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TÁ TRANQUILO, TÁ FAVORAVÉL

Márcia Pinheiro declara apoio a adversário da própria Federação

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O dia passou e tudo mostra foi no modo “tá tranquilo, tá favorável” pelo lado do Centro Político Administrativo (CPA). Isso devido a trégua do começo de “incêndio” no puxadinho do Palácio Paiaguas. Essa calmaria ficará até quando? Bom…, depois de todos os acontecimentos, só Deus na causa.

Vamos aproveitar esse modo “tá tranquilo, tá favorável” entre a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e o Palácio Paiaguás, e partiremos para o outro lado da cidade, vamos analisar friamente os acontecimentos do Partido Verde (PV).

Segue o fluxo!

O período de lançamento de pré-candidaturas a Prefeitura de Cuiabá, começa a dar o tom do que será a campanha eleitoral no município nas eleições de 2024.

O clima entre os partidos que compõem a Federação Brasil Esperança, com PT, PV e PCdoB, que já havia esquentado a alguns dias atrás, quando duas opções surgiram para ser o nome do grupo partidário na disputa eleitoral, apesar da obrigatoriedade de candidatura única.

No movimento mais recente do tabuleiro político a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, anunciou que vai apoiar a candidatura do emedebista Domingos Kennedy.

Márcia Pinheiro em 2022, concorreu ao Governo do Estado contra Mauro Mendes. Na ocasião ela foi a segunda mais votada com 267,1 mil votos, o que representou 14,4% do total.

A primeira dama de Cuiabá, já foi liberada pelo Partido Verde (PV).

Não serei punida, pois, assim como em outras ocasiões, o representante do Partido Verde, (Stopa), me deu liberdade de escolha, pontuou Márcia Pinheiro.

Um adversário da própria Federação Brasil da Esperança

A Federação Partidária consiste na união de duas ou mais legendas para atuarem como se fossem uma só. Nessa composição, as siglas funcionam como um único partido no Congresso.

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A aliança do PT, PV e PCdoB foi constituído em 2022 e só poderá ser desfeita em 2026, pois o acordo é válido por quatro anos.

Assim, para a disputa a Prefeitura de Cuiabá, os partidos têm que entrar em consenso porque só podem ter um candidato.

O presidente do PV em Mato Grosso, José Roberto Stopa, disse que sugeriu ao Diretório Nacional, a retirada do PV da Federação.

É nítido o descontentamento com o Partido dos Trabalhadores (PT), segundo Roberto Stopa, o PV tem sido desrespeitado pelo PT que tenta a todo custo minimizar a importância do Partido Verde no grupo.

Insano

Ainda que o início da propaganda eleitoral só seja permitido a partir do dia 16 de agosto, a grande movimentação dos hoje pré-candidatos já tem exigidos esforços importantes de marqueteiros políticos.

Devido ao peso deste pleito eleitoral, que se comprova pela configuração de alianças inéditos, discursos repetidos sucessivamente ao longo dos últimos perderam valor e estão sendo reescritos.

Em Cuiabá, torna-se cada vez mais necessário conhecer o público para qual não falar.

Saber quem são os eleitores, onde estão e seus anseios é de suma importância. As redes sociais e digitais tornaram a vida como um todo mais dinâmica.

O eleitor está mais exigente, mais participativo e mais interessado. Uma excelente proposta eleitoral encanta, é claro, mas para convencer é necessário ir mais a fundo, é necessário entender em que ponto podemos melhorar a quantidade de vida do eleitor. A mensagem precisa ter endereço certo.

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Pega a visão: o cenário político eleitoral muda consideravelmente e constantemente. Por isso, algumas questões não podem ser esquecidas ou negligenciadas.

O povo cuiabano é um ser político, que vive e respira política, mesmo que não queira. As decisões e escolhas são, muitas vezes pautados pelo contexto político que vivemos no momento.

Assim sendo, o Boteco da Alameda informaaa: é essencial conhecer os problemas população cuiabana, aqueles que estão fincados na realidade.

E lembre-se que mesmo sendo um ser político, uma das coisas que nunca preocupa o cidadão da Terra de Pascoal Moreira Cabral é justamente a política.

A população está preocupada com aquilo que efetivamente muda a sua vida.

Como aquilo que nós sabemos que é política, mas para o cuiabano comum é uma rua sem pavimentação, postos de saúde precário ou a baixa qualidade nas escolas do bairro.

Se liguem: saber o que afeta diretamente o povo cuiabano é imprescindível em uma campanha política.

Então vai lá: qual será as táticas para explorar a imagem política de alguns candidatos com a necessidade atual?

Transformar uma fraqueza em força, aspectos negativos em positivos e, certos ajustes de mensagens, para que não haja ruído comunicativo entre candidato e eleitor.

Pega aí: marqueteiros políticos postos.

Edu BotelhoFrederico Humberto
Ludio Cabral Pedro Pinto
Abílio BruniniAntônio Bandeira Kennedy – Bruno Bini

Segue o fluxo!

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Política

Fator imprevisível pode mudar o destino da sucessão estadual

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Já estamos em uma quarta-feira de frio leve, em breve que apareça o sol, e caminhando para mais um final de semana. Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, neste ambiente turbulento nos bastidores da política na Terra de Rondon… eis que surge o “Guri refestelado da Guarita”, perguntando, os motivos de nenhum jogador do Cuiabá Esporte Clube foram convocados para a Copa do Mundo? Esse guri não tem jeito.

Depois os frequentadores do Boteco da Alameda vão te explicar meu “pequeno gafanhoto”. Sabe porquê? Estamos a caminho da última das últimas do cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, E “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso e a chapa que esquentou na disputa ao Palácio Paiaguás, fortalecendo assim um novo cenário.

