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CARRO PARADO NÃO GANHA FRETE

Estratégia da “OPOSIÇÃO” não está dando certo; cuidado, Nenel é pragmático

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Político pragmático se projeta, projeta alianças com prazos, destino na correlação de força, quem vai ter o quê dentro dessa aliança e aí disputam eleições.

A equipe de reportagem do núcleo duro do Blog do Valdemir, acha muito pragmático e enquanto grupo político, está muito correto. Aqueles que querem fazer “OPOSIÇÃO” é que já deveriam estar colocando o carro na rua. Esse sim, estão perdendo tempo. Cuidado, vocês poderão ser surpreendidos, a quebrada está chegando. Segue o fluxo!

A colocação de nomes para a disputa das eleições para 2024 tem aquecido os partidos políticos mato-grossenses. Em Cuiabá, alguns nomes têm tentado se viabilizar para o pleito municipal: o polêmico deputado federal Abílio Jaques Brunini, e o pequeno grande homem, presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Francisco Carlos Amorim Silveira, o Chico 2000, ambos políticos do Partido Liberal (PL); o deputado federal, o menino Fábio Paulino Garcia, e o presidente daquelaMARAVILHOSA” Casa de Leis, o deputado estadual, Zé Edu Botelho, também do União Brasil (UB); os petistas,deputado estadual Ludio Cabral, e Rosa Neide; José Roberto Stopa do Partido Verde (PV), fazendo parte da “Federação Brasil da Esperança”.

Por trás de um grande homem sempre existe um baixinho encrenqueiro“.

Os analistas políticos do Boteco da Alameda, avaliaram o cenário que está sendo construído neste enfrentamento que promete ser histórico na Capital de todos os mato-grossenses.

Para o núcleo duro do Boteco da Alameda, as lideranças políticas deixam claro que a estratégia é a eleição municipal e mira, também, o Governo do Estado de Mato Grosso em 2026.

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Caros leitores e amigos do Blog do Valdemir, nesse caso, o Senador Jayme Veríssimo de Campos (UB), o governador Mauro Mendes Ferreira (UB), o deputado estadual Max Joel Russi (PSB), Blairo Borges Maggi (PP), a nossa querida Mulher Maravilha, a deputada estadual Janayna Greryce Riva (MDB), o Senador Wellton Antônio Fagundes (PL), o ministro, Carlos Henrique Baqueta Favaro (PSD), o prefeito cuiabano, Nenel Pinheiro (MDB), e o petista Valdir Barranco, não planejam só elegerem prefeitos nos municípios, principalmente em Cuiabá, mas planeja estabelecer um “BLOCO” coeso para garantir a rodada de 2026.

No âmbito da capital, o Palácio Paiaguas que já domina tudo, tenta emplacar o deputado federal, menino Fábio Garcia, e se projeta para a Arena do Senado federal, ele coloca o Senador Welton Fagundes (PL), e abrindo espaço para a Arena Federal beneficiando a Mulher Maravilha (MDB). E daí há a possibilidade de ele fortalecer um grupo que já existe que é Max Russi (PSB) ou fazer frente ao grupo do G4.

Caso não haja aliança, é possível que em 2026, o Estado de Mato Grosso teremos três candidatos com chance reais de vencer as eleições em 2024 serão: Wellton Fagundes, Carlos Favaro, e Max Russi na disputa e, quanto maior o número de disputantes com capacidade de vitória, menores as chances de cada um.

Então, o cenário mais correto seria, que dois grupos disputassem uma possibilidade para a junção, no caso G4 e o governador Mauro Mendes.

É bom ressaltar que há grupo político se movimentando, porém, entretanto, contudo, não se acertam, todos divididos.

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Fiquem esperto no que o menino da Rua Joaquim Murtinho, o nosso prefeito cuiabano, o emedebista Emanuel Pinheiro está fazendo, é o que políticos pragmáticos fazem. As alianças são para as disputas eleitorais e ele planeja uma aliança agora, trazendo novos nomes para compor a máquina pública da Prefeitura de Cuiabá.

