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AGRADECENDO A CONFIANÇA

Deputado agradece a confiança dos mato-grossenses em sua reeleição

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O deputado estadual Wilson Pereira dos Santos do Partido Social Democrático (PSD), agradeceu a confiança dos mato-grossenses que lhe deram 23.446 votos no último domingo (2). A expressiva votação garantiu ao parlamentar mais uma mandato na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

O parlamentar estadual reeleito, Wilson Santos, já foi vereador por Cuiabá, deputado federal por duas vezes, prefeito da capital por dois mandatos, e agora vai para o seu quarto mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Será o 10º mandato eletivo.

O parlamentar credita o resultado das urnas à sua expressiva produção parlamentar, a atuação firme na defesa do meio ambiente, da inclusão social, da educação pública de qualidade, infraestrutura e na área da saúde ajudaram em sua reeleição. Em especial à população mato-grossense, sua equipe, amigos e familiares.

Nos últimos 7,5 anos fui considerado o mais produtivo deputado estadual da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Apresentei 3.328 proposições ao parlamento, entre projetos de lei (915), indicações ao governo (733), requerimentos (350), resoluções (147) e outras ações. Sou autor de 86 leis em vigor voltadas à saúde, educação, inclusão social, segurança, infraestrutura, esportes, cultura, lazer, meio ambiente e agricultura familiar. Agradeço a cada um e cada uma que acreditaram no nosso trabalho e sempre caminharam conosco. Muito obrigado”, disse.

Gestão como prefeito de Cuiabá

Tenho orgulho de dizer que ajudei a construir 18 bairros na capital dando dignidade para milhares de famílias. Construí a Avenida das Torres e várias policlínicas. Entreguei 14 mil contratos de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU). Construí a ETA Tijucal acabando com a falta d´água em Cuiabá; criei o Cuiabá Vest que aprovou mais de 5 mil jovens pobres em universidades públicas e privadas e implantei o Bolsa Universitária”, completou.

Wilson ganhou importantes prêmios por sua gestão.

Fui premiado pelo Ministério das Minas e Energia com o primeiro lugar no ‘Programa de Iluminação Pública da Eletrobrás’, em 2008. Também agraciado com o prêmio ‘Mama África’, por conta da melhor política pública pela igualdade racial no Brasil, em 2009, e escolhido ‘Prefeito Empreendedor”, pelo Sebrae. Além de ter sido, orgulhosamente, escolhido “Prefeito Amigo da Criança’, em 2008. Só tenho a agradecer a todos; Nosso trabalho focado nos mais humildes, por justiça social e geração de trabalho e renda vai continuar, completou o deputado.

Novo mandato

Neste novo mandato, Wilson Santos promete ampliar sua atuação em defesa do meio ambiente, em especial contra a construção de hidrelétricas e barragens nos rios da Bacia do Alto Paraguai, como fez com a Lei 11.865 que pôs um ponto final nesta atividade sobre o Rio Cuiabá.

Empresários de outros estados queriam construir seis hidrelétricas no principal rio do nosso estado, um absurdo. O Rio Cuiabá faz parte da nossa cultura. Por ele chegaram os desbravadores que construíram nossa capital e é dele que os ribeirinhos retiram o próprio sustento e alimentam suas famílias. É nele que centenas de mato-grossenses passam horas de lazer com a pesca amadora. Agora, o Cuiabá está livre e limpo“, explicou.

Wilson também garantiu que continuará na base do governador Mauro Mendes (UB), mas disse que vai defender a recomposição salarial dos servidores públicos e o pagamento integral da RGA. Na defesa dos servidores, vai atuar de forma independente.

Já disse ao governador Mauro Mendes que no próximo mandato farei defesa da recomposição salarial dos servidores e do pagamento anual integral da RGA. Todas as categorias já deram suas cotas de sacrifício pelo equilíbrio fiscal do estado que hoje tem dinheiro em caixa para pagar todos estes benefícios. Vamos garantir aos servidores todos os seus direitos“, explicou.

O candidato também se comprometeu em continuar na defesa da educação e da inclusão social.

Sou professor e não poderia deixar esta bandeira fora do nosso mandato. Como prefeito, fiz o Cuiabá Vest na capital que beneficiou milhares de jovens na preparação ao ensino superior; reformei escolas, distribuí computadores aos professores e creches e fui eleito prefeito amigo da criança. Como deputado, trouxe a Unemat para Cuiabá e garanti junto ao Governo que professores indígenas continuassem o trabalho de alfabetização de seus ‘parentes’, como dizem, nas aldeias de todo o estado. Vamos continuar nesta luta, podem acreditar“.

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Política

Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande

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O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.

A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.

Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

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O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.

O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.

O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.

Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.

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A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.

Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.

O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.

A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.

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