TUDO TEM LIMITES
Cadê você Ludio Cabral! Toma cuidado com as movimentações do “tabuleiro político”
Sabadão chegou, dia de reunir a família, os amigos e ficar sabendo das movimentações do tabuleiro político em Mato Grosso, já que a semana foi intensa, tanto no Palácio Paiaguas, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), assim como na Câmara Municipal de Cuiabá.
Dada as dimensões do problema local, os comentários em relação ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro, líder maior do PSD em Mato Grosso, em perder o seu cargo, fica naturalmente menor e vamos chamar atenção somente para a nova rodada de estímulo das movimentações das peças no tabuleiro político e a impressionante dinâmica em encontrar a resposta em cada mexida das peças.
Neste sábadão, não pretendemos nos aprofundar em questões políticas, mas dada a magnitude da crise nas mexidas do tabuleiro político, é essencial que haja ampla discussão e transparência entre os diversos poderes. Segue o fluxo!

O Boteco da Alameda informaaaa:
O tempo atual não é de precipitações acerca da visibilidade de pré-candidaturas para 2024, e sim de construir feitos que surjam como resultado no ano que vem.
Nos bastidores, há um certo acirramento sobre quem representará a Federação Brasil Esperança, União Brasil (UB), PSD, PL, junto à Prefeitura de Cuiabá, o maior colégio eleitoral do meu querido, maravilhoso e grande Estado de Mato Grosso.
O Boteco da Alameda que tem acompanhado as movimentações políticas na Terra de Rondon, pede cautela dos pré-candidatos sobre o esquentar das discussões políticas.
Para os assíduos frequentadores do Boteco da Alameda, que vem crescendo cada dia mais naquele local os entendedores de política, os dirigentes municipais tomarão as corretas decisões em prol do bem comum para a legenda.
Amigos internautas, podem ficar tranquilos, o Boteco da Alameda, e a equipe de reportagem do Blog do Valdemir não descartam a observância com um olhar especial às eleições do ano que vem. No momento certo, o resultado dos aliados chegará, mas é necessário concentrar atitudes no “hoje” para o “colher” no futuro.
Principalmente o que os diretórios devem ter como base para que possam “bater o martelo” sobre o (a) escolhido (a).
Ontem sextou
Nesta sexta-feira (1), o meu amigo, o chefe do Legislativo Estadual, Zé Edu Botelho (UB), avaliou pela trigésima oitava vez em deixar o partido União Brasil que o governador Mauro Mendes Ferreira comanda no Estado de Mato Grosso.
E pelas entrevistas do nobre parlamentar unista, acreditamos que ele já está cansado da persistência de líderes partidários ficarem o convidando para se filiar aqui, se filiar ali, ou ele está igual uma equipe de futebol do Rio de Janeiro?
“A gente tem que ir para onde estão interessados em você. Já falei com o Kassab duas vezes, o ministro Carlos Favaro está sempre ligando, os deputados sempre me procurando. Eu estou aguardando uma agenda com o governador Mauro Mendes, mas eu coloquei um limite nisso e até novembro precisamos resolver“, disse Botelho em entrevista à Gazeta.
Para tudo, caiu aqui. Ah, eu vou falar!
Zé Edu Botelho, qual o motivo que o senhor não manda tudo para os ares? Joga logo esse monte de “M” no ventilador e para com essa frescura. O senhor já tem o aval do Partido dos Trabalhadores (PT) nacional, tem o aval de Carlos Favaro e do menino da Rua Joaquim Murtinho, o prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro, o senhor só pode estar de sacanagem. Ou será que o confronto com o presidente do diretório estadual do UB em Mato Grosso é a sua melhor estratégia? Tá esperando reunião com o governador Mauro Mendes pra que?
Vamos mudar o discurso, vamos mudar a música da vitrola, todos que acompanham a política em Mato Grosso sabem que irá “pular do barco”. Está subestimando a inteligência do povo mato-grossense, e principalmente dos cuiabanos. Cuidado com o jogo de damas, do outro lado estão jogando pôquer.
E tem mais: a sua saída, tem o objetivo em detonar o grupo político do Palácio Paiaguas, fazendo uma grande coalizão com: Favaro, PT, Nenel Pinheiro e os aliados do atual presidente da República “Lula”, para 2026.
Ludio Cabral cadê você!
E como o candidato do PT, Ludio Cabral vê essa movimentação? Tá bom Ludio, tá bom.
“Caso o PSD tenha candidato próprio, nós vamos considerar isso como positivo porque a população terá mais opções. Sem considerar que quanto maior adversidade de candidaturas de Centro e Direita, melhor para nós“, disse Ludio Cabral na quinta-feira (31), durante a oficialização do seu nome como pré-candidato.
Ou seja, o PSD compõe o governo “Lula” com Carlos Favaro no ministério da Agricultura e, que ambas as siglas poderão se aliar em um eventual segundo turno na eleição em 2024.
Agora pega aí: as negociações nacionais farão com que a Federação Partidária recue em ter candidatura própria, em troca do apoio do PSD em Estados estratégicos: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e o Nordeste.
