O JOGO JÁ COMEÇOU
Experiência x renovação: o discurso que vem aí
Encerramos 2025 com a certeza de que política se faz assim: perto de pessoas, ouvindo, dialogando e construindo juntos.
O Boteco da Alameda, deseja que o seu Ano Novo seja de muita prosperidade, que sua conta bancária nunca veja o vermelho, que seja um ano sem boletos atrasados.
Feliz Ano Novo!
Quintouuu! Primeiro dia de 2026 e alguns políticos do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso já estão se colocando para as disputas de 2026 e, sim de 2030. Porque como teria sugerido Tancredo Neves, não há cedo em política… só tarde.
Quem se coloca desde já (e praticamente todos estão se posicionando) ocupará mais espaço na política.
Aqueles que deixarem para se expor em cima da hora, esperando não se sabe o que (talvez a mão de Deus), ficarão para trás. Nos tempos das redes sociais ninguém pode ser o primeiro a chegar atrasado.
Em 2026, haverá eleição em Mato Grosso para governador, senador, deputado federal e estadual.
As bases, formatada e reformatadas em 2024, serão cruciais para 2026. Frise-se que vários políticos, os mais antenados, já estão de olho em 2030.
Pelo seguinte motivo: se for eleito em 2026, e tendo ocupado o cargo de governador por nove meses (do mandato de Mauro Mendes), o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, não poderá ser candidato a governador em 2030.
Então, uma vitória do líder dos Repúblicanos, no lugar de fechar, abre ou reabre a política na “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, inclusive em termos de governo, para novas gerações.
Sabe -se que cada eleição terá sua história. Por isso, se adversários da disputa de 2024 estiverem juntos em 2026, que ninguém estranhe.
A vida, como a política, é assim: feita de mudanças de novos cenários e aliados.
Quem será candidato a governador em Mato Grosso?
Sim…, ele, o Republicanos, Otaviano Pivetta, até porque vai assumir o governo daqui a quatro meses, será candidato. Fala-se em Max Russi, ainda no PSB. Porém, no seu entorno há quem avalie que deverá disputar mandato de reeleição na Casa de Leis.
Em termos de governo, poderia se resguardar para uma eleição talvez menos complicada, quem sabe de 2030, quando o quadro político estará mais, digamos…, aberto.
O Senador WelLton Fagundes (PL), tem sido citado como o postulante ao Governo do Estado que será abençoado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Mas há também a possibilidade optar por lançar o deputado federal José Medeiros ao Senado.
A vice de Otaviano Pivetta será muito disputada. Sobretudo porque, se Pivetta for eleito e se sair em 2030 para disputar mandato de Senador, seu vice, ou sua vice, assumirá por nove meses e, de cara se tornara candidato a governador.
Entre os possíveis vices de Otaviano Pivetta estão alguns. A tendência é o que o vice seja do Podemos.
Pega a visão: o futuro da política em Mato Grosso, passará pelos citados na imprensa é certo, mas também por outros não listados, que a história irá colocando, entre o presente e o futuro no caminho dos indivíduos, eleitores ou não.
Eitaaa lasqueiraaa!
Com a chegada de 2026…
Uma pergunta ecoa nas mesas dos frequentadores do Boteco da Alameda: a era dos caciques estão mesmo chegando ao fim? Eles ainda vão provar que política se faz com grupo consolidado, articulação de bastidor e muita sola de sapato?
Para os frequentadores do Boteco da Alameda, nomes que dominaram o cenário político em um passado recente voltaram a se movimentar, articulando candidaturas, buscando alianças e reacendendo um debate: o eleitor abrirá caminho para novas lideranças.

