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MEXIDA NAS PEÇAS DO TABULEIRO

Pintando aliança de Jayme e Wellton; terceira via está pescando seus peixes

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Às vésperas do mês de junho, o Boteco da Alameda espera que a energia deste novo mês nos inspire a conquistar tudo o que desejamos. O mês marcado pelos festejos juninos, que misturam devoção, tradição e celebração popular.

Além disso, o período encerra a primeira metade do ano, abrindo caminho para o segundo semestre: pamonha, quentão, quadrilha e alegria no “melhor mês do ano“.

Segue o fluxo!

E o que tem para hoje?

Tem muita gente reclamando e com receio de problemas, mas ninguém bate às portas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de Mauro Mendes para pedir um xeque mate no “Capitão Jaymão” e em Wellton Fagundes.

Entendam: foram “escolhidos” os sete da Federação União Progressista que vão hipotecar o nome do atual governador Otaviano Pivetta para a reeleição nas Convenções no dia 4 de agosto. Dos sete, o Capitão Jaymão, só terá o voto de Dilmar Dal Bosco e o dele próprio, (o Capitão Jaymão).

Otaviano Pivetta terá os votos de: Mauro Mendes, Fábio Garcia, Margareth Buzetti, Cidinho Santos e Aécio Rodrigues.

A árdua missão neste momento: conter a irá do Capitão Jaymão, temendo que este se junte ao pré-candidato Wellton Fagundes.

Ou seja, o Capitão Jaymão ficaria de fora das urnas de 4 de outubro. O senador unista tem uma trajetória política construída no contato direto com o povo mato-grossense.

Enquanto muitos deles só aparecem apenas em época de eleição.

Bom…, o “Capitão Jaymão”, para uns é um líder político histórico e popular e, para outros, um populista e folclórico.

Pega a visão: as peças estão se mexendo cada vez mais rápido no xadrez político eleitoral do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso. Em meios a várias possibilidades de alianças ou uma terceira via no centro.

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Terceira via

A “terceira via” está pescando seus peixes. E há vários pescadores por aí, entre eles o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual pelo Podemos, Max Joel Russi.

O “branquelo de Jaciara” tem “cheiro” de ser cabeça de chapa, caso a opção Otaviano Pivetta falhe.

E o que dizem do “Capitão Jaymão” e Wellton Fagundes? Está pintando uma possível aliança entre os dois? Capitão Jaymão deve estar tranquilo por enquanto, esperando as Convenções Partidárias.

Se for rejeitado, pegará carona numa outra candidatura, como a de Wellton.

Por outro lado… Capitão Jaymão, já sentiu como é ser apenas o “sub” de um ego grande no caso do Palácio Paiaguás.

Nota de rodapé: os internautas do Blog do Valdemir, perceberam algo importante? Teremos várias opções para fortalecer a disputa ou uma terceira via no centro.

Todo mundo, aparentemente, tem opções. Menos o próprio Capitão Jaymão, “APUNHALADO PELAS COSTAS” e que parece cada vez mais isolado pelo núcleo duro.

Mas tudo pode mudar de uma hora para a outra na política da Terra de Rondon.

O Boteco vai falar

– Faltando 129 dias para as eleições, a tentação é olhar as pesquisas e decretar o desfecho a favor de quem está em vantagem. Mas a história recomenda cautela na política da Terra de Rondon, o favorito a 129 dias do pleito muitas vezes não é o vitorioso.

E há razões matemáticas, não é apenas políticas, para esse patrão;

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– O publicitário e marqueteiro, Duda Mendonça (1944 – 2021), tinha uma teoria que depois foi replicada por muitos especialistas em eleições. Duda dizia que o eleitorado brasileiro se dividia sempre em três partes: uma mais a direita, outra mais a esquerda e um terço que flutua de um lado para o outro.

Esse quadro se replica mais ou menos da mesma forma em Mato Grosso;

– A eleição será exatamente igual a de 2018, por ser um modelo “idêntico”, onde o que vai predominar será mesmo a maior rejeição;
– A eleição é só o último movimento de um jogo que começou muito antes. Agora é a fase em que peças se movem, alianças se redesenha e caminhos são definidos.

São decisões que parecem técnicas, mas que na prática determinam quem entra forte, quem fica pelo caminho e como será o equilíbrio da disputa.

Política de verdade não acontece só na frente dos holofotes, ela começa nos bastidores.

Enfim, conversas e articulações resolutivas por vir. E, até onde sei, ninguém tem bola de cristal.

Acompanhemos!

Segue o fluxo!

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Política

Disputa por “Poder” em Mato Grosso ameaça alianças para 2026

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O deputado estadual Júlio Campos (UB) deflagrou publicamente uma severa crise política no Diretório de Mato Grosso do União Brasil (UB), ao contestar de forma veemente a liderança do ex-governador Mauro Mendes, seu correligionário. O parlamentar subiu o tom nos bastidores e nas tribunas, expondo um racha profundo na sigla governista que até então tentava manter uma aparente unidade interna. A escalada verbal, que incluiu adjetivos pesados e acusações diretas, expõe as fraturas de um partido gigantesco que agora lida com a colisão entre a ala tradicional e a atual liderança do Poder Executivo Estadual.