E tem mais: uma candidatura de Zé Edu Botelho no PSD, tem como finalidade de enfraquecer o grupo político do Palácio Paiaguas.
Tô falando, tô falando. Pegou aí? Não! Azar seu. Leia tudo de novo então.
Política
Crise eleitoral retira Fábio Garcia da chapa de Otaviano Pivetta
O Quê: A Desistência de Fábio Garcia
O deputado federal Fábio Paulino Garcia (UB) selou oficialmente a sua desistência de disputar o cargo de vice-governador na chapa majoritária chefiada pelo atual governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Olavo Pivetta (Republicanos).
O recuo estratégico levou o parlamentar a retrincheirar a sua atuação política na busca pela manutenção de seu mandato na Câmara dos Deputados. Como desdobramento imediato da repactuação, foi formalizada a exoneração de Mauro Carvalho do comando da Casa Civil estadual.
Quem: Os Protagonistas da Crise Political
A reviravolta envolve diretamente o governador Otaviano Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes (UB), liderança de forte projeção no estado. O anúncio atinge também figuras proeminentes cotadas para recompor a vice-governança, como a deputada federal Gisela Simona (UB), a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Podemos), também conhecida nos bastidores como Alessandra Croco, além do ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, e do presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), Max Joel Russi do Podemos.
Quando: A Cronologia dos Acontecimentos
O desfecho da crise culminou nesta terça-feira (11), após um ápice de tensão registrado no início da semana. A articulação final decorreu de uma reunião de emergência realizada na segunda-feira (10), momento em que o impasse atingiu seu ponto mais crítico no Palácio Paiaguás. O agravamento dos fatos provocou o cancelamento de uma coletiva de imprensa oficial e acelerou a redefinição das candidaturas majoritárias a poucas semanas das convenções e registros definitivos.

Onde: O Epicentro das Articulações
A crise institucional e eleitoral teve como palco central o Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso. O epicentro da controvérsia estendeu-se até Brasília, onde a deflagração de medidas cautelares pelo Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a cúpula do governo mato-grossense, ecoando forte influência também no município de Rondonópolis, considerado o segundo maior colégio eleitoral do estado e peça-chave no xadrez político regional.
Como: O Mecanismo da Ruptura
O racha na aliança histórica consumou-se mediante uma reunião a portas fechadas na qual se pactuou que Otaviano Pivetta terá “mãos livres” para indicar o novo vice, sem a ingerência direta de Mauro Mendes. A decisão seguiu-se à forte pressão exercida por Pivetta, que alegava desgaste reputacional irreversível decorrente de desdobramentos judiciais. A escalada de tensão quase resultou na desistência da própria candidatura do governador, após ameaças de retirada de apoio formal por parte da Federação União Progressista.
Por Quê: A Operação Heritage
O estopim para a ruína da aliança foi a deflagração da Operação Heritage pela Polícia Federal, que apura um suposto esquema de desvio de R$ 308 milhões em um acordo judicial e administrativo firmado entre o governo estadual e a empresa de telefonia Oi. As suspeitas que recaíram sobre alvos centrais do grupo governista minaram a estabilidade do acordo eleitoral original, inviabilizando a manutenção da composição que havia sido desenhada, em primeiro momento, a contragosto de Pivetta.
Qual a Medida Restritiva: O Cerco do STF
O fator determinante para a paralisia da coordenação política foi a imposição de severas medidas cautelares assinadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as determinações jurídicas, estabeleceu-se a proibição expressa de qualquer comunicação entre Fábio Garcia, Mauro Mendes e Mauro Carvalho. A impossibilidade legal de contato direto interpelou a continuidade do planejamento de campanha, tornando insustentável a permanência de Garcia na vaga executiva e forçando o seu recuo imediato.
As Alternativas: O Novo Desenho do Podemos
Diante da vaga em aberto, a opção por Alessandra Ferreira devolve força ao Podemos na chapa majoritária. Casada com o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), Alessandra contaria com o respaldo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi. A escolha dela adicionaria densidade eleitoral ao palanque de Pivetta na região Sul de Mato Grosso, reduto político do senador Wellington Fagundes (PL), que desponta como adversário direto na corrida ao Palácio Paiaguás.
O Ponderável: A Cartada do União Brasil
Como alternativa direta a Alessandra, desponta o nome da deputada federal Gisela Simona. Caso a escolha recaia sobre Gisela, o União Brasil preservará o espaço de prestígio na composição majoritária ao lado de Pivetta. Se a opção for por Alessandra Ferreira, o Podemos expandirá consideravelmente a sua participação institucional no grupo governista, mantendo o equilíbrio de forças dentro do arco de alianças da base aliada.
As Consequências: O Futuro da Coligação
A definição final da chapa permanece dependente dos diálogos de última hora travados entre Pivetta e os partidos aliados. O rearranjo traz implicações profundas ao cenário eleitoral mato-grossense: ao mesmo tempo em que tenta estancar o desgaste provocado pelas investigações federais, a base aliada enfrenta o desafio de pacificar feridas expostas e reorganizar suas forças regionais para garantir a competitividade na disputa pelo governo do Estado.
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