Search
Close this search box.

DISPUTANDO A CADEIRA NÚMRO 1

Pode se preparar: está chegando aí uma briga de “cachorro grande”

Publicados

em

O clima é de guerra nos bastidores da política mato-grossense. Desde o final do ano passado, três tendências travam uma verdadeira, mas uma verdadeira batalha campal por conta da disputa da cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá.

De um lado, o “Homem de Ferro”, o comandante do União Brasil (UB), em Mato Grosso, além claro de ser o Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira, ao centro o G4, do outro o atual ministro da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro (PSD).

Na arquibancada: Jayme Veríssimo de Campos (UB), Blairo Borges Maggi (PP), Nenel Pinheiro (MDB), José Roberto Stopa (PV), Abílio Jaques Brunini (PL), Ludio Frank Mendes Cabral (PT), a professora Rosa Neide (PT), pré-candidatos a Câmara Municipal de Cuiabá e as siglas partidárias. Na tocaia só tocaiando…o eleitorado.

Neste momento a jogada da vez: criar um clima de denúncias, criando um campo minado. Uns denunciando, outros negando. Esse é um problema da Justiça. Segue o fluxo!

Sem muito blá-blá-blá, na opinião do núcleo duro do Boteco da Alameda, a eleição para Prefeitura de Cuiabá se transformou em “briga de cachorro grande”.

E que o pleito foi é e será uma briga entre Mauro Mendes e G4, a menos que Abílio Brunini ou Ludio Cabral entre numa questão que viralize, que pode ser até brigar: entre os dois adversários.

Mesmo assim, um deles deve ir para o segundo turno, e a briga deve continuar entre “cachorros grandes” porque os seguidores fiéis, tanto a Mauro Mendes quanto o G4 são como soldados em batalha ideológica. E o segundo turno será uma batalha seja lá com quem for.

Leia Também:  Sinais de alerta para o Prefeito de Cuiabá

Candidatos opostos

Como não vai pelo menos agora ser modificado o jogo de denúncias, como a equipe de reportagem do Blog do Valdemir sugeriu no texto acima, estaremos em período pré-eleitoral e existem algumas candidaturas que podem ser viáveis. Assim como existem outras que se mostram viáveis de direita e de centro.

Na esquerda temos candidaturas que podem ser viáveis. Assim como existem outras que vão acabar se alinhando aquela que conseguir o poder pela esquerda.

A Federação Brasil Esperança caminha para desistir da disputa em Cuiabá. O contrário não se sabe. Mas o fato é que não existe consenso, e, portanto, não terá candidato, e até outros planos para seu futuro político. Isso significa, então, que a eleição municipal 2024, será polarizada entre Zé Edu Botelho e Fábio Garcia? ERRADO.

Não será desta vez que o eleitor terá apenas dois nomes competitivos disputando a Prefeitura Municipal de Cuiabá.

A diferença se chama Abílio Jaques Brunini, do Partido Liberal (PL). O deputado federal, que se elegeu em 2022, com um caminhão de voto, vem conquistado grande notoriedade na Câmara Federal. Mas que isso: buscando apoios em siglas capazes de dar maior sustentação política ao seu objetivo.

Desta forma, acredite, Fábio, Edu e Abílio serão os protagonistas da próxima disputa da cadeira número 1 do Palácio Alencastro. O restante, terá que se contentar com a coadjuvancia. Resta saber quem apoiará quem, nessa briga de “cachorro grande”.

Nota do Boteco da Alameda

Não adianta imaginar algo que não tem o mínimo sentido. Não tem como imaginar o PSB ser adversário de Mauro Mendes na disputa da Prefeitura de Cuiabá. Isso mostra o desconhecimento da verdadeira amizade entre o deputado estadual Max Joel Russi do PSB, com o governador Mauro Mendes.

Tudo bem que o menino Fábio Garcia não tem carisma, não tem cheiro do povo, entretanto, tem chance com apoio do núcleo duro do Palácio Paiaguas.

Leia Também:  Mesmo em crise de "Pandemia", reajustes para servidores públicos acontece em 9 Estados

Nenel Pinheiro anda sem dormir: vai trair o seu vice-prefeito José Roberto Stopa (PT), apoiando o unista Zé Edu Botelho.

Ou vai cada um para o seu lado, ou se reúnem novamente no segundo turno contra Mauro Mendes. Do outro lado vem o menino Fábio e o polêmico Abílio.

