LOCAL DE DESTAQUE
Brazuca ficará na área externa do Dutrinha
A Brazuca, bola utilizada na Copa do Mundo de 2014, passou por um processo de restauração. A ação foi realizada por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e teve como finalidade devolver ao objeto o visual original que foi desgastado com o passar do tempo.
A restauração foi determinada pelo Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), e foi executada pelos artistas plásticos regionais Regis Gomes e Sued J. Ferreira. De acordo com o cronograma. Além da pintura, o processo contou ainda com os serviços de lixamento e recuperação das partes danificadas com massa de revestimento.
A réplica foi construída pela Prefeitura de Cuiabá como símbolo do evento esportivo que teve a capital mato-grossense como uma de suas subsedes. A bola foi feita de material de fibra, possui aproximadamente dois metros de diâmetro, e desde sua instalação, em 2014, nunca havia recebido um trabalho de revitalização.

Espaço de destaque
O monumento, que antes ficava na Avenida Miguel Sutil, agora faz parte das atrações do Estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. A Brazuca foi entregue pelo prefeito Emanuel Pinheiro nesta sexta-feira (19) completamente restaurada e em um novo ponto da cidade. Segundo o chefe do Executivo Municipal, além de embelezar ainda mais o maior patrimônio esportivo de Cuiabá, a iniciativa também facilita o acesso do público à réplica.
No Dutrinha, ela ficará no mesmo espaço em que hoje se encontram as esculturas dos eternos craques Fulepa, (Goleiro do Mixto), Avião (zagueiro do Dom Bosco), e Bife (centroavante do Operário de Várzea Grande). De acordo com Emanuel Pinheiro, o estádio é o local ideal para abrigar o monumento, já que trata-se de uma estrutura que simboliza a época de ouro do futebol mato-grossense.
“Não esquecemos dos patrimônios culturais, material e imaterial, do nosso município, que fazem a nossa história. O Dutra é o templo do futebol cuiabano e mato-grossense. Por décadas, ajudou a sustentar a paixão do cuiabano pelo futebol, recebendo craques imortalizados que desfilaram em seu gramado. A Brazuca deve ficar em um ponto que simbolize essa época. Por isso, trouxemos ela para o Dutrinha”, disse o prefeito.
A ação foi coordenada pela antiga Secretaria Municipal de Serviços Urbanos que, na época, era comandada pelo vice-prefeito José Roberto Stopa.
“Esse é um ato de resgate da nossa história. É um monumento que fizemos em virtude da Copa do Mundo e que passou a ser um símbolo, um ponto turístico. Agora, ela está no lugar perfeito, que é o Dutra. Temos mais um ponto de atração, que vai servir para as pessoas visitarem, tirar fotos, possibilitando que a gente nunca esqueça este momento único que nossa cidade viveu, que foi receber uma Copa do Mundo”, comentou Stopa.
Junior Leite, diretor-geral da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), foi o responsável por coordenar o trabalho de restauração da Brazuca, mantendo todas suas características originais
“É um monumento extremamente importante para nossa cidade. O prefeito, de forma assertiva, nos pediu que tivesse um olhar mais cirúrgico em relação à bola da Copa do Mundo. Um monumento feito há 10 anos e que precisava de uma revitalização em virtude do tempo. Ele estava deteriorado, mas em virtude do tempo, o que é normal. Fizemos a revitalização e escolhemos o Dutrinha por determinação do prefeito”, pontuou.
Também participaram da solenidade de entrega os secretários municipais de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, de Ordem Pública, Leovaldo Sales, e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável, Renivaldo Nascimento. A Câmara Municipal de Cuiabá foi representada pelos vereadores Chico 2000 e Paulo Henrique.
ESPORTES
Cruzeiro segura Boca Juniors com um a menos
Pela quinta e penúltima rodada do Grupo D da CONMEBOL Libertadores, que é liderado pelo time mineiro. O Cruzeiro arrancou um empate em 1 a 1 em sua visita ao Boca Juniors nesta terça-feira (19), no Estádio de La Bombonera, em Buenos Aires, o atacante uruguaio Miguel Merentiel colocou os donos da casa em vantagem logo aos 15 minutos e Fagner marcou o gol de empate para a equipe de Belo Horizonte no início do segundo tempo (54′).
A partida terminou com protestos acalorados por parte de todo o elenco do Boca, dirigidos ao árbitro venezuelano Jesús Valenzuela, que anulou um gol do ‘Xeneize’ a apenas dois minutos do fim devido a um toque de mão de Milton Delgado, após revisão do VAR e, posteriormente, deixou de marcar um pênalti para os anfitriões por um toque de mão semelhante de Lucas Romero dentro da área adversária.
Com este resultado, o Cruzeiro lidera a chave com 8 pontos, seguido por Boca e Universidad Católica (7 pontos cada), enquanto o Barcelona do Equador (3 pontos) ocupa a lanterna. No entanto, as duas últimas equipes têm um jogo a menos, marcado para a noite desta quinta-feira.
Diante disso, o destino do Boca continua em suas próprias mãos, embora a equipe esteja agora sob pressão para derrotar a Universidad Católica na última rodada da fase de grupos, se quiser garantir sua vaga nas oitavas de final.

Precisando vencer, o ‘Xeneize’ levou menos de um minuto para pressionar o goleiro cruzeirense Otávio, que primeiro espalmou um chute de pé direito à queima-roupa de Merentiel e, momentos depois, o mesmo atacante uruguaio desviou um cruzamento que o goleiro conseguiu defender, mostrando reflexo.
Otávio continuaria a brilhar com mais duas defesas para salvar o Cruzeiro, mas a pressão do Boca foi avassaladora durante esse início de jogo. Não foi surpresa, portanto, quando o Boca abriu o placar após um cruzamento de Leandro Paredes que fez a curva em direção à pequena área, onde Merentiel apareceu atrás de todos para empurrar a bola para a rede com a sola da chuteira direita.
Os donos da casa ameaçaram novamente com um chute de pé direito de Aranda que passou raspando a trave. Foi apenas perto da marca dos 30 minutos que o Cruzeiro conseguiu se libertar do cerco com um contra-ataque bem executado, iniciado por Matheus Pereira para Kaio Jorge, que arrancou sozinho e forçou uma bela defesa de Leandro Brey no mano a mano.
No entanto, o time brasileiro voltou mais forte no segundo tempo, mostrando maior ambição, e encontrou o empate por meio de uma bela jogada coletiva: Kaiki avançou pela esquerda e cruzou para o outro lateral, Fagner, que finalizou da direita com um chute potente e seco que foi direto no canto, fora do alcance de Brey.
O Cruzeiro ficou com dez homens após a expulsão de Gerson (67′) por uma entrada com a sola em Paredes. Durante a meia hora final, o Boca acuou o Cruzeiro, que recuou profundamente para a própria área, confiando mais uma vez na solidez de Otávio, que estava realmente inspirado em uma noite em que tudo deu certo para ele.

O Boca esteve perto de marcar o segundo gol em diversas ocasiões: um chute de Belmonte que acertou o travessão, uma cobrança de falta de Paredes que bateu na rede pelo lado de fora, uma arrancada de Zeballos que Otávio defendeu com a perna, e uma bomba de Aranda que o goleiro desviou por cima do travessão.
Nos contra-ataques, o Cruzeiro também teve chances de virar o placar em algumas jogadas: Christian disparou um chute que raspou a trave esquerda antes de sair pela linha de fundo e, nos instantes finais da partida, Neiser Villarreal escapou em uma jogada individual, mas foi detido por Brey, que se mostrou fundamental para evitar a derrota.
Em seguida, ocorreram dois lances altamente polêmicos que geraram fortes protestos por parte do Boca.
Faltando dois minutos para o fim do tempo regulamentar, um cruzamento na área do time visitante foi mal afastado por Jonathan Jesus. Merentiel aproveitou a sobra para marcar o que parecia ser o gol da vitória com um chute cruzado (88′). Mas o árbitro Valenzuela revisou o lance pelo VAR e anulou o gol, por um toque de mão imperceptível de Milton Delgado.
Por fim, já no décimo minuto dos acréscimos, outro cruzamento na área visitante tocou a mão de Lucas Romero, de maneira muito semelhante à infração anterior de Delgado, mas, desta vez, o árbitro venezuelano optou por não marcar o pênalti.
“Naquele último lance deveria ter marcado mão. A maneira como ele decidiu foi estranha“, reclamou Paredes, capitão do Boca, referindo-se à atuação da arbitragem de Valenzuela. Em seguida, ele enfatizou: “Precisamos transmitir tranquilidade, pois nosso destino está em nossas próprias mãos“, referindo-se à próxima partida contra o a Universidad Católica.
“Estou frustrado porque demos tudo. O time cria chances por todos os lados, o goleiro deles fez grandes defesas, mas estamos com dificuldade para marcar gols. Temos uma responsabilidade no próximo jogo. Precisamos provar que estamos prontos para competir e vencer“, observou o atacante uruguaio Merentiel.
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