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Max Russi, o “Salvador da Pátria” na Terra de Rondon
Tá certo, tá certo que é só 15 de abril, mas o cenário na política mato-grossense tá pegando fogo xômano.
Na edição de hoje, os internautas do Blog do Valdemir, confere tudo o que tá rolando nos bastidores e corredores palacianos e muito mais.
Estão preparados? Então pode chegar.
Quartoooouuu… caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, como sempre estamos abrindo as portas, com as informações que correm nos bastidores da “Casa Grande”, mostrando que os “Sinhozinhos”, não estão para brincadeira nesta eleição de 2026.
Mas…, enquanto a “água esquenta a moleira”, esse é ditado antigo, da época que Marechal Rondon cortava o sertão do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, para instalar as linhas de telégrafo.
Antes de seguir, o Boteco da Alameda quer saber: quando falamos “Capitão Jaymão”, quem é a primeira pessoa que vem na sua cabeça! Tá bom, tá bom…, vamos ao que interessa…
Segue o fluxo!

Como estávamos dizendo…
Que os “Coronéis da Política” discutem estratégias para saber, quem definitivamente será o candidato a majoritária, com pesquisas encomendadas, só para tentar ludibriar os eleitores, tem um “Guri Branquelo”, que está igual “piau” na ceva só “comendo pelas beiradas”.
Ou seja, até falando que não é candidato ao Palácio Paiaguás, o seu nome é um dos mais lembrados para sucessão do nosso amigo o “Homem de Ferro“.
Como foi dito, em uma edição anterior, tem gente querendo “limpar a barra”, tentando esconder a “capivara” debaixo do tapete.
O “Salvador da Pátria” conseguiu manter a maior chapa em toda Terra de Rondon, o Sassá Mutema diz: “esse é meu garoto”, “aprendeu direitinho com o papai”.
O Boteco da Alameda vai além, o “Salvador da Pátria” recebeu uma visitinha no rancho a margem do Rio Manso, do “Rei do Agro”, que foi igual “Milagre de São Francisco“, até os peixes pararam para ouvir… Depois disso, até as águas começaram a passar tranquilas por baixo da ponte, ou seja, o céu não é mais de brigadeiro.

Venhamos e convenhamos, o “Salvador da Pátria” segue os mesmos dilemas do “Rei do Agro”, em sua primeira campanha para assumir a cadeira número 01 da “Casa Grande”, aqui estamos retratando os momentos ocorridos em 2002.
Inicialmente, o “Rei do Agro” tinha cerca de 3% de intenções de votos nas pesquisas eleitorais daquele ano, sem dizer uma só palavra que seria candidato e não é que ele teve o “PODER” de fazer um “revirado”, e se eleger governador.
E aqui, o “Salvador da Pátria” segue o mesmo caminho, atualmente falando que não é candidato ao Governo do Estado, aparece com 6,4% das intenções de votos, pelo que vemos, ele está fazendo um verdadeiro “ensopadão”, e escolhendo os melhores temperos e ingredientes, e quem sabe sair como candidato do grupo. Por outro lado, o candidato do núcleo duro do Palácio Paiaguás não deslancha, parecendo que está com uma “âncora”, uma “poita” amarrado aos pés, ou será maldição…
Enquanto o café esfria …
Na Avenida Rubens de Mendonça, o clima político esquenta no Palácio Dante de Oliveira. De Emendas Parlamentares que constroem viadutos a estratégias silenciosas que pavimentam candidaturas de 2026 já está em plena movimentação.
E quem acha que é cedo, está prestes a ficar para trás.

O Boteco vai falar
Nos bastidores e corredores palacianos, quem tem olhos para enxergar percebe que, o “BRANQUELO”, o deputado estadual Max Russi não está apenas assistindo ao jogo, ele está mexendo as peças.
Não se trata de protagonismo vazio, mas de articulação sólida.
E o xadrez político não é sobre quem aparecer mais, e sim sobre quem move melhor.
2026 chegou… o jogo já começou.
Segue o fluxo!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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