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TENSÃO DA ELEIÇÃO E REELEIÇÃO

Como será a corrida eleitoral 2026? E as promessas de campanha Abilinho?

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Vem ni mim quarta-feira! Hoje o Boteco da Alameda vai reportar as articulações eleitorais que já esquentam nos corredores palacianos, bastidores políticos e também dizer: não tá sendo fácil viver assim… abre buraco, abre buraco… como tá sendo pra vocês?

Então vamos saber com os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, como será a corrida eleitoral em 2026? Primeiro será preciso que o UB, MDB, PL, PP, Podemos, Repúblicanos, e PSB, se reorganizem, e PT, PSD, PV e PCdoB, se reinvente novamente na política em Mato Grosso.

Apesar de ser contraditório é possível se deparar com um cenário no qual a base do governo Mauro Mendes (UB), não tenha consenso em torno de um único nome, (leia-se Otaviano Pivetta), para concorrer o Palácio Paiaguás em 2026.

Os políticos da Terra de Rondon, perceberam que padrinho político não foi determinante para a eleição de 2024. Vimos com clareza que a transferência natural dos votos depende do candidato.

Ainda tem a reorganização que está acontecendo.

Pega a visão!

É evidente que o calendário eleitoral ainda marca uma distância confortável até outubro de 2026, mas os bastidores da política vivem a tensão da eleição e reeleição dos deputados federais e estaduais.

O desafio é matemático: quantos votos serão necessários para garantir uma vaga na próxima Legislatura? E mais: quanto isso vai custar. As projeções variam conforme o partido, o bloco político e, claro, o cenário nacional, que promete ter peso na disputa estadual.

Para os aliados do governo, a aposta está na entrega de políticas públicas em áreas sensíveis, como Saúde, Educação, e Segurança, temas que estão na pauta do dia a dia.

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Mas há um fator imprevisível no jogo: o impacto da administração federal na disputa local. O governo Lula enfrenta turbulências, e o desempenho econômico e social do país pode influenciar diretamente o humor do eleitorado.

Oposição também se movimenta

Já na oposição, o cálculo tem outras variáveis. O histórico das eleições em Mato Grosso pesa contra, pois na avaliação dos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, o pleito eleitoral de 2026 tende a favorecer o grupo do Palácio Paiaguás.

Além disso, no âmbito nacional há uma pulverização de candidaturas a direita o que fragmenta apoios e complica a consolidação de um nome forte para rivalizar com o bloco governista.

Ainda que o jogo de 2026 pareça distante, os movimentos das peças do xadrez político já começaram! E, para muitos deputados, o desafio agora é encontrar o equilíbrio entre as pautas legislativas e a articulação eleitoral, que já esquenta nos corredores da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Não está sendo fácil viver assim…

Não concordo com os mi-mi-mis dos frequentadores do Boteco da Alameda, no qual Cuiabá só abre buraco. Não aceito esses mi-mi-mis, senão vejamos e acompanhamos: Abilinho está realizando os trabalhos de forma emergencial.

As equipes do Palácio Alencastro têm percorrido as ruas e avenidas da cidade cuiabana para identificar os pontos de maior risco. Agora, estão fazendo um planejamento para acabar com a agonia da população dos 50 mil buracos espalhados por toda a nossa querida Cidade Verde, Cuiabá.

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Tudo bem que estamos no 33° dos 100 dias, sabemos que as reclamações sobre buracos estão se multiplicando, mas tenham certeza que, não é falta de conservação, foi por causa das obras inacabadas, né Abilinho?

Menino do bairro Alvorada se liga: as aulas retornam dia 10 e, as mães estão preocupadas com as condições das calçadas, há crateras em vários e muitos lugares na Terra de Pascoal Moreira Cabral.

Abilinho, estamos falando de vida. As pessoas não podem andar mais nas calçadas. Estão esperando que alguém esteja caminhando normalmente na calçada e o buraco se abra e caia na cratera, e um muro também cede caindo em cima de alguém? Abilinho não tá sendo fácil viver assim!

O Boteco vai falar

Abilinho diz aí: e o puxão de orelha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no qual mandou um recado que você está perdendo tempo, ou seja, “falar menos e governar mais“. Abilinho me diz como se sente?

Sabiam que o emedebista Nenel Pinheiro cumpriu apenas 31,57% dos compromissos de campanha? Ao todo Nenel Pinheiro cumpriu apenas 6 promessas das 19 que foram propostas por ele na campanha de sua reeleição de 2020.

E como será que andam os projetos de campanha de Abilinho? Foram 16 promessas. Todos estão em seu plano de governo enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Então ficamos assim: continuamos como está, único jeito e seguir o fluxo!

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Política

Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande

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O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.

A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.

Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

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O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.

O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.

O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.

Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.

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A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.

Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.

O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.

A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.

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