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REVELAÇÕES, DECEPÇÕES E SURPRESAS

Ao fim de cada governo sempre surgem as revelações bombásticas

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Como dizem os ditados populares: “A traição vem de quem está ao seu lado”, “Traição não é um erro, é uma escolha”, “Amigo da onça”, “Facada nas costas”, assim por diante.

Massss…, mas calma, calma, muita calma, as ações e reações que estão surgindo neste momento, com tendência de multiplicação “DOS PÃES” para os próximos dias e meses, são apenas revelações, podem até decepcionar, magoar, machucar, afinal, foram quadro, oito anos, demonstrando parceria, companheiros, soldados do grupo, para o princípio do fim, revelam as suas verdadeiras funções.

Quem não tem ou teve aquela planta linda em casa, que você teve cuidado desde a escolha da terra, do adubo, das sementes, irrigou, ficou maravilhado com a germinação, e quando cresceu apresentando as primeiras flores e frutos, um verdadeiro reconhecimento do trabalho em conjunto com a mãe natureza, mas do nada, surgem uns bichinhos aqui, umas pintinhas ali, em muitos casos até parecem inofensivos no modo exterior, mas por dentro, só estão sugando a seiva da sua planta, e quando ela não tem mais nada para oferecer, aquilo que eles que antigamente, essa planta morreria, mas hoje, com novas tecnologias, existem defensivos de várias formas, não há praga que resista, são eliminadas uma a uma, todas tem seu ponto fraco, do gafanhoto ao pulgão.

O final do ano pré-eleitoral vai se aproximando, com ele as revelações, decepções e surpresas, com aqueles que tiveram de tudo, mas já estão em outro barco, por outro lado, mesmo sem as devidas atenções, ainda existem os leais, que seguem firme neste e para outras jornadas, mostrando que nem tudo é apenas jogo de interesse. “A verdade dói, mas liberta”.

Entretanto, contudo…

Todavia, existem outros assuntos que envolve a política mato-grossense: a corrupção x incompetência, independente do resultado o povo é prejudicado.

Independentemente de quem seja a vencedora, ou o vencedor, o povo, a população, os eleitores sempre saí perdendo, hora porque não é atendido devido ao sumiço do recurso público, e a outra devido à falta de condições de saber aplicar corretamente o dinheiro dos impostos dos munícipes.

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O caso é mais grave do que muita gente pensa

Imagina uma cidade, mesmo tendo uma receita anual bilionária, nas mãos de uma pessoa por oito anos, que é conhecido por colocar dinheiro até no paletó, fora a lenda das esmeraldas, das joias, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), investigação sobre descontos não repassados, supostos esquemas até com estacionamentos e muito mais…

Não poderia dar em outra coisa, o resultado já era previsível, mas como o Brasil está sendo conhecido pela inversão dos valores, onde o errado está certo, e o certo está errado, quando o bandido entra na sua casa, você se defende, mata o bandido, você vira criminoso, é perigoso esse político ainda ser visto como herói, “Super Paletó”.

Por outro lado, a esperança está dando lugar ao desespero, o sonho de uma cidade melhor, em pesadelo de uma Capital em crise, mesmo com a receita bilionário, sendo anunciado constantes Decretos de Calamidade Financeira, algo nunca ocorrido na história política e administrativa do município, até Pascoal Moreira Cabral conseguiu identificar que a cidade é uma “mina de ouro”, que “dinheiro não falta, o que falta é gestão”, resulta em um retrocesso de no mínimo 12 anos, caso não haja, uma interferência popular.

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A suposta crise que antes era apontada apenas como financeira, agora expandiu para política e administrativa, gerando um ambiente de instabilidade constante, revelando que apenas criticar em animações de TIK TOK até papagaio no Pantanal, faz.

Infelizmente, o gestor passado pode ser apontado como “Super Paletó”, porque supostamente não tinha o apoio do Governador do Estado e dos parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e mesmo assim, além de cumprir com boa parte dos compromissos, como pagamento dos servidores em dia, reajustes de adicionais de insalubridade, ainda criou várias lendas urbanas, agora, com atual gestão baseada no mundo digital, com apoio do Governo Estadual, vários deputados estaduais e federais, a maioria dos vereadores, a crise é instalada, o povo precisa saber quais as causas, circunstâncias e razões?

Ou será que já sabem…

Do Blog do Valdemir

A premissa é bem simples: uma má gestão afeta suas finanças! Se você gasta mais do recebe ou investe todo o seu dinheiro na compra de um determinado bem, provavelmente enfrentará problemas no fim do mês, certo?

Isso também acontece com a gestão de um negócio, uma administração municipal. Aplicar capital apenas no marketing e não investir na estrutura do prédio, em uma escola, na Saúde, no Salário do Servidor, na Infraestrutura de uma cidade, por exemplo, é um hábito que gera consequências, não é verdade? Já pensou o transtorno que uma reforma emergencial, de uma Calamidade Financeira, de uma má Administração pode causar?

Lembrando que qualquer economia e corte de gastos devem ser precedidos de muito estudo e análise. Caso contrário…, as chances de enfrentar problemas são grandes.

Segue o fluxo!

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Política

Teia de suspeitas do VLT e impasse do BRT tensionam relação entre “Governo” e “Oposição”

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) converteu-se no cenário de um intenso embate político que paralisou o debate sobre a infraestrutura local. O episódio ocorreu durante uma Audiência Pública de prestação de contas que acabou por desviar o foco técnico para antigas disputas eleitorais. A sessão, que deveria esclarecer o andamento das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), transformou-se em uma arena de acusações recíprocas entre a base governista e a oposição. O impasse reflete a profunda polarização que historicamente caracteriza a gestão das grandes obras de mobilidade urbana na capital mato-grossense.

O debate centralizador das discussões ocorreu no Palácio Dante de Oliveira, sede do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Político Administrativo de Cuiabá. A escolha do local conferiu caráter oficial e solene ao encontro, que reuniu parlamentares, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada. A capital, que convive há mais de uma década com os transtornos decorrentes de projetos de transporte inacabados, serviu como pano de fundo geográfico e social para o confronto. O ambiente do plenário, marcado por discursos inflamados e questionamentos incisivos, evidenciou a urgência das respostas demandadas pela população cuiabana.

A reunião deliberativa aconteceu nesta terça-feira, momento em que o cronograma físico e financeiro do BRT voltou a ser oficialmente questionado pela Comissão Parlamentar competente. O agendamento da Audiência Pública atendeu a um requerimento de urgência apresentado pela oposição, motivado pelas sucessivas dilações nos prazos de entrega das vias exclusivas de transporte. A temporalidade do evento revelou-se estratégica, ocorrendo em um período de crescente cobrança social pela retomada e finalização dos corredores estruturais de trânsito na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado de Mato Grosso (SINFRA/MT), Marcelo de Oliveira, conhecido politicamente como Marcelo “Padeiro”, figurou como o principal convocado para prestar os esclarecimentos técnicos necessários. O gestor, contudo, optou por retirar-se do recinto parlamentar antes da formulação das perguntas cruciais pelos deputados da oposição, gerando forte descontentamento no plenário.

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A conduta do secretário foi interpretada pela bancada oposicionista como uma deliberada esquiva diante das responsabilidades administrativas referentes aos contratos e aditivos vigentes.

A convocação oficial da autoridade governamental deu-se em razão da necessidade imperiosa de esclarecer os motivos das constantes paralisações e o encarecimento das obras do BRT. O projeto atual, que substituiu o antigo modelo de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é alvo de investigações que apontam suposta falta de planejamento e excesso de contratações diretas sem licitação. Os deputados estaduais exigiam a apresentação detalhada de planilhas de custos e a justificativa para a escolha de consórcios específicos para a execução dos lotes remanescentes.

A controvérsia instalou-se em virtude do abandono da sessão pelo secretário e das posteriores declarações do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que saiu em defesa de seu colaborador. O chefe do Executivo Estadual descaracterizou as cobranças técnicas da oposição ao sugerir que a campanha eleitoral de 2012 do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), fora financiada com desvios do extinto projeto do VLT.

Esse movimento retórico redirecionou a pauta de fiscalização orçamentária para o campo das suspeitas criminais pretéritas, inflamando o ambiente político estadual e deslocando o foco das atuais falhas de execução do BRT.

Os parlamentares estaduais utilizaram-se dos mecanismos constitucionais de fiscalização do Poder Executivo, amparados pelo regimento interno da Casa de Leis e pela prerrogativa de controle externo da administração pública. A inquirição dos secretários de Estado constitui um dever do parlamento e um direito do cidadão ao acesso à informação e à transparência pública. A utilização desse instrumento de controle democrático visa garantir que os recursos públicos sejam aplicados em conformidade com os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

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A complexidade operacional e financeira que envolve a transição do modelo de VLT para o BRT justifica a intensa preocupação dos órgãos de controle e dos representantes do Legislativo. Um dos pontos de maior atrito consiste no expressivo aumento do valor de um lote licitado, cujo custo inicial saltou de R$ 68 milhões para expressivos R$ 120 milhões em apenas dois meses.

A dispensa de licitação concedida sistematicamente a uma única empresa construtora agravou as suspeitas de favorecimento, motivando pedidos de auditoria detalhada junto ao Tribunal de Contas do Estado.

O impacto imediato desse novo embate político consiste no severo travamento da interlocução institucional entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. As declarações de Otaviano Pivetta geraram forte reação do deputado petista Lúdio Cabral, que refutou veementemente as acusações de corrupção eleitoral e prometeu acionar os meios jurídicos cabíveis para restabelecer sua honra. A judicialização da disputa política tende a prolongar o clima de instabilidade, prejudicando a aprovação de matérias de interesse público e a própria fiscalização das obras de mobilidade urbana.

A sociedade mato-grossense permanece como a principal prejudicada pelo prolongamento indefinido dos canteiros de obras que obstruem o tráfego e deterioram o comércio de Cuiabá. Enquanto as lideranças políticas priorizam a disputa de narrativas sobre eventos ocorridos há mais de uma década, o cronograma do BRT segue sem uma definição concreta de entrega.

A expectativa coletiva por um sistema de transporte coletivo moderno e eficiente continua frustrada pela crônica incapacidade de planejamento e pela constante partidarização das soluções de infraestrutura pública.

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