POR FAVOR SEM BAGUNÇA NA TERRA DE RONDON
Boteco defende que Mauro tome as rédeas e evite bagunça na chapa para 2026
Segundouuu! E a “Janela Partidária” para as eleições de 2026 termina neste próximo sábado (4). Esse período de troca de partidos é decisivo para a montagem de chapas, com o foco em atrair para as legendas nomes competitivos. A força individual de cada partido ganha peso maior.
A partir do dia 5 de abril, com os personagens no tabuleiro nas siglas com os quais pretendem concorrer às eleições 2026, o momento será crucial para que os partidos formalizem alianças a fim de lançar os candidatos.
A seis meses do pleito, as legendas correm contra o tempo para definir os nomes com mais chances de garantir vitória. Muitos personagens classificam -se como pré-candidatos, mas as chances são remotas para se eleger, será um mero coadjuvante, servindo de escada.
Segue o fluxo!
Se liga nas projeções fora da realidade
Enquanto o Senador Jayme Campos (UB), mostra e esconde sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás, tem alguns que desdobra “vendendo seu peixe” (todos querem mostrar seus dotes claramente), para proporcional.
O Partido Liberal (PL) e a Federação União Progressista (UP), (especificamente o União Brasil), disputam para ver quem mandará mais, a esquerda segue a margem sem nomes representativos para ocupar mais cadeiras em Brasília. É um coeficiente assustador, precisa ser superado mais de 200 mil votos, levando em conta as últimas eleições.
O grupo mais alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), embora tenha hoje palanques considerados mais competitivos, vive rusgas entre as principais lideranças que podem afetar o desempenho eleitoral.
O MDB, que fim levou? A resposta com a “Mulher Maravilha”, cacique número 1 da sigla no Estado de Mato Grosso.
Vamos parar de se iludir: o PT, MDB, UB, precisam reconhecer que perderam espaço nesta “Janela Partidária”, grande parte de seus remadores pularam do barco.
Direita perdida
Apesar de estar hoje robusta no Estado, tem problemas para unificar seu palanque, o que pode atrapalhar a competitividade de candidatos.
Otaviano Pivetta que assume amanhã (31), a cadeira número 01 do Palácio Paiaguás e com apoio em disputar a reeleição Mauro Mendes (UB), futuro pré-candidato ao Senado, busca ampliar sua aliança, mais ainda esbarra em resistência do Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB), que não tem nada de UNIÃO, a uma composição.
Vem nim mim segunda-feira
Fontes ligadas ao Boteco da Alameda, que frequentam os corredores do Palácio Dante de Oliveira e a sede do núcleo duro do Palácio Paiaguás, falaram com exatidão sobre uma novidade que surgirá na segunda quinzena de abril.
Entretanto, contudo, todavia…, tenham calma, tenham calma, leitores e amigos do Blog do Valdemir! De Brasília, passando por Cuiabá, tudo está sendo bem traçado para a eleições de 4 de outubro. Isso é Mato Grosso. Isso é a classe política. Interesses pessoais. Interesses políticos. Interesses de “UNIÃO” para se manter no “PODER”.
Não se surpreendam com o que pode vir nos próximos dias com reuniões, almoços, e cafezinhos que ocorrem na capital federal e na capital mato-grossense via bastidores.
O os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda já disseram e repete: se orienta Wellton Fagundes!
E viva a política dos políticos no meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso.
Mauro Mendes cadê você?
O comandante do Estado de Mato Grosso, que vai descompatibilizar do cargo de governador amanhã, às 16 horas, precisa assumir o comando do grupo, pois cada um se sente no direito de se lançar, mas se isso não tiver controle, vira uma “bagunça”.
Segundo os bastidores da política na Terra de Rondon, o ainda unista Mauro Mendes, não pode se omitir a isso ou deixar isso vazio porque, senão, surgem várias narrativas até 5 de agosto.
E tem mais: todos devem dar a Mauro Mendes o direito de conduzir esse processo, combinado com os partidos.
Ele conduzindo esse processo, com certeza terá a sensatez de montar uma chapa que seja vitoriosa. Quando você não conduz o processo político, os outros conduzem por você.
Em relação a nomes que se dispõem a disputar vaga para governador, vice, uma vaga de suplência a Casa Alta ou a Câmara Federal e também a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), as bocas benditas do Boteco da Alameda dizem que eles estão se lançando porque vê um vácuo no comando.
O várzea-grandense Jayme Campos está atropelando a pretensão de sua própria sigla partidária. Se ele tiver o aval do partido, tudo bem. Não sabemos realmente se tem (só especulação).
Jayme Campos está lançando porque está vendo o vácuo. Mas estimula outros também. Ao invés de facilitar o processo, complica.
Segundo os frequentadores do Boteco da Alameda quando um candidato dispara, ninguém controla. Se distância muito, de quem está de braços cruzados.
Chegamos na última semana da “Janela Partidária”, é necessário conversar muito, dialogar muito, montar o mais rápido possível os melhores nomes que serão escalados para as posições.