Esta forte turbulência partidária ocorre especificamente no Estado de Mato Grosso, uma das unidades federativas mais estratégicas para o Agronegócio e para a política do Centro-Oeste brasileiro. O epicentro do embate concentra-se na capital, Cuiabá, mas reverbera com intensidade em todos os diretórios municipais e na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). A definição geográfica desse conflito é crucial, pois envolve o controle de uma das legendas mais ricas e influentes do território mato-grossense, cujo desfecho impactará diretamente a governabilidade local e a correlação de forças na região.

A eclosão pública desse racha partidário consolidou-se nesta semana de maio de 2026, logo após a publicação oficial da composição da Federação União Progressista, que reúne o União Brasil e o Partido Progressistas (PP). Embora as tensões internas estivessem se acumulando ao longo dos últimos meses, o estopim para a declaração aberta de hostilidades foi o protocolo do novo organograma partidário perante a Justiça Eleitoral. O momento é considerado crítico por lideranças locais, pois coincide com o período de planejamento estratégico e de costura de alianças fundamentais para o próximo pleito.

O motivo central do conflito reside na surpreendente exclusão da ala tradicional da sigla, liderada por Júlio Campos e seu irmão, o senador Jayme Campos, das principais instâncias decisórias do novo bloco federativo. Os irmãos Campos alegam que foram isolados de forma deliberada e expressam profundo descontentamento com o centralismo político exercido pelo grupo do ex-governador Mauro Mendes.

A disputa pelo controle real do aparato partidário e o sentimento de desrespeito à história política da família Campos no estado transformaram a convivência pacífica em um cenário de confronto ostensivo.

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A contestação foi liderada de forma direta pelo deputado estadual Júlio Campos, que agiu como o principal porta-voz do descontentamento da “velha guarda” do partido. Com uma postura combativa e incisiva, o parlamentar personificou a reação do grupo que se sente marginalizado e desrespeitado pelas recentes movimentações da Executiva. Ao assumir o protagonismo da denúncia, o deputado buscou também aglutinar o apoio de outros correligionários insatisfeitos que preferiam se manter nos bastidores, transformando sua queixa individual em um movimento coletivo de resistência interna.

O alvo principal dessa severa ofensiva política é o ex-governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, que foi confirmado recentemente como o presidente do Diretório Estadual da nova Federação Partidária. Mendes, que lidera o grupo político majoritário no Palácio Paiaguás, passou a ser classificado por seus opositores internos como um gestor de perfil autoritário e centralizador.

A acusação formal é de que o chefe do Executivo Estadual estaria utilizando sua máquina política para sufocar as lideranças tradicionais, impondo decisões de maneira monocrática e sem o devido diálogo.

O processo de ruptura consumou-se por meio de declarações públicas de extrema agressividade, nas quais Júlio Campos classificou a liderança de Mauro Mendes como “ditadora” e rotulou seu entorno político como uma “corja petulante”. O deputado afirmou categoricamente que foi pego de surpresa com os documentos protocolados na Justiça Eleitoral, interpretando a movimentação como uma manobra espúria. O parlamentar declarou que a condução atual representa um desaforo intolerável, prometendo utilizar todas as armas jurídicas e políticas disponíveis para reverter o atual cenário de isolamento.

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Os objetivos estratégicos dessa reação enérgica são a garantia de espaço decisório e a viabilização da pré-candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado nas eleições de 2026. O grupo tradicional busca forçar uma negociação ampla que assegure a participação equitativa na montagem das chapas proporcionais para deputados estaduais e federais.

Além disso, a ala descontente pretende demonstrar força política para impedir que o atual governador conduza o processo sucessório estadual de forma isolada, exigindo o respeito à democracia interna da legenda.

O grupo liderado pelos irmãos Campos pretende alcançar seus objetivos por meio da convocação e do controle majoritário da Convenção Partidária, onde afirmam deter 33 dos 53 votos totais dos delegados. Com essa maioria matemática expressiva, os parlamentares pretendem bloquear a homologação das candidaturas do próprio grupo de Mauro Mendes caso não haja uma composição política prévia. A estratégia baseia-se na premissa legal de que a Federação não possui o poder de homologar nomes de forma impositiva, dependendo obrigatoriamente do aval soberano das instâncias partidárias internas.

O desdobramento imediato dessa crise aponta para um cenário de judicialização e de intensa instabilidade na base governista de Mato Grosso, com reflexos profundos na fidelidade partidária durante as votações no Legislativo. Se as ameaças de veto cruzado se confirmarem na futura convenção, o União Brasil arrisca sofrer uma fragmentação irreversível, comprometendo seus planos de hegemonia regional.

O prolongamento desse embate poderá forçar a Direção Nacional da legenda a intervir no Diretório Estadual para evitar que o racha inviabilize o projeto eleitoral majoritário do partido no Estado de Mato Grosso.

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