI fundamenta-se na legalidade e no interesse público de fiscalizar contratos específicos, ressaltando:

Quanto à alegada caracterização de ‘lawfare eleitoral’, verifica-se que a atuação da CPI da Saúde tem previsão constitucional, os contratos investigados e os períodos das supostas ilicitudes são determinados e os parlamentares têm conduzido regularmente os trabalhos, sem qualquer registro de inobservância das garantias constitucionais”.

Reforçou-se no julgado que os direitos e privilégios constitucionais de Gilberto Figueiredo foram devidamente salvaguardados na própria notificação de convocação.

O desembargador registrou a inexistência de registros de excessos por parte da comissão:

Além disso, não há indicativo de abuso de poder pelos integrantes da comissão durante as sessões realizadas, conforme amplamente divulgado na imprensa local e informações prestadas em habeas corpus análogos”.

Com a manutenção do ato normativo-administrativo pelo Tribunal de Justiça, a CPI da Saúde prossegue com o cronograma de instrução, que envolve a análise minuciosa de acervos documentais, contratos de prestação de serviços e depoimentos de testemunhas e investigados. Espera-se que a oitiva do ex-secretário traga esclarecimentos decisivos sobre as escolhas administrativas adotadas pela pasta nos exercícios examinados.

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