A POPULAÇÃO MANDOU UM RECADO NAS URNAS
Alto índice de “abstenção” é um recado aos políticos cuiabanos
Segundou com um clichê de todo final de um pleito eleitoral prá lá de emocionante até o resultado final das urnas: “é preciso entender o recado das urnas“.
Os políticos repetem a mesma frase de sempre, embora muitos preferem justificar o mau resultado com um pastoral “Deus assim quis“.
O eleitor acerta sempre, mesmo que erra. Esse aparente paradoxo tem que ser compreendido e respeitado por quem está começando ou pretende ser longevo na política.
Na Capital de todos os mato-grossenses, a nossa querida Cidade Verde, Cuiabá, a eleição do representante do Partido Liberal (PL), o deputado federal Abílio Brunini, chegou a ser surpresas para alguns, entretanto, contudo, todavia, a leitura dos números pode demonstrar que os eleitores periféricos e evangélicos, são os que elegeram o bolsonarista cuiabano.
Isso mostra que a preocupação que sempre existiu: transporte ou com a fila dos Postos de Saúde, os que lutam pela sobrevivência escolhem quem melhor pode assisti-los nas suas necessidades básicas.
A mudança climática global é um fato. Teremos ruas alagadas, vendavais e estiagens cada vez mais prolongadas. Essa realidade impõe a população cuiabana novas prioridades que estão a exigir toda a uma logística para minimizar efeitos catastróficos.

E sabe qual o resultado das urnas? Pede reflexão sobre as causas da grande “abstenção” ocorrido nas eleições municipais em Cuiabá, que não teve o impeditivo de comparecimento do pleito de 2020, sob os efeitos da Pandemia da Covid-19.
Na disputa da cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá em 2020, entre Nenel Pinheiro e Abílio Brunini no segundo turno, 284.352 mil eleitores foram as urnas para votar. Destas 6.325 (2,22%) votaram em branco e 12.379 (4,35%) anularam o voto.
Um total de 93.745 mil eleitores, que corresponde a 24,79% aptos a votar não compareceram aos locais de votação.
Já em 2024 na disputa do Palácio Alencastro entre Abílio Brunini e Ludio Cabral, 114.533 mil eleitores não foram as urnas votar no segundo turno. O número superior do pleito em 2020.
Espiral do silêncio
O Boteco da Alameda informaaa: que existe desde 1988 em Cuiabá, uma “espiral do silêncio“, composta por eleitores que não se manifestam, por vergonha ou por medo de contrariar o grupo social a que pertencem, e que evoluí num “continuum”. Essa bolha vai estourar.
Se liga senhores e senhoras da política cuiabana, é preciso resgatar o cidadão sem-candidato. Ele demonstra, com o rouco silencioso, sinais de esperança e que está aberto a transformação estruturais.
Quer um governo mais eficiente, quer um governo menos prometedor e menos corporativo, porém, mais atento aos interesses comunitários.
Quem vota sabe que a cidade depende das relações com o Governo do Estado. Sabem também que os congressistas sequestraram o orçamento da República. A “Emenda Pix” é um prodígio que remete recursos diretamente a conta do município, sem necessidade de projetos específicos.
É para gastarem em benefício do povo, espera-se. Outro senhor do dinheiro a fundo perdido é o Governo do Estado, que não costuma mandar flores a quem não é da sua base política.
Cuiabá ganha com deputado federal e prefeito eleito Abílio Brunini apoiado pelo cacique número 1 do União Brasil (UB), o governador Mauro Mendes, que quer se firmar na liderança da região Centro-Oeste e como um possível Senador em 2026.