Quer saber? Venha com o Boteco da Alameda e siga o fluxo!

O clima é de guerra…

Silenciosa entre os maiores grupos políticos do Estado: Partido Liberal (PL), União Brasil (UB), e o Podemos, surgem hoje como os três pilares capazes de construir o próximo Governador de Mato Grosso.

São partidos que concentram prefeitos, deputados, senadores, lideranças regionais, estrutura política e influência direta nos maiores colégios eleitorais do Estado.

Entretanto, contudo, todavia, o que era para ser demonstração de força, começa a revelar divisões internas, disputas de vaidade e articulações que podem mudar completamente o cenário da sucessão estadual.

PARTIDO LIBERAL

A sigla conquistou as principais prefeituras do Estado, elegendo gestores em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, fortalecendo o projeto da direita em Mato Grosso.

Apesar de liderar as pesquisas na Terra de Rondon, a sigla ainda está longe de demonstrar “UNIÃO” interna para uma disputa majoritária.

Se liga: nos corredores palacianos (Paiaguás e Dante de Oliveira), a aposta é que Wellton Fagundes poderá recuar da disputa. As peças começaram a serem mexidas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense.

O que se vê nas últimas movimentações vai pegar muitas pessoas e políticos de surpresa. Wellton quer sobreviver?

Então intensifique as visitas polos, reorganiza o seu time e começa a mostrar que independe do apoio do pré-candidato presidencial.

PS: a presença do jornalista e publicitário João Maria de Medeiros, marqueteiro responsável pelas campanhas vitoriosas de Blairo Maggi em 2002 e na reeleição de 2006 no núcleo político de Wellton Fagundes, será um sinal claro de fortalecimento e profissionalização da sua pré-campanha?

Enquanto Wellton Fagundes cresce por fora, o Partido Liberal (PL) enfrenta turbulências internas.

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Bom…, deixa pra lá e vamos caminhar, deixando os sinais: o que deveria ser um movimento de fortalecimento do partido acabou gerando desconforto entre lideranças da própria sigla; o partido tem hoje um nome competitivo ao Palácio Paiaguás, porém… ainda não conseguiu alinhar totalmente seus interesses internos.

Vamos saber do nosso analista político Alex Rabelo, do atual cenário vivenciado pelos bolsonarista na Terra de Rondon.

Se mesmo dividido Wellton lidera as pesquisas, imagine se o grupo estivesse totalmente alinhado“.

Eitaaa lasqueiraaa.

União Brasil…

Vive dias de tensão. O que era para ser estabilidade virou confronto interno: O “Capitão Jaymão” e o “Homem de Ferro.

O Capitão Jaymão trabalha fortemente e acredita que seu nome passara pela Convenção Partidária no dia 4 de agosto, para representar o União Brasil (UB) na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás.

Enquanto isso, em qualquer parte da capital de todos os mato-grossenses, oHomem de Ferro deixa claro que seu apoio para o Governo do Estado é a do nome do Republicanos, Otaviano Pivetta.

Esse movimento vem girando desconforto dentro do próprio núcleo duro do União Brasil (UB). Hoje, os números de bastidores começam a preocupar líderes dos partidos.

As lideranças, enxergam esse momento como dos mais frágeis da história recente da sigla na Terra de Rondon.

E a conta dessa divisão pode ser pesado: Alguns deputados estaduais atualmente no mandato podem acabar ficando fora da próxima legislatura.

Entre os nomes citados nos corredores do Palácio Dante de Oliveira estão: Dilmar Dal Bosco e o pastor Sebastião Rezende.

No caso de Sebastião Rezende, outro fator passou a preocupar aliados: o distanciamento de pauta da base ligada as Igrejas Madureira, que historicamente caminhava ao lado do deputado. Agora lideranças religiosas começam a construir o projeto do pastor Bira da Econômica, de Primavera do Leste, nome que pode tirar uma fatia importante do eleitorado conservador e evangélico.

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Enquanto isso, em qualquer parte da City, o Homem de Ferro coloca aliados estratégicos e lideranças alinhadas ao projeto de Otaviano Pivetta.

Me diz aí Alex Rabelo, qual será o resultado do embate entre os unistas em Mato Grosso?

Uma divisão entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta pode enfraquecer e, abrir espaço para crescimento de adversários“.

Danou se tudo então?

Calma “pequeno gafanhoto”. Neste ambiente turbulento, eis que surge o crescimento silencioso de outra sigla: O Podemos.

Enquanto o Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB) vivem conflitos internos, o partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, o Podemos, cresce de forma organizada, estruturada e sem grandes desgastes públicos.

Hoje, muitos já enxergam o presidente daquela Casa de Leis, como um nome de equilíbrio para uma eleição marcada por guerras políticas antecipadas.

Mesmo afirmando publicamente que seu foco é a reeleição a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa Mato-grossense, nos bastidores o discurso é outro.

E como a política muda rapidamente, igual nuvem passageira, ninguém mais descarta essa possibilidade.

Principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, para crescer no interior e consolidar sua candidatura.

O Boteco vai falar

Muitos deputados mato-grossenses enxergam em uma eventual ida de Max Russi ao Palácio Paiaguás a oportunidade de abrir espaço para renovação interna e nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Mesmo sem assumir oficialmente uma pré-candidatura ao Governo do Estado, Max Russi começa a ser pressionado por lideranças políticas para entrar definitivamente no jogo majoritário.

Nota de rodapé: talvez seja justamente o fator mais imprevisível da eleição de 2026: os grupos começaram a guerra cedo demais…e isso… pode mudar completamente o destino da sucessão estadual.

Uma coisa é certa: isso tudo é apenas o começo.

O final…, bom…, o final vai ser muito interessante. Aguardem.

Segue o fluxo!

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