Ao menos cinco nomes de peso, que estiveram fora do jogo após derrotas nas urnas ou afastamento político, trabalham abertamente projetos eleitorais mirando cargos legislativos: Assembleia Legislativa Mato-grossense (ALMT), Câmara Federal e Senado, entre os quais pontuamos: Zé Pedro Taques (PSB), Nilson Leitão (PP), Neri Geller (Repúblicanos), Mauro Savi e Wagner Ramos querem retomar espaço e assumirem uma cadeira na Casa de Leis.
O retorno desses nomes tradicionais reacende um dilema que deve marcar a próxima eleição: experiência ou renovação?
Tudo indica que o eleitor será novamente colocado diante de discursos simplificados como: “velha política x nova política”, “caciques x renovação”, “direita x esquerda”.
Essas narrativas tendem a dominar o debate, principalmente nas redes sociais, mas também carregam o risco de empobrecer a discussão sobre propostas concretas para áreas como Saúde, Segurança, Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Qualidade de Vida.

A pergunta que pode definir a eleição
Diante desse cenário, cresce a importância de uma reflexão mais profunda por parte do eleitor: antes de escolher entre o “novo” ou o “experiente”, não seria mais relevante analisar a trajetória, as propostas e a capacidade de entrega de cada candidato?
Mais do que rótulos ideológicos ou discursos prontos, a eleição de 2026 pode ser definida por quem conseguir demonstrar preparo, compromisso e condições reais de fazer algo pelo povo mato-grossense.
O fato é que o jogo começou. E Mato Grosso caminha para uma das disputas mais simbólicas dos últimos anos, onde o passado tenta se reinventar, o presente se reorganizar e o futuro ainda está em aberto.
Política
Fator imprevisível pode mudar o destino da sucessão estadual
Já estamos em uma quarta-feira de frio leve, em breve que apareça o sol, e caminhando para mais um final de semana. Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, neste ambiente turbulento nos bastidores da política na Terra de Rondon… eis que surge o “Guri refestelado da Guarita”, perguntando, os motivos de nenhum jogador do Cuiabá Esporte Clube foram convocados para a Copa do Mundo? Esse guri não tem jeito.
Depois os frequentadores do Boteco da Alameda vão te explicar meu “pequeno gafanhoto”. Sabe porquê? Estamos a caminho da última das últimas do cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, E “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso e a chapa que esquentou na disputa ao Palácio Paiaguás, fortalecendo assim um novo cenário.
Quer saber? Venha com o Boteco da Alameda e siga o fluxo!
O clima é de guerra…
Silenciosa entre os maiores grupos políticos do Estado: Partido Liberal (PL), União Brasil (UB), e o Podemos, surgem hoje como os três pilares capazes de construir o próximo Governador de Mato Grosso.
São partidos que concentram prefeitos, deputados, senadores, lideranças regionais, estrutura política e influência direta nos maiores colégios eleitorais do Estado.
Entretanto, contudo, todavia, o que era para ser demonstração de força, começa a revelar divisões internas, disputas de vaidade e articulações que podem mudar completamente o cenário da sucessão estadual.