Voto útil
O voto útil é uma realidade. Com mais chance de vitória, mesmo que não seja a primeira opção. O povo não gosta de “desperdício” de “perder o voto”. Vota-se em um candidato, mesmo com restrições, só para impedir a vitória de um adversário ainda mais indesejado.
Prestem atenção: as classes populares mandam recados a esquerda. Querem algo novo. Bolsa Família já é uma obrigação. Cotas nas Universidades e nos empregos públicos estão consolidados. Minha Casa, Minha Vida, empregos com carteira assinada, bolsa auxílio significam pouca coisa.
Quem sabe as pessoas querem agora empreender, serem donas do próprio destino.
A esperada polarização ideológico deixou de acontecer. Lula pouco apitou nessas eleições em Mato Grosso. O Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguiu eleger nenhum prefeito na Terra de Rondon.
Entendam o recado das urnas
O alto índice de eleitores que não compareceram às urnas na disputa da Prefeitura de Cuiabá deste domingo (27), mostra a decepção do eleitorado com a classe política cuiabana.
A “abstenção” foi significativa, portanto, é uma mensagem, um recado para que reformule eventuais costumes inadequados.
Querem saber o recado dado pelas urnas? Cuidem-se aqueles que estão na classe política.
Importante lembrar que, votos nulos e brancos não contam como “abstenção”, já que, para optar por alguma dessas duas possibilidades, é necessário ir até o colégio eleitoral, os índices de “abstenção”, portanto, fala apenas daqueles que não compareceram às urnas neste domingo, 27.
Segue o fluxo!
Política
Nova pesquisa mostra Otaviano Pivetta com chance de vitória no primeiro turno
Liderança consolidada. O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), desponta como o principal favorito na disputa pelo Palácio Paiaguás, com possibilidades reais de liquidar o pleito no primeiro turno das eleições estaduais. A constatação decorre do mais recente levantamento estatístico elaborado pelo instituto Paraná Pesquisas, tornando pública a fotografia do cenário político no estado.
Divulgação nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026. A apresentação dos dados operou-se durante o transcorrer do expediente do meio da semana, trazendo atualizações substanciais sobre os movimentos da intenção do eleitorado mato-grossense a poucos dias do pleito oficial.Eleitorado do estado de Mato Grosso. A amostragem abrangeu cidadãos aptos a votar em diversas regiões do território estadual, contemplando múltiplos estratos socioeconômicos do eleitorado regional para garantir rigor estatístico.
Ampliação da vantagem eleitoral frente aos concorrentes. A relevância das métricas apresentadas reside no crescimento expressivo do candidato do Republicanos sobre seus opositores diretos desde o mês de agosto, movimento que consolida uma dianteira isolada e confortável na busca pela chefia do Executivo Estadual.
Preferência expressa nas intenções de voto estimuladas. O resultado decorre do trabalho de consulta direta e do processamento dos dados coletados em campo pelo instituto de pesquisa, revelando a trajetória ascendente da candidatura situacionista na avaliação do eleitor.
No cenário principal de primeiro turno para o governo, Otaviano Pivetta ostenta 46,4% das intenções de voto. Na segunda colocação figura o senador Wellington Fagundes (PL), registrando 27,1% da preferência, seguido por Doutora Natasha (PSD), com 15,5%. Aparecem no levantamento Rafaell Milas (Missão) e Sargento Laudicério (Agir), ambos com 0,4%, e Mauricio Coelho (Mobiliza), com 0,1%. Eleitores que declaram voto nulo, branco ou nenhum somam 5,2%, enquanto 4,7% afirmam não saber ou não opinaram.

Na simulação de eventual segundo turno, o candidato do Republicanos mantém expressiva vantagem, atingindo 53,1% das opções dos eleitores frente a 34,6% atribuídos a Wellington Fagundes. Nesse contexto específico de disputa direta entre as duas forças políticas principais, os votos brancos, nulos ou indecisos representam 8,1%, ao passo que 4,1% do eleitorado consultado não soube ou preferiu não responder.
Na corrida para o Senado Federal, o ex-governador Mauro Mendes (União) lidera isoladamente com 54,9% dos votos. Em seguida, configurando empate técnico na margem de erro, aparecem Janaína Riva (MDB), com 33,3%, e Zé Medeiros (PL), com 29,3%.
A lista prossegue com Carlos Fávaro (PSD) registrando 18%, Pedro Taques (PSB) com 14,1%, Galvan (Avante) com 4,3%, Coronel Darwin (Democrata) com 3,3%, Professor Nelson Ferreira (Agir) com 2,4%, Margareth Buzetti (PP) com 0,4% e Beny Godoy (Agir) com 0,1%.
Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 4,6%, e 4% não opinaram, destacando-se que a soma ultrapassa 100% em razão da possibilidade de duas escolhas pelo eleitor.
A amostragem abrangeu 1.352 eleitores mato-grossenses consultados pessoalmente entre os dias 27 e 29 de setembro. O levantamento estatístico trabalha com nível de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa eleitoral encontra-se oficialmente protocolada na Justiça Eleitoral sob o registro MT-02094/2026. A homologação cumpre integralmente os requisitos legais de transparência impostos pela legislação vigente no país, assegurando a legitimidade pública das informações coletadas.
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