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Política

“12 nomes e um destino, ou melhor, escolha, disputar a Prefeitura de Cuiabá ou o Senado da República”

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No período das eleições, todos nós ouvimos falar sobre o quanto é importante escolher bem os candidatos em quem pretendemos confiar nosso voto, afinal, são eles os principais responsáveis pelo futuro da nossa cidade nos próximos anos.

Mas como fazer essa escolha? Como decidir entre tantos candidatos e partidos? Sabemos que não é um processo tão simples.

A eleição que estava marcada para 26 de abril e tinha sido determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT) para escolher o substituto da Senadora e Juíza aposentada Selma Rosane Santos Arruda do Podemos acabou sendo adiada com a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em dezembro, Selma Arruda teve o mandato cassado por suposta prática de Caixa 2 e Abuso de Poder Econômico.

A Caneta Azul da ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Maria Pires Weber, suspendeu a realização da eleição suplementar em Mato Grosso, o motivo…, Pandemia do Coronavírus.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral foi tomada em meio às medidas para evitar a circulação e a aglomeração de pessoas e a transmissão do novoCoronavírus. Ainda não há nova data para o pleito.

Segundo a assessoria do Tribunal, a nova data deve ser estabelecida “com a maior brevidade possível”. Não está descartada a possibilidade de que ocorra simultaneamente às eleições municipais de outubro deste ano.

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E agora…Senado ou Prefeitura…

Os candidatos ao Senado da República, que pretendem concorrer na eleição suplementar, como também, nas eleições municipais, terão uma dúvida cruel pela frente, já que as duas eleições devem ter datas chocadas, ou com diferença de um pequeno período, o que obrigará os candidatos a escolherem apenas um caminho… Difícil escolha.

O fim das coligações obriga os partidos a buscarem potencializar candidatos competitivos, já que a totalização dos votos será feita por partido. A situação muda com o fim das coligações, diminuindo a chance de fragmentação partidária, já que será mais trabalhoso aos pequenos partidos mobilizarem mais votos para atingir o quociente eleitoral.

“”Pandemia do Coronavírus” pode inviabilizar um candidato a concorrer duas eleições em 2020″.

Como o Tribunal Superior Eleitoral (STE) já suspendeu a eleição suplementar para o Senado da República, marcada para o dia 26 de abril, e como existe a iminência da alteração da data das eleições municipais, por conta da Pandemia do Coronavírus, para economizar, em Mato Grosso as duas eleições poderão ser realizadas no mesmo período, que de imediato, obrigará alguns candidatos a definir apenas um caminho.

O governador Mauro Mendes, desde o início do ano já defendia o adiamento da eleição suplementar ao Senado da República, alegando alto custo de R$ 8 milhões“.

Desde quando surgiram as primeiras cogitações da realização de uma eleição suplementar ao Senado da República, que vários nomes começaram a serem apontados como os possíveis pré-candidatos, até mesmo, aqueles políticos que já estava trabalhando para disputar a eleição municipal.

As alterações das datas das eleições, também mudam o cenário das disputas com as determinadas escolhas dos candidatos“.

Desta forma, com a possibilidade de choque das datas da realização das eleições, candidatos como Gisela Simona (PROS) possivelmente terá que escolher participar apenas de uma disputa.

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“12 nomes e um destino, ou melhor, escolha, disputar a Prefeitura de Cuiabá ou o Senado da República”.

Gisela Simona desde o ano passado é pré-candidata à Prefeitura de Cuiabá, e nos últimos dias foi apresentada pelo seu partido PROS, como a candidata para disputar a eleição suplementar ao Senado, agora com a possibilidade do cheque do período eleitoral, os dois destinos desta candidata terá que ter apenas um caminho.

Assim como Gisela, outros candidatos ao Senado, estão pleiteando participar das eleições municipais, que também terão que analisar as suas intenções para enfrentar apenas uma disputa.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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