PARTIDO LIBERAL
A sigla conquistou as principais prefeituras do Estado, elegendo gestores em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, fortalecendo o projeto da direita em Mato Grosso.
Apesar de liderar as pesquisas na Terra de Rondon, a sigla ainda está longe de demonstrar “UNIÃO” interna para uma disputa majoritária.
Se liga: nos corredores palacianos (Paiaguás e Dante de Oliveira), a aposta é que Wellton Fagundes poderá recuar da disputa. As peças começaram a serem mexidas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense.
O que se vê nas últimas movimentações vai pegar muitas pessoas e políticos de surpresa. Wellton quer sobreviver?
Então intensifique as visitas polos, reorganiza o seu time e começa a mostrar que independe do apoio do pré-candidato presidencial.
PS: a presença do jornalista e publicitário João Maria de Medeiros, marqueteiro responsável pelas campanhas vitoriosas de Blairo Maggi em 2002 e na reeleição de 2006 no núcleo político de Wellton Fagundes, será um sinal claro de fortalecimento e profissionalização da sua pré-campanha?
Enquanto Wellton Fagundes cresce por fora, o Partido Liberal (PL) enfrenta turbulências internas.
Bom…, deixa pra lá e vamos caminhar, deixando os sinais: o que deveria ser um movimento de fortalecimento do partido acabou gerando desconforto entre lideranças da própria sigla; o partido tem hoje um nome competitivo ao Palácio Paiaguás, porém… ainda não conseguiu alinhar totalmente seus interesses internos.
Vamos saber do nosso analista político Alex Rabelo, do atual cenário vivenciado pelos bolsonarista na Terra de Rondon.
“Se mesmo dividido Wellton lidera as pesquisas, imagine se o grupo estivesse totalmente alinhado“.
Eitaaa lasqueiraaa.
União Brasil…
Vive dias de tensão. O que era para ser estabilidade virou confronto interno: O “Capitão Jaymão” e o “Homem de Ferro“.
O Capitão Jaymão trabalha fortemente e acredita que seu nome passara pela Convenção Partidária no dia 4 de agosto, para representar o União Brasil (UB) na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás.
Enquanto isso, em qualquer parte da capital de todos os mato-grossenses, o “Homem de Ferro” deixa claro que seu apoio para o Governo do Estado é a do nome do Republicanos, Otaviano Pivetta.
Esse movimento vem girando desconforto dentro do próprio núcleo duro do União Brasil (UB). Hoje, os números de bastidores começam a preocupar líderes dos partidos.
As lideranças, enxergam esse momento como dos mais frágeis da história recente da sigla na Terra de Rondon.
E a conta dessa divisão pode ser pesado: Alguns deputados estaduais atualmente no mandato podem acabar ficando fora da próxima legislatura.
Entre os nomes citados nos corredores do Palácio Dante de Oliveira estão: Dilmar Dal Bosco e o pastor Sebastião Rezende.
No caso de Sebastião Rezende, outro fator passou a preocupar aliados: o distanciamento de pauta da base ligada as Igrejas Madureira, que historicamente caminhava ao lado do deputado. Agora lideranças religiosas começam a construir o projeto do pastor Bira da Econômica, de Primavera do Leste, nome que pode tirar uma fatia importante do eleitorado conservador e evangélico.

Enquanto isso, em qualquer parte da City, o “Homem de Ferro“ coloca aliados estratégicos e lideranças alinhadas ao projeto de Otaviano Pivetta.
Me diz aí Alex Rabelo, qual será o resultado do embate entre os unistas em Mato Grosso?
“Uma divisão entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta pode enfraquecer e, abrir espaço para crescimento de adversários“.
Danou se tudo então?
Calma “pequeno gafanhoto”. Neste ambiente turbulento, eis que surge o crescimento silencioso de outra sigla: O Podemos.
Enquanto o Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB) vivem conflitos internos, o partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, o Podemos, cresce de forma organizada, estruturada e sem grandes desgastes públicos.
Hoje, muitos já enxergam o presidente daquela Casa de Leis, como um nome de equilíbrio para uma eleição marcada por guerras políticas antecipadas.
Mesmo afirmando publicamente que seu foco é a reeleição a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa Mato-grossense, nos bastidores o discurso é outro.
E como a política muda rapidamente, igual nuvem passageira, ninguém mais descarta essa possibilidade.
Principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, para crescer no interior e consolidar sua candidatura.

O Boteco vai falar
Muitos deputados mato-grossenses enxergam em uma eventual ida de Max Russi ao Palácio Paiaguás a oportunidade de abrir espaço para renovação interna e nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
Mesmo sem assumir oficialmente uma pré-candidatura ao Governo do Estado, Max Russi começa a ser pressionado por lideranças políticas para entrar definitivamente no jogo majoritário.
Nota de rodapé: talvez seja justamente o fator mais imprevisível da eleição de 2026: os grupos começaram a guerra cedo demais…e isso… pode mudar completamente o destino da sucessão estadual.
Uma coisa é certa: isso tudo é apenas o começo.
O final…, bom…, o final vai ser muito interessante. Aguardem.
Segue o fluxo!
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