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PEQUENOS COM STATUS DE ESTRELA

Abalou geral: Edu Botelho pode desistir

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Quintooouuu e pintou um “sinal amarelo” na campanha eleitoral do candidato unista Zé Edu Botelho. Nesta quarta-feira (20), no Salão Negro da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) em entrevista à imprensa pontuou:

Vamos rever a participação nos debates. Nós vamos em alguns, mas vamos discutir se vale a pena ir em todos porque só ouvimos ataques…“.

Segue o fluxo!

A quem interessar possa: desde o ano 2000, a maior parte dos candidatos a Prefeitura de Cuiabá que lideravam as pesquisas fugiram de embates direto no primeiro turno, mas mesmo assim foram eleitos.

Faltar o debate eleitoral, porém, pode ser uma estratégia furada, porque sem a presença de um dos candidatos, os rivais contam com caminho livre para os ferozes ataques.

Mas o que pode ser pior: ter um desempenho ruim no evento ou não participar?

O Boteco da Alameda informaaa: o cenário eleitoral de 2024 é diferente. Esta é a primeira vez que temos três deputados com visibilidade eleitoral fortes na disputa e que força o líder das pesquisas Edu Botelho a participar dos encontros para se defender e dividir as críticas com os concorrentes mais próximos.

Entretanto, contudo, todavia, depois do debate de terça feira (19) no Portal Primeira Página, o núcleo duro da campanha de Zé Edu Botelho começou a reavaliar a presença do candidato nos próximos confrontos.

O unista teve uma avaliação negativa frente ao eleitorado nas redes sociais. O meu amigo do bairro Alvorada, avalia que a ausência de Dudu Botelho seria pior para ele, porque os critérios atravessariam a ausência para revelar no comprometimento de Zé Edu com a eleição dentro da normalidade.

Por ser o primeiro debate eleitoral do unista, o motivou a participar com objetivo de evitar abrir espaço e abrir as críticas.

Mas, seu desempenho foi comprometido pelos ataques dos seus adversários. Nesse sentido, seria melhor ele não ter participado, apesar de ter ido bem, segundo sua bolha. Ele se prejudicou na proposta de atingir outros públicos.

Por esse lado, era melhor ter ficado em casa.

Ainda de acordo com o meu amigo alvoradense, Dudu Botelho tem a mais a perder do que a ganhar participando de outros debates, mas uma hora ele vai ter que participar, senão pode chegar mais fraco no segundo turno.

O meu amigo do bairro Alvorada também avalia que o não comparecimento do líder das pesquisas nos debates pode até mesmo impulsionar um movimento para definir a eleição no primeiro turno, puxado pelos eleitores do prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro.

Segundo as bocas benditas, quando o candidato está mal preparado, é melhor a ausência do que a presença desastrosa.

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Pega a visão: o debate é um palco importante. A questão não é ir ou não ir ao debate, mas caso resolva ir, seja mais focado no objetivo, que é a ampliação da base de eleitores.

Já o meu amigo de Vadjú, diz que faltar ao debate pode custar votos importantes a Zé Edu no primeiro turno. Acredita que a campanha do candidato pelo Partido Liberal (PL), Abílio Brunini ainda vai “trucar” o unista.

Zé Edu vai ficar sem opções. Faltar ao debate eleitoral seria contraditório, já que ele sempre diz que não foge da luta.

Para os frequentadores do Boteco da Alameda, a ausência de Dudu Botelho nos debates, pode gerar efeitos positivos e negativos para todos os candidatos. Sem Zé Edu no debate eleitoral, a audiência diminuiu, porque diminuirá a relevância do embate.

Há consequências para o jogo, com manutenção do status e diminuição das possibilidades de mudança. O não comparecimento, ainda poderia ser revertido em ganhos para Abílio Brunini, porque o bolsonarista está em segundo nas pesquisas de intenção de voto.

Ao mesmo tempo, embora a ausência do unista represente uma chance a menos para virar votos fora da bolha edunistas.

Zé Edu tem que ir ao debate disposto a falar com outros públicos, ele não tem obrigação debater com candidatos e sim apresentar soluções para os problemas de Cuiabá. O que parece não ser o caso.

Se liga: a repercussão dos debates nos meios tradicionais e sociais podem desestabilizar o cenário de intenções de votos consolidados.

Por isso, é muito arriscado a estratégia de se recusar a participar dos embates, bem como também é muito arriscado participar e ter um desempenho ruim, dando vazão a quebras mais vigorosas para os candidatos alternativos.

Ah, o Boteco da Alameda vai falar

O primeiro debate eleitoral acendeu umsinal amarelo no comando da campanha e no núcleo duro do Palácio Paiaguás.

A avaliação dos frequentadores do Boteco da Alameda, assim como o amigo do bairro Alvorada, é de que não há unidade de comando na campanha, que falta esforço conjunto em uma única direção, além do foco e até mesmo comprometimento.

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Todos estão vendo o inimigo se aproximando para derrotar o unista e, embora dizendo estarem preocupados, nada estão fazendo. Concluem o raciocínio dizendo que preocupação não é ação tática e que é preciso reagir.

Concomitante a essas leituras, tem sido feita também a análise de que o tempo é escasso.

O final deste mês de agosto tem sido dado como prazo limite para que ações sejam feitas.

Aliados a Zé Edu inclusive já teriam dito a ele que é preciso um outro tratamento no discurso da campanha.

Do Blog do Valdemir

Alguns amigos do Blog do Valdemir, entre eles um grande analista político e conhecedor da política de Mato Grosso. A escolha do marqueteiro para a campanha do candidato do União Brasil (UB), não trouxe alívio para boa parte de aliados próximos ao deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). A principal preocupação diz respeito à experiência de seu marqueteiro.

Qual é o maior pleito que o publicitário participou até agora? Perguntou ele. Nós do Blog do Valdemir também não sabemos. Então…

Quando os marqueteiros dominavam a terra eleitoral, gigantes com status de estrelas tinham poderes para agir como “gurus” dos candidatos. Nos casos mais bem-sucedidos, operavam “milagres” de transformação.

Há alguns fatores que explicam o retorno dos marqueteiros ao centro das campanhas políticas neste ano. Em primeiro lugar, o fundo eleitoral saltou de R$ 1,7 bilhão de reais, em 2018, para R$ 4,9 bilhões de reais neste ano, abrindo espaço para os partidos investirem mais em comunicação.

Há um diagnóstico de que o sentimento antipolítico presente na campanha de 2018, que funcionou como um catalisador da campanha amadora de Jair Bolsonaro, não está mais na cabeça do eleitor. As pesquisas qualitativas internas dos partidos hoje apontam para um eleitor mais interessado na política tradicional.

Por isso, profissionais que sabem conduzir campanhas on-line, interpretar os dados do tráfego nas redes e ainda dirigir propagandas para Rádio e TV passaram novamente a ser cobiçados, Mas… não é o que eu vi neste primeiro momento, neste primeiro debate eleitoral, eles, os candidatos tem que melhorar muito. Disse o nosso amigo e cientista político colaborador do Blog do Valdemir.

Eitaaa lasqueiraaa! Tá uma chiadeira nos bastidores que depois o Boteco da Alameda conta. Partiu… E segue o fluxo!

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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