SER PREFEITO DE CUIABÁ
“É um dos meus sonhos”
“Tem que começar a trabalhar, mostrar a cara, ir nos bairros, identificar quais são os problemas da cidade, e eu vou começar este trabalho e ver, lá na frente, se tem condições de disputa. Evidentemente só existe uma possibilidade de eu ser candidato do grupo do União Brasil. Não tenho outra possibilidade. Eu não estou construindo nada neste momento para Prefeitura de Cuiabá, não estou trabalhando nisso. Não é o momento ainda, é algo para se fazer lá na frente”.
Afirmou o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual José Eduardo Botelho do União Brasil (UB), quando questionado da possibilidade de ele disputar a cadeira número 1 do Palácio Alencastro nas eleições de 2024.
O parlamentar disse ainda que se tiver oportunidade de colocar seu nome para uma disputa pelo Palácio Alencastro vai se apresentar. E segundo Botelho, as pessoas hoje já conhecem o seu trabalho à frente da Casa de Leis, e sabem que tem todas as condições de se apresentar para uma disputa Municipal.
“Hoje as pessoas já conhecem o meu trabalho, e eu tenho condições de colocar meu nome para disputar a Prefeitura de Cuiabá, é um dos meus sonhos“.
O unista Eduardo Botelho reconheceu que é preciso começar a trabalhar se tiver oportunidade, e pretende manter diálogo com todos se quiser ter a sucessão do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).
“Tem que começar a trabalhar, mostrar a cara, ir nos bairros, identificar quais são os problemas da cidade, e eu vou começar este trabalho e ver, lá na frente, se tem condições de disputa. O diálogo para quem quer ser prefeito tem que ser com todos, com o povo, o empresariado, os funcionários públicos, presidentes de bairros, comerciantes, todos que tem que ser ouvido”.
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado José Eduardo Botelho (UB), descartou a possibilidade de disputar a Prefeitura de Cuiabá em 2024 fora do seu partido o União Brasil.
Hoje o unista é um principal nome para a futura disputa pela cadeira número 1 do Palácio Alencastro, e disse que até chegar o dia da eleição muitas decisões ainda serão tomadas pelo seu partido o União Brasil (UB).
“Essa é uma discussão que vai acontecer ao longo do tempo, não é uma discussão para agora, não é uma discussão de momento. Nós nem tomamos posse do outro mandato como deputado. Isso não é algo que está na minha cabeça como algo intransponível. É uma vontade que eu tenho, mas não sei se quando chegar lá vou ter apoio popular, se o partido vai me querer como candidato, são várias coisas para acontecer até lá”.
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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