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Cuiabá e Operário decidem titulo no Mato-grossense

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Domingo de muita emoção e de corações apertados por parte das torcidas das equipes que fizeram a semifinal do Campeonato Mato-grossense de futebol. Onde o time do Operário acabou vencendo o time da casa Luverdense por 2 x 1.

operario-jogadoresO jogo que tomou conta das emoções aconteceu em Lucas do Rio Verde, onde o chicote da fronteira teria que sair da cidade com a vitória para se classificar para a grande final. O time do Operário foi com toda força ate a cidade de Lucas, pois tinha que sair de lá com a vitória para garantir sua presença na série D 2015, nas Copas do Brasil e Verde 2016, e aconteceu somente nas emoções das penalidades.

O Operário da Cidade Industrial venceu por 5 x 4 o Luverdense nas cobranças de penalidades máximas, após 7 cobranças que foram marcadas por Kall, Odail Junior, Jakson, Paulo Vinicius e Finazzi, Geilson e Pablo não converteram.

O time de Lucas marcou quatro com, Osmar, Rafinha, Rafael Tavares e Raul Prata, Ciro, Zé Roberto e Júlio Terceiro perderam, dando a classificação ao Operário para a grande final.

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Já na Arena Pantanal o time do Cuiabá não teve muitas dificuldades para vencer o Time de Rondonópolis por 5 x 0, nas duas partidas de ida e volta, ficando com a outra vaga para a final do Campeonato Mato-grossense de Futebol contra o time do Operário de Várzea Grande. REC e Luverdense agora disputarão a terceira colocação

Ate o momento á artilharia do Mato-grossense de Futebol

8 gols – CABIXI  (Poconé)
7 gols – GEÍLSON (Operário) e CALADO (Rondonópolis)
6 gols – NINO GUERREIRO (Cuiabá), PABLO (Operário) e SOUZA (Poconé)
5 gols – CIRO (Luverdense), KAIQUE (Cuiabá) e LUIZÃO (Mixto)
4 gols – RAPHAEL LUZ (Cuiaba)

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Novas regras de arbitragem no futebol brasileiro

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou novas regras de arbitragem após reunião com clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro masculino. As medidas passam a valer imediatamente e também alcançam as Séries C e D, a Série A1 feminina e a Copa do Brasil.

Segundo a entidade, o pacote foi elaborado para reduzir o tempo perdido com paralisações e aumentar o tempo de bola rolando nas partidas. A meta segue a orientação da Fifa de alcançar ao menos 60 minutos efetivos por jogo.

Objetivo é aumentar o tempo de jogo

Antes da pausa da competição, a Série A registrava média de 52 minutos e 54 segundos de bola rolando por partida. A CBF calcula, com base em estudo da Opta, que as novas regras podem acrescentar até 5 minutos e 49 segundos de jogo, com possibilidade de chegar a 6 minutos e 22 segundos.

De acordo com a direção de arbitragem da entidade, a intenção é transformar o diagnóstico em ações concretas. Isso inclui padronização dos critérios, capacitação dos árbitros e participação ativa de clubes e jogadores para que o futebol tenha menos interrupções.

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Veja as principais mudanças

Entre as alterações aprovadas, o goleiro passa a ter 8 segundos para segurar a bola nas mãos, sob pena de escanteio ao adversário. Nas cobranças de lateral, o limite será de 5 segundos, com perda da posse em caso de atraso. Já o tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos a partir do apito.

As substituições também terão nova contagem: o atleta que sair de campo deverá deixar a área em até 10 segundos. Se ultrapassar o prazo, quem entra terá de esperar um minuto para poder atuar. Haverá ainda regra de um minuto fora para jogadores atendidos no gramado, com exceção de situações específicas envolvendo o goleiro.

VAR, capitão e punições

Outra mudança determina que apenas o capitão fale com o árbitro, com exceção de casos em que o goleiro seja o capitão, quando um atleta de linha será designado como interlocutor. O desrespeito à norma poderá render cartão amarelo.

O pacote também inclui o chamado protocolo Vini Jr., que prevê expulsão quando um jogador tapar intencionalmente a boca ao discutir com o adversário para evitar leitura labial. Além disso, o VAR poderá revisar expulsões por segundo cartão amarelo. A única regra cuja aplicação fica para 2027 é a checagem de escanteios concedidos por engano, e apenas quando o lance resultar diretamente em gol ou pênalti.

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