CANDIDATOS AINDA SEM PROPSTA
Edu, Abílio e Ludio: Nenel não é candidato, então falem de propostas a exemplo de Avalone
Sextooooouuuu… e o Boteco da Alameda está cansado de falar de política. Queria poder ir para Sampa e assistir ao jogo do Palmeiras, mas como é na casa do adversário é torcida única. Então voltamos a escrever textos que lembra as eleições de 2024, mais precisamente no dia 6 de outubro.
Em meios às negociações de apoios no primeiro turno e as definições de uma extensa agenda nas próximas semanas, entre uma xícara de café e vários telefonemas, os pré-candidatos: Zé Edu Botelho, representante do União Brasil (UB), Abílio Brunini, representante do Partido Liberal (PL), e Ludio Cabral, do Partido dos Trabalhadores (PT), por enquanto representante ainda, quem sabe, talvez do grupo da Federação Brasil da Esperança, que tem o PCdoB, e o Partido Verde (PV), que segundo Zé Stopa, também quer ser representante do grupo, ainda não avaliaram o cenário da disputa.
A insistência em pautar o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TC/MT), Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), Câmara Municipal de Cuiabá, no debate eleitoral e críticas ao prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro não vão influenciar as urnas no dia 6 de outubro.
Cuiabá quer mudança. O que o menino da Rua Joaquim Murtinho, Nenel Pinheiro fez ou deixou de fazer não é tema, muito menos pauta para o eleitor.
Os nobres pré-candidatos pretendentes em sentar na cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá, em janeiro de 2025, precisam entender que o cidadão é quem vai pautar o debate eleitoral sobre a Capital de todos os mato-grossenses.
O eleitor cuiabano vai exigir soluções. O povo cuiabano não está feliz, está sofrendo. Hoje o cuiabano, o morador de Cuiabá, sofre nas filas, nos ônibus, nos hospitais.
A Educação vai mal. Então, não tem que desviar do assunto central, que é discutir Cuiabá. Segue o fluxo!

Respondam se tiverem condições
Quais os temas que pretendem explorar? Tá bom, tá bom…, não podem antecipar a estratégia política. Vem dizer que as decisões táticas a serem tomadas vão depender muito dos desdobramentos da campanha?
Senhores pré-candidatos, fiquem cientes que em 2024 as denúncias referentes a administração municipal, não ganham destaque daquelas que ocorrem em plano federal.
Entretanto, contudo, todavia, há inúmeros secretários que respondem a processos de improbidade e cujos indícios de problemas são claros.
Preocupação somente criticar
Edu, Abílio e Ludio, até agora não apresentaram soluções para os problemas de Cuiabá. Ninguém fala de soluções para a Educação, Saúde, Desenvolvimento Econômico, contas da Prefeitura Municipal de Cuiabá. Por incrível que pareça o único que está trazendo propostas para os cuiabanos é o pré-candidato tucano, o deputado estadual Carlos Avalone Junior.
Opa…opa…opa. Bom…, estou sendo lembrado aqui pelos meus botões, que temos um outro cidadão que tem solução para os problemas de Cuiabá, é o secretário de Saúde do Estado de Mato Grosso (SES/MT), Gilberto Figueiredo.
Em uma reunião no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), sempre mostrando solução prá tudo. Até que o Conselheiro e presidente da instituição Sergio Ricardo de Almeida disse prá que ele assuma a Prefeitura de Cuiabá, já que tinha solução pra tudo.
“Eu vejo o senhor com uma má vontade desde as suas primeiras palavras. O senhor tem solução para tudo assuma a prefeitura então. O senhor está desqualificando essa mesa técnica“.
De acordo com o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), a prefeitura tem apresentado dificuldade em cumprir com as exigências previstas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o TCE, o Judiciário e o Ministério Público Estadual (MPMT). Diante disso, apontou a necessidade de uma união de esforços para garantir o acesso da população aos serviços de Saúde.
Tomou papudo. Essa foi na veia.

Ainda bem que na corrida para o Palácio Alencastro em 2024, exista alguém que pense diferente.
O pré-candidato tucano, Carlos Avalone Junior, sempre apagado na Casa de Leis, é o único que vem discutindo propostas concretas, para solucionar os problemas que afetam os cuiabanos.
Edu Botelho, Abílio Brunini e Ludio Cabral, os senhores sabiam que recentemente ocorreu segundo recuo consecutivo no índice que monitora a intenção de Consumo das Famílias em Cuiabá? Sabiam que, continuaremos a ter voos de galinha, com período de crescimento mais acelerado e que logo são interrompidos? Esse voo de galinha é o que acaba gerando um crescimento médio baixo, ao longo tempo.
Ah, o Boteco vai falar!
O eleitor cuiabano está buscando candidatos que tenham certas qualidades pessoais, que estejam acima de qualquer suspeita, que não estejam envolvidos em corrupção, e tudo mais. A questão da Segurança Pública tem precedência na agenda de todos os candidatos.
Há um mal-estar da sociedade em relação a violência e a impunidade. Isso está acima das questões econômicas. Isso mostra que Nenel Pinheiro não está correspondendo aos anseios mais urgentes da sociedade.
O que se percebe no pleito eleitoral de 2024 em Cuiabá é, que a campanha que se aproxima não mostrará quem é quem, por um simples motivo: está muito pobre e, com isso, não toca em temas essenciais a Cuiabá, e se concentra em questões populistas, rasteiras e fáceis de resolver.
Uma pergunta: você sabe quais são as ideias de Edu, Abílio e Ludio? Ninguém sabe, ninguém viu. Então, o fato de Edu e Abílio estarem entre os líderes de intenção de votos só demonstra como as questões econômicas do município do município ficaram para o segundo plano e como o debate eleitoral em Cuiabá será pobre.
No caso de Zé Edu, apesar de estar há décadas na política, parte dos eleitores o enxerga como alguém fora da política.
Não é correta essa percepção. Ele é político há muito tempo. A campanha vai reforçar ou desmascarar essa percepção.

Boteco da Alameda informaaa
A quem interessar possa: Nenel Pinheiro não será candidato, não vai mais poder concorrer para a Prefeitura de Cuiabá.
Ainda informamos que Nenel Pinheiro não tem candidato a prefeito.
Ou terá? Vishi e agora? Vou embora e segue o fluxo!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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