O que é a incógnita, agora, é o Partido dos Trabalhadores (PT). Se não conseguir emplacar a candidatura de Ludio Cabral, realmente deixará um vazio, porque o PT concorrerá com alguém, mas quem?

Finalizando para assistir o maior Campeão do Brasil, Palmeiras: em briga de “cachorro grande” neutralidade já é uma forma de intermediação. Pegou essa?

Bora para o Allianz Parque!

Propaganda

Política

Cálculo eleitoral e nomes de peso credenciam o Podemos na disputa por vagas federais em Mato Grosso

Publicados

em

Nas eleições de outubro, milhões de eleitores e eleitoras de todo o território brasileiro vão escolher os seus representantes para as Assembleias Legislativas, Câmaras Federias e presidente da Republica pelo sistema proporcional de votação. E o cenário político de Mato Grosso ganha novos contornos com as projeções do Podemos para a disputa das cadeiras na Câmara dos Deputados no próximo pleito eleitoral. A agremiação partidária estruturou uma chapa competitiva na consolidação do coeficiente necessário para garantir representatividade parlamentar em Brasília, mobilizando lideranças regionais de forte apelo popular.

A conjuntura eleitoral atual indica que o Quociente Eleitoral para que um Partido ou Federação conquiste uma cadeira de deputado federal no estado está estimado em 231 mil votos. Diante desta exigência matemática rigorosa, a sigla desenhou uma estratégia focada em garantir o patamar mínimo indispensável, mapeando o potencial de votação em diferentes macrorregiões mato-grossenses.

A movimentação partidária ocorre no âmbito do Território Estadual de Mato Grosso, local onde as articulações regionais e as alianças locais definem a força dos candidatos no pleito. O eleitorado das principais cidades do interior e da capital será decisivo para confirmar as projeções traçadas pelas lideranças do partido ao longo da campanha.

Leia Também:  Taques não respeita determinação médica de descanso devido a pneumonia e retoma sua atividades no Paiaguás 

As estimativas internas apontam para o alcance de até 280 mil votos na votação total da legenda, volume suficiente para assegurar com folga a primeira vaga direta. Adicionalmente, especula-se no meio político a possibilidade concreta de obtenção de uma segunda cadeira por meio da distribuição das sobras partidárias.

A confirmação da segunda vaga dependerá diretamente do desempenho das legendas concorrentes nas urnas, com atenções voltadas para os blocos formados por União Brasil/PP e pelo PL. Espera-se que esses agrupamentos adversários obtenham votações expressivas e elejam pelo menos dois representantes federais cada um, o que alterará a dinâmica de distribuição dos assentos restantes.

A viabilidade técnica do plano eleitoral fundamenta-se na montagem de uma chapa diversificada, constituída por nove candidatos dispostos estrategicamente em base regional. Essa seleção busca capturar votos de variados segmentos socioeconômicos e geográficos, desde o agronegócio pujante do norte mato-grossense até a densa população urbana do sul do estado.

O grupo de maior destaque é composto por cinco nomes de ampla visibilidade pública: o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado Neri Geller, o ex-secretário estadual de Segurança Pública, César Roveri, o ex-prefeito da cidade de Querência, Fernando Gorgen e a vereadora de Rondonópolis, Kalynka Meirelles.

A diversidade de trajetórias dessas lideranças fortalece o apelo da legenda junto a diferentes perfis de eleitores.

A vereadora Kalynka Meirelles assume papel tático fundamental nesse contexto, emergindo como a principal representante do município de Rondonópolis na corrida rumo ao Congresso Nacional. Sua presença na chapa visa atrair o expressivo eleitorado do segundo maior polo econômico do estado, consolidando uma base eleitoral sólida na região sul.

Leia Também:  XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios acontecerá em outubro

O planejamento estipula que cada um desses cinco candidatos principais obtenha uma votação individual situada entre 30 mil e 70 mil votos. Essa margem projetada garante a sustentação necessária para atingir a meta global da agremiação e otimizar o somatório de votos válidos exigido pela legislação vigente.

A estratégia adotada pelo Podemos demonstra como a engenharia eleitoral contemporânea exige previsibilidade matemática associada à capilaridade política. Ao combinar nomes consolidados no cenário estadual com lideranças emergentes, a legenda busca assegurar voz ativa na formulação das políticas públicas nacionais nos próximos anos.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA