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Política

“Novas Operações” de combate à corrupção tira o sono no mundo político

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Enquanto os holofotes estão voltados para saber quem será o “escolhido“, para assumir o cargo de Conselheiro no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), o Ministério Público Estadual (MPE) e o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) estão se preparando para Novas Operações no Estado de Mato Grosso.

A bomba que vai explodir nos próximos dias, será ampliada e muita gente tem motivos para preocupação.

Em 2018 as “Operações” resultaram em prisões de políticos e empresários, entre outras suspeitas de envolvimento com corrupção, tirando o sono principalmente de políticos ilustres da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), onde foram feitas buscas e apreensões.

Documentos aprendidos durante a fase, e com a “Delação Premiada”, fatos novos surgiram e pessoas importantes na política mato-grossense já começaram a se preocupar, porque a qualquer momento a casa de muitos deles vai cair.

Abalando as estruturas de alguns, com a expectativa de que o Gaeco irá para as ruas e, estas Novas Operações é do desdobramento iniciadas em 2016.

Um delegado da cúpula da instituição entende que a melhora do desempenho policial, está relacionado à mudança de método na investigação nos últimos anos. Segundo ele historicamente a polícia concentrava as investigações em obras ou contratos superfaturados.

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Mais recentemente o foco passou a ser o fluxo do dinheiro fica mais difícil para o investigado contestar se você tem a movimentação financeira mapeada, afirmou o delegado.

O impulso ao trabalho da policia não veio só do “método científico“, inspirado no “siga o dinheiro“, o lema de Mark Felt, segundo na hierarquia do FBI, que teve papel decisivo na derrubada do ex-presidente Richard Nixon.

Segundo este delegado, o mais determinante foi a estruturação da área de combate a desvios de dinheiro em todo o Estado.

“As operações somente são deflagradas, quando se tem um material robusto, que justifique a mesma“.

OPERAÇÕES NO GOVERNO TAQUES

Na administração do governador José Pedro Taques (PSDB), as “Operações” policiais se tornaram comuns. A primeira investida policial aconteceu em 2016, na fase da Operação Rêmora, denominada “Locus Delucti“, quando o então secretario de Educação Perminio Pinto Filho, foi preso.

Já aconteceram as Operações da Grampolandia Pantaneira, Bererê, Grampolandianda fase da Bererê e a Operação Pão e Circo.

Na ultima “Operação” do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAEC), juntamente com o Ministério Publico Estadual (MPE), acabou tirando o sono de muita gente dentro da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), onde foram feitas buscas e apreensões na “Operação” denominada de Operação Déjá Vu, deflagrada pelo Núcleo de Ações de Competência Originaria (NAC).

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Na época, os mandados foram expedidos pelo desembargador João Ferreira Filho, do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT) e foram cumpridos por membros do Ministério Publico Estadual e Policial Civil e Militar.

De acordo com o Ministério Publico Estadual, a “Operação” teve por finalidade a obtenção de provas para subsidiar investigações em curso e apuração dos crimes de associação criminosa, supressão de documentos e peculato, com envolvimento de servidores públicos, empresários e parlamentares estaduais.

Agora, pelo que tudo indica, o sono de muita gente vai ser curto e perturbador.

Assim sendo o Blog do Valdemir afirma: O sono de muita gente, vai ser curto e perturbador.

Qual será o nome da Nova Operação?……..Vamos aguardar

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Política

Rachas expõem dificuldades de articulação nos principais palanques de Mato Grosso

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Passados os cinco primeiros dias da campanha eleitoral, o senador e candidato ao Governo de Mato Grosso, o Senador, Wellington Fagundes (PL), enfrenta dificuldades para consolidar uma estrutura política unificada em torno de sua candidatura. A movimentação revela divergências dentro da própria legenda e coloca em evidência os obstáculos para estabelecer uma composição harmoniosa entre os diferentes grupos que integram seu palanque.

A expectativa de que a definição do candidato a vice-governador contribuísse para organizar a campanha não se confirmou, segundo o cenário descrito. A composição, que envolve o empresário é o apelido do empresário e político brasileiro Reinaldo Gomes de Morais, conhecido como Rei do Porco, não teria sido suficiente para eliminar as divergências existentes entre setores aliados. Ao contrário, os conflitos permanecem expostos justamente no início de uma fase decisiva da disputa eleitoral.

Um dos principais sinais de divisão está na relação entre Wellington Fagundes e José Medeiros (PL), candidato ao Senado pela mesma sigla. Medeiros já declarou que não pretende pedir votos para o correligionário, evidenciando a distância política entre os dois projetos. O episódio demonstra que a presença de candidatos do mesmo partido em uma composição eleitoral não necessariamente representa unidade de discurso ou de estratégia.

A aliança firmada com o MDB comandado pela deputada estadual Janayna Riva, também se tornou um dos pontos de tensão dentro do grupo liderado por Wellington Fagundes. A composição teria sido estabelecida após a Convenção Partidária e enfrentado resistência de setores identificados com o bolsonarismo mais alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A divergência acrescenta mais um elemento de instabilidade a uma candidatura que busca ampliar sua base política durante o período de campanha.

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No palanque governista, as dificuldades de articulação também aparecem em diferentes frentes. O deputado federal Fábio Garcia (UB), que deixou a composição inicialmente articulada com o governador Otaviano Pivetta, passou a desenvolver sua própria campanha sem destacar, em seus materiais eleitorais, a presença do antigo aliado. O episódio reforça a percepção de que a formação das alianças não eliminou as disputas internas entre os grupos políticos.

A situação evidencia uma característica recorrente das campanhas eleitorais: alianças formais nem sempre resultam em atuação conjunta no cotidiano político. Quando candidatos pertencentes ao mesmo campo deixam de compartilhar agendas, discursos e materiais de divulgação, as diferenças entre os grupos tornam-se perceptíveis ao eleitorado e podem dificultar a construção de uma identidade eleitoral comum.

Na centro-esquerda, a composição para o Senado formada por Carlos Fávaro (PSD) e Pedro Taques (PSB) também apresenta sinais de distanciamento político. Embora a divergência seja descrita de maneira menos explícita, pessoas próximas aos dois grupos apontam dificuldades de sintonia entre as candidaturas. A percepção predominante é de que os projetos seguem trajetórias próprias, com pouca integração entre as respectivas agendas.

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A ausência de uma atuação coordenada entre candidatos que integram a mesma chapa pode produzir efeitos sobre a estratégia eleitoral. Em uma campanha marcada pela necessidade de ampliar alianças, organizar agendas e estabelecer mensagens convergentes, a falta de sintonia tende a tornar mais complexa a comunicação com o eleitorado e a mobilização das estruturas partidárias.

O quadro observado nos diferentes palanques demonstra que o início da campanha em Mato Grosso é marcado não apenas pela disputa entre projetos eleitorais, mas também por negociações internas e divergências entre grupos que, formalmente, compartilham alianças. Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta, Fábio Garcia, José Medeiros, Janaina Riva, Carlos Fávaro e Pedro Taques aparecem inseridos em composições nas quais a unidade política ainda passa por diferentes níveis de consolidação.

Com a campanha em fase inicial, os próximos movimentos deverão mostrar se as atuais divergências serão administradas pelas lideranças ou se permanecerão como marcas das respectivas alianças. A disputa eleitoral, portanto, começa em um ambiente no qual a formação dos palanques ainda não representa, necessariamente, convergência entre seus integrantes, deixando evidente que a consolidação das estratégias políticas será um dos principais desafios das candidaturas ao longo do processo.

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