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SOLUÇÕES QUE NÃO EXISTEM

E aí vai encarar o “All In”? Mauro desafia críticos a “darem a cara”

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Fale agora ou cale-se para sempre. Esta é uma das mais conhecidas e repetidas frases pronunciadas em cada casamento. É o momento próprio para quem quiser dar uma da cantora Wanderleia e exclamar;

Senhor juiz (deputados), parem agora (muda o projeto) por favor pare agora (não aprovem o projeto do Executivo)“.

Porém, se alguém falar, o Executivo Estadual preparou um plano de contingência para o caso de surgir um novo personagem contrário ao projeto de redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

ICMS expõe populismo generalizado

Quase toda a política do nosso querido Estado de Mato Grosso, promete que o problema tem una solução simples, entretanto essas soluções simples não existem.

O Blog do Valdemir ao se referir “quase toda a política do nosso querido Estado de Mato Grosso”, soa como exagero, mas alguns gestores vendem ilusões irresponsáveis para uma população desesperada.

Os gestores precisam urgentemente entender que Mato Grosso não precisa consumir recursos para atenuar problemas e, mesmo que este seja o caminho escolhido, a transparência, é o melhor caminho.

Se a polêmica em torno do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) fosse um teste de populismo, quase todos os gestores mato-grossense seriam reprovados por colocar, o interesse pessoal e eleitoral acima do interesse público.

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Entendam

Estudos garantem que não haverá queda no repasse de ICMS aos municípios mato-grossense em decorrência do pacote de redução de alíquota de parte do impacto estadual.

Conforme estudo do Executivo, apenas com a redução do ICMS a conta de luz, por exemplo, ficaria 12% mais em conta para os consumidores que consomem 500 kWh por mês. Entretanto na política, quando a população será beneficiada, tem os contra que preferem perpetuar no poder, estamos nos referindo ao presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), o ex-prefeito Neurilan Fraga, que não acredita em estudos e sim em boatos.

Segundo Neurilan, a partir de 2022 os municípios deixarão de receber R$ 300 milhões.

Essa decisão do governador precisava ter sido discutida antes com os municípios, porque todos os ICMS arrecadados em Mato Grosso, 25% ficam com os municípios. Conforme a medida do governo, o impacto será na ordem R$ 1,2 bilhão, isso significa que mais R$ 300 milhões deixarão de entrar nos cofres dos municípios mato-grossense“, alfinetou o ex-prefeito Neurilan Fraga.

Fala o que quer, foi desafiado, e agora?

Vai correr ou vai aceitar o All In” Neurilan? Sabe muito bem que as palavras do governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes foi pra você: Neurilan está tendo que todos tem, ou seja, imposto só pode subir, abaixar não pode. E aí vai ainda hoje ficar usando alguns ou a redes sociais para falar o que não sabe?

Conforme está presidente da AMM façam as propostas, manda correr uma lista de prefeitos que querem ou não aceita. Vamos ver quem vai assinar a lista, foram as palavras de Mauro Mendes que é o “cara” que mandou o projeto da redução de impostos. E aí, vai encarar o “All In” Neurilan?

Quem for contra se manifeste

Senhores gestores se você for contra reduzir imposto que vai beneficiar a sociedade, se manifeste. A equipe do Blog do Valdemir faz o segundo desafio para quem só sabe falar pelos cotovelos: façam uma versão melhor, mais forte e eficaz do que a proposta do governador tá bom vão rejeitar o desafio? Então deixem de blá…blá…blá e vão trabalhar para a população, afinal são gestores públicos, não cientistas políticos. Ninguém é obrigado consumir informações que não sejam verdadeiras.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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