Essa aliança é projetada para 2024, aumentando o arco de partidos ou enfraquecendo o principal partido opositor que é o União Brasil (UB) ou quem sabe, trazendo o G4; isso só o tempo dirá.

De todo modo são projeções, sempre visando o que pragmaticamente se pode fazer na próxima rodada. Em 2024 e talvez em 2026 isso pode dar com os “burros n’agua”.

Finalizando: a vereadora Michelle Alencar (UB), vai se filiar no PSB, para ser a vice de Fábio Garcia para as eleições municipais de 2024, com total apoio do núcleo duro do Palácio Paiaguas; a base do prefeito cuiabano não será desfeita; alguns pré-candidatos vão buscar apoio do presidente licenciado daquela MARAVILHOSA Casa de Leis, deputado estadual Zé Edu Botelho, ou do deputado federal, o menino Fábio Garcia; José Roberto Stopa do Partido Verde (PV), vai buscar abrigo no governador Mauro Mendes.

E o Cuiabá Esporte Clube venceu a primeira no Brasileirão 2024, saindo do –Z4. E tem candidato interessado na cadeira número 1 de Cuiabá entrando no –Z4.

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Política

Corrida ao Senado centraliza a força política e ofusca disputa pelo Palácio Paiaguás

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A disputa pelas duas cadeiras no Senado Federal passou a mobilizar mais a cena política de Mato Grosso do que a própria corrida ao Governo do Estado. Em uma eleição com dinâmica atípica no cenário mato-grossense, os principais protagonistas e detentores de maior densidade eleitoral preferiram disputar o Congresso Nacional em vez de buscar o comando do Palácio Paiaguás.

As urnas em Mato Grosso receberão os votos para dez candidatos registrados que buscam as duas vagas ao Senado nas eleições de 2026. O processo faz parte da renovação de dois terços das 81 cadeiras do Senado, nas quais 54 vagas estão em disputa, sendo exatamente duas por unidade da Federação.

O eleitorado mato-grossense chega ao pleito com 2,64 milhões de eleitores aptos a votar. Essa soma representa 1,66% do total nacional e posiciona Mato Grosso como o 18º maior colégio eleitoral do país, configurando um eleitorado decisivo para os projetos políticos nacionais.

A disputa pelas duas vagas atrai nomes consolidados da política estadual, como o ex-governador Mauro Mendes (UB), a deputada estadual Janaina Riva (MDB), o senador Carlos Fávaro (PSD), o deputado federal José Medeiros (PL) e o ex-governador Pedro Taques (PSB).

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A movimentação nos quadros majoritários inclui o ex-governador Mauro Mendes, que se desincompatibilizou do Governo do Estado para concorrer ao Senado, enquanto Carlos Fávaro atua na campanha para renovar o mandato parlamentar obtido em 2020.

O capital político demonstrado na liderança das pesquisas por Mauro Mendes evidencia que seu alcance ultrapassa o de Otaviano Pivetta, governador que o sucedeu na gestão estadual e que agora disputa a reeleição.

A consolidação de lideranças também se reflete em Janaina Riva, que ganhou projeção no eleitorado superior à do próprio sogro, Wellington Fagundes, candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso. Fenômeno semelhante ocorre com o ex-ministro e senador Carlos Fávaro, detentor de um grupo com expressividade superior à de Natasha Slhessarenko, postulante do seu grupo ao Executivo Estadual.

Os dados apurados pelas pesquisas de intenção de voto confirmam a força da base conservadora e de seus aliados no estado. O cenário mostra que, ao lado da influência governista, nomes como Otaviano Pivetta (Republicanos), Wellington Fagundes (PL) e Mauro Mendes demonstram expressiva capacidade de mobilização, fortalecendo o bloco de direita na fase que antecede o primeiro turno, em 4 de outubro de 2026.

A projeção de um inédito segundo turno na eleição para o Governo de Mato Grosso amplia a relevância estratégica dos quadros legislativos. Os senadores e deputados eleitos na primeira votação do pleito exercerão papel central na construção de alianças e na sustentação dos palanques dos candidatos a governador que avançarem à etapa final da disputa.

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