Não pode deixar a coisa correr solta.
Os partidos devem dar prestígio a Mauro Mendes com o poder de sugerir a chapa governista. Agora, ele tem que entrar no jogo e não ficar calado.

O Boteco vai falar
Na política é assim: quando tudo está silencioso, aparentando que não está acontecendo nada, o Boteco da Alameda, atento precisa desconfiar, porque nos bastidores as coisas estão pegando fogo.
Saiba que, àquela articulação, aquela que fabrica os fatos reais, para além dos balões de ensaio tradicionais, só ocorre nos bastidores.
Então se liga: para entender o que está acontecendo é crucial vasculhar os bastidores. É preciso juntar os cacos dos fatos, conecta-los e, aí, usar a experiência analítica para explica-los.
A lógica não advém do fato isolado, das declarações públicas, e sim do exame do contraditório, das várias versões em jogo.
Diz-se que o Boteco da Alameda não pode errar. De fato, precisa ser preciso e objetivo. Entretanto se ater tão somente às declarações oficiais, dificilmente entenderá o que está acontecendo nas sombras e poros da política.
Por isso, quem lida com política, sendo do boteco ou analista, precisa especular. Claro que sem apresentar a especulação como fato.
A coisa é séria, mas, calma, há espaço para tiração de onda e você sabe, Mato Grosso não é para amadores. A gente precisa desopilar.
No combate ao cinismo da grande mídia, o humor pode ser uma boa vida.
Segue o fluxo!
Política
Disparidade orçamentária na “Corrida Presidencial” evidencia os desafios do “Financiamento Eleitoral”
A advogada cuiabana Clariana Barão, candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), ingressou oficialmente na disputa eleitoral nacional enfrentando um cenário de expressiva assimetria financeira. A candidatura encerrou a segunda semana de campanha oficial contando com um orçamento disponível de apenas R$ 7,5 mil em caixa para o desenvolvimento das atividades de mobilização.
A constatação dos valores ocorreu após o levantamento e a consolidação dos dados de arrecadação e prestações de contas parciais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A análise dos dados orçamentários dos postulantes ao Palácio do Planalto foi veiculada pelo portal de notícias Repórter MT durante o acompanhamento da agenda eleitoral.
O montante acumulado pela postulante é fruto de aportes diretos, sendo R$ 5 mil provenientes de recursos próprios da candidata e R$ 2,5 mil originados de doação de pessoa física efetuada por Lara de Araújo Amorim. Até o momento do registro oficial da prestação de contas, não constava no sistema a escrituração de despesas operacionais contratadas pela chapa.
A escassez de recursos evidencia a profunda disparidade estrutural entre candidaturas de legendas menores e as campanhas dos principais nomes da disputa presidencial. Enquanto partidos consolidados movimentam montantes milionários do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e de doações privadas, pleitos minoritários enfrentam severa restrição logística para propaganda, deslocamento e equipes técnicas.
Em contrapartida, os dados divulgados demonstram que candidaturas de grande porte lideram a captação de recursos: Flávio Bolsonaro (PL) soma mais de R$ 42 milhões e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra R$ 35,2 milhões em receitas. No plano intermediário e menor, Romeu Zema (Novo) dispõe de R$ 2,7 milhões, Renan Santos (Missão) acumula R$ 1,2 milhão, Ronaldo Caiado (PSD) possui R$ 600 mil e Edmilson Costa (PCB) figura com R$ 13 mil em caixa.
A discrepância orçamentária impõe limites práticos no alcance das propostas e na visibilidade dos candidatos perante o eleitorado nacional. O custo de produção de programas partidários, impulsionamento em redes sociais e transporte aéreo inviabiliza que chapas com orçamento reduzido percorram com equidade os estados da federação.
Diante do quadro financeiro, a estratégia de candidaturas como a de Clariana Barão apoia-se predominantemente em agendas orgânicas, uso de plataformas digitais sem investimento pago e debates públicos. A limitação contábil exige rigor na gestão de cada insumo básico, desde o material impresso de divulgação até o custeio de viagens institucionais.
Outros postulantes ao pleito, como Pablo Marçal (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara (UP), ainda não haviam consolidado a prestação parcial de contas no sistema da Justiça Eleitoral até o fechamento da amostragem do levantamento. A regularização do envio das informações financeiras segue prazos regimentais estabelecidos pela legislação eleitoral vigente.
A conjuntura da campanha eleitoral reacende o debate técnico acerca dos impactos da disparidade econômica na igualdade de chances entre os concorrentes em sufrágios majoritários. A legislação brasileira prevê teto de gastos e mecanismos de financiamento público, contudo a distribuição proporcional entre legendas perpetua assimetrias na linha de partida do processo democrático.
Apesar dos abismos financeiros mapeados nas prestações de contas, o desfecho do pleito permanece condicionado ao voto direto e secreto do eleitorado no dia da votação.
A viabilidade política de propostas com baixo orçamento financeiro dependerá do grau de engajamento voluntário e da capacidade de interlocução direta das lideranças com a sociedade civil.
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