DE OLHO NA CADEIRA NÚMERO 1 DE 2026
As movimentações das peças no xadrez político de Otaviano Pivetta
Hum….! Felipe Wellaton que não conseguiu se eleger como deputado federal no MT Par Participações e Projetos, o ex-deputado federal Dr. Leonardo Albuquerque também no segundo escalão do governo Mauro Mendes Ferreira (UB), ambos do Partido Republicanos que tem como presidente Adilton Sachetti, ainda mais o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta.
Hummm…, não venham para cima da turma do núcleo duro do Boteco da Alameda que, os soldados do partido Republicanos querem somente espaço, porque não ocorreu na primeira administração do Mauro Mendes?
Os analistas do núcleo duro do Boteco da Alameda mandam um recado: prestem atenção na ofensiva, os movimentos na jogada do xadrez político do vice Otaviano Pivetta, ele é pré-candidato ao Governo do Estado em 2026 com absoluta certeza.
O jogo está aberto, e se está aberto, o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta vai jogar. O que leva a está análise? Desde que foram lançadas dúvidas sobre a sua candidatura e das pressões para que não dispute o Palácio Paiaguas, (esperando Wellton), ele (Pivetta) se mantém em silêncio. O primeiro sinal neste período de questionamento sobre a sua candidatura foi que ele não desmentiu as especulações.
Pivetta está mais atuante neste seu segundo mandato como vice-governador do que o virtual pré-candidato Wellton Antônio Fagundes do Partido Liberal (PL). Já está na pista para negociar, e sinaliza que pode trazer para sua barca partidos que estão hoje na base aliada do governo Mauro Mendes.
Já em solo… Palácio Dante de Oliveira, o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta está em campo conversando com vários políticos. Nas mãos tem um triunfo a oferecer: o nome a vice em sua chapa.
E se de um lado Pivetta tem uma vaga na majoritária para oferecer, de outro lado, esses postos estão sendo disputados e, a três anos da eleição, nenhum dos partidos têm a garantia de que terão a bênção do possível pré-candidato a governador, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Carlos Henrique Baqueta Favaro do PSD.
Sabendo disso, Pivetta não poupará esforços para convencer partidos que hoje, não estão na base do governo Mauro Mendes a virem para o seu lado.
O meu amigo de Vadjú afirmou que o atual primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Joel Russi, do PSB estará na chapa de Otaviano Pivetta, uma vez que é muito ligado a Mauro Mendes, afinal é preciso entender o que é estar na base.
Otaviano Pivetta
Otaviano Olavo Pivetta é vice-governador, é um dos maiores agropecuarista do país. Foi deputado estadual e também já foi Prefeito da Cidade de Lucas do Rio Verde por três vezes. Em 1977, assumiu o cargo de Prefeito de Lucas, sendo reeleito em 2000 e eleito novamente em 2013. É o seu segundo mandato de vice-governador.
Nota da redação
Difícil saber se é só um balão de ensaio. Se é um mecanismo de pressão político-eleitoral, ou se apenas blefe. O fato é que a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, em reuniões com prefeitos, vereadores, deputados federais e estaduais, só aumenta a especulação sobre um possível anúncio de pré-candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo do Estado de Mato Grosso.
Talvez, seja só mais um momento onde essa “onda” voltou a subir no Boteco da Alameda.
Mas talvez escape da boca de um deles “meu futuro governador”. Ou “você será governador desse Estado”. Ou, de maneira mais direta, “Pivetta será o nosso candidato ao Governo em Mato Grosso”, há quem diga que vai acontecer.
Uma incógnita.
Resistência
A possibilidade do nome do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos em ser o candidato do grupo em 2026 também encontra resistência. Por conta disso, as articulações já iniciaram em busca de um nome para disputar a sucessão do governador unista Mauro Mendes. As conversas se iniciaram porque esses aliados acreditam que o nome do ministro Carlos Fávaro (PSD) poderá ficar fortalecido caso o governo do presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT) tenha sucesso. Mas ainda tem muita água para passar embaixo da ponte.
É esperar pra ver. Pode não acontecer nada. Mas também pode ter reviravolta. Não arriscamos apostar neste momento contra os analistas do núcleo duro do Boteco da Alameda.
Política
Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande
O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.
A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.
A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.
Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.
O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.
O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.
Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.
A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.
Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.
O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.
A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.
-
Artigos5 dias atrásPrincípio da Impessoalidade do Concurso Público
-
Política3 dias atrásALMT volta a convocar secretário da Sinfra para explicar contratos milionários e atrasos nas obras do BRT
-
Artigos4 dias atrásMenopausa também é saúde mental — e falar de desejo, humor e autoestima é essencial
-
Artigos4 dias atrásCrescer para cuidar: o desafio de sustentar a saúde pública com qualidade
-
ESPORTES5 dias atrás4ª etapa Campeonato Brasileiro de Motocross
-
Destaques2 dias atrásApós denúncia do TCE, Taques amplia representação sobre obra da MT-170
-
Política5 dias atrásO impacto das decisões Judiciais na linha de frente do “Poder Legislativo”
-
Política3 dias atrásDisputa pelo Palácio Paiaguás expõe “Racha Político” e “Guerra de Versões” em Mato